quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Rucking

Rucking parece ser uma boa ideia. Consiste em caminhar com uma mochila contendo algum peso, para aumentar a dificuldade da caminhada. Seria um exercício intermediário entre caminhar e correr.

Não tenho certeza, mas acho que fiquei sabendo da existência de Rucking através deste texto do site Art of Manliness. No texto Brett McKay menciona conversa que teve com Jason McCarthy, que vem divulgando rucking nos EUA, através da organização de eventos e da venda de materiais (mochilas, pesos, etc.).

Tenho praticado quando posso. Nada exagerado. No máximo 12 kg na mochila. Geralmente bem menos. Para quem só lê em português, saiu um texto sobre rucking na Mundo Boa Forma. O foco em perder peso é bobagem. Ignore este foco e leia O Nutricionista Clandestino.

A foto que saiu no texto da Mundo Boa Forma não me parece ser a melhor para descrever rucking. Achei um pouco melhor a foto abaixo, do texto da Men's World:



O problema da foto acima é que não é na cidade. Para o Jason McCarthy, a ideia de rucking é fazer caminhada com mochila com peso na cidade. Quando é na Natureza, o nome é backpacking.

Toda a ideia de inspiração militar e de eventos me parece um pouco bobagem. Pelo menos os eventos que McCarthy organiza não são competitivos.

domingo, 2 de julho de 2017

Meus podcasts favoritos em julho de 2017


  1. Revisionist History (em inglês), de Malcolm Gladwell. Já tinha escutado a primeira temporada (10 episódios) e agora começou a segunda (está no terceiro episódio). É o único do qual ouvi todos os episódios. A ideia de cada episódio é trazer algo do passado e dar uma nova visão ao que aconteceu.
  2. Anticast (em português). Criado e mantido por Ivan Mizanzuk, que fez Doutorado na UTFPR e atualmente é professor da PUC-PR. Traz temas variados: política, séries de TV, até mesmo podcasts.
  3. EconTalk (em inglês) de Russ Roberts. De vez em quando tem alguma entrevista bem interessante. Nassim Nicholas Taleb já esteve lá algumas vezes. O episódio Blood Oil é muito bom.
  4. Tribo Forte (em português), de Rodrigo Polesso com Dr. José Carlos Souto. O melhor podcast que conheço sobre saúde e alimentação.
  5. Leading Wisely (em inglês), de Ricardo Semler. O criador é brasileiro mas o podcast é em inglês. È sobre negócios. Nos 10 episódios da primeira temporada ele entrevistou diversos especialistas da área que pensam parecido. Os dois episódios com David Heinemeier Hanson e Jason Fried foram os melhores para mim.
  6. The Art of Manliness
  7. Endurance Planet
  8. Trail Runner Nation

 Tenho vários podcasts nas minhas feeds. Uso dois agregadores: BeyondPod e Castbox.



Sinto falta de mais podcasts brasileiros sobre política.

E você, que podcasts escuta? Quais seus favoritos?

sábado, 3 de junho de 2017

Atualização: Corrida-Transporte e Calistenia

Tenho corrido bem menos do que corri em 2013. Quando corro, muitas vezes é fazendo Corrida-Transporte. Para quem não sabe, este termo  (que em inglês é Run Commute e em português foi "criado" pelo fotógrafo de corrida Marcos Viana Pinguim) descreve a ideia de usar parte de (ou todo) seu trajeto até algum local (trabalho, escola, supermercado, etc) como seu treino de corrida.

Por exemplo, uma das sedes do meu trabalho fica a 3,7 Km. Algumas vezes vou até lá correndo e de lá vou até a outra sede com a van forncida pela instituição.

Um temo mais geral, também criado pelo Marcos Viana Pinguim, é o Treino-Transporte. O treino-transporte pode ser de caminhada, ciclismo, skate, etc.

É óbvio que a Corrida-Transporte também inclui caminhada pois qualquer treino razoável de corrida pode incluir trechos de caminhada.

Uma das dificuldades da Corrida-Transporte é quando você precisa carregar uma mochila. Mas hoje já me acostumei com isso. Talvez seja ruim para minha postura. Paciência.

Outra dificuldade é o vestuário. Nem sempre dá para fazer Corrida-Transporte com roupa de corrida. Tento fazer com uma roupa de trabalho leve.

Mais uma dificuldade, uma das principais para certas pessoas, é que você sua quando corre.  Uma solução óbvia é tomar banho ao chegar no trabalho mas nem sempre isto é possível. Nem sempre há um chuveiro no seu trabalho (no meu há). Minha solução para isso tem sido fazer trechos curtos e usar a Corrida-Transporte apenas nos dias em que posso trabalhar isolado.

Frio

O frio chegou em Curitiba e isto tem me atrapalhado em outro aspecto: correr de boca fechada. O nariz congestiona, mesmo que pouco, e fica difícil respirar apenas pelo nariz ao correr. Mas eu tento.

Calistenia

Uma outra atividade que dá para fazer nos tempos dedicados a ir/voltar do trabalho é calistenia. Curitiba já tinha algumas poucas estações de ginástica em aço inox e ganhou mais algumas.  Gosto de fazer algo antes ou depois de chegar ao trabalho. Geralmente não passo mais do que 20 minutos lá. Na falta destas estações, os velhos aparelhos de ginástica, as Academias ao Ar Livre e até mesmo árvores servem como base para minha movimentação.

Estação de Ginástica em Inox.
Fonte: http://www.heliowirbiski.com.br/imgs/GIgrxQSL.jpg



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quarta-feira, 29 de março de 2017

Relato do Jeferson

Já falei sobre o Jeferson algumas vezes aqui. Ele me enviou o relato abaixo:

Caro amigo, li, mesmo que atrasado seu excelente post sobre, A Situação do Minimalismo e da Corrida Descalça, e por este motivo resolvi escrever sobre minhas últimas experiências.

Durante o ano de 2016 fiz 80% dos meus treinos descalço, com pouca quilometragem e baixa intensidade, e poucas provas. A maior experiência foi quando em novembro recebi um e-mail da Maratona de Curitiba avisando que era a última semana e, por impulso, me inscrevi mesmo sem ter “treinado”. Decidi levantar no domingo seguinte e correr a maratona. Por algum motivo achei que correr calçado iria diminuir a dificuldade da “peleja”. Lá fui, com uma sapatilha Hattori da Saucony. Já no inicio percebi que havia algo me incomodando, estava inquieto, eis que num breve percurso avistei minha esposa e filho, e “pinchei” fora a sapatilha. Lá fui feliz e satisfeito correr a maratona com os pés no chão e completar com muita alegria.

No início de 2017 resolvi comprar uma huaruache Luna Sandals, para os treinos noturnos. Porém, quando iniciei os treinos com a sandália, simplesmente não gostei, não achei que superava as que eu tinha feito anteriormente, e abandonei e voltei com os pés no chão. Até que um dia comprei um chinelo, no estilo havaiana com tiras atrás com o cômico nome de “Bad Boy”, paguei a bagatela de R$ 30, e hoje todos os treinos noturnos são feito com este equipamento “Hitech”.

Descobri também que meu filho de 7 anos pode me ensinar muito mais do que qualquer, revista, site ou profissional da área, sobre fisiologia do esporte, tenho subido em árvore, ficado de cócoras, pulado, saltado, e até mesmo uma simples brincadeira de marcha soldado, é muito mais coerente do que treinos funcionais.

As corridas deste ano iniciei com a Meia Maratona de São José dos Pinhais, logo após os 25Km de Curitiba, e a 1ª Etapa do Circuito de Curitiba, todas descalças, sem me preocupar com tempo, alimentação, treino, alongamento, roupa ou qualquer outra coisa que me tire a alegria de correr.

1ª Etapa do Circuito de Curitiba 2017

25k de Curitiba 2017

25k de Curitiba 2017
 


Maratona de Curitiba 2016

Meia de São José dos Pinhais 2017

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