terça-feira, 6 de maio de 2008

Informática na Educação

Recentemente o professor José Palazzo, da UFRGS, publicou uma crônica intitulada "O mito da Geração Google". Enviei a crônica para o professor Valdemar Setzer, professor titular (aposentado) do Departamento de Ciência da Computação da USP, que enviou a seguinte mensagem para o professor Palazzo:

Olá, Palazzo, De fato, o que hoje parece novidade -- o computador prejudica a educação -- eu tenho falado há dezenas de anos. A primeira vez que publiquei contra o uso de computadores em educação foi em 1976, veja em "O computador como instrumento do cientificismo" <http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/comp-cient.html>. Em meu site você encontra inúmeros artigos contra esse uso -- e também contra o uso de Internet, de TV e de video games na educação e no lar. Só que eu sempre fui muito mais a fundo nessas questões, por exemplo é óbvio que a perda de tempo com o uso dos computadores e da Internet para brincadeiras ou coisas fúteis acaba prejudicando o ensino, mas há outros fatores muito mais importantes, como o fato de o computador forçar um tipo de pensamento (lógico-simbólico, algorítmico) impróprio antes dos 15 anos -- coisa que só eu digo. As pesquisas recentes, inclusive a do Jacques Wainer da UNICAMP (aos 17 anos o computador passa a ser benéfico...), têm confirmado tudo o que eu deduzi conceitualmente; veja por exemplo meu artigo Considerações sobre o projeto "um laptop por criança" <http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/um-laptop-por-crianca.html> cuja versão em inglês acabou de ser aceita por um congresso nos EUA (mas que eu preciso atualizar com os dados do Wainer).

Em particular, sobre um trecho de seu artigo, veja o meu Data, information, knowledge and competence<http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/data-info.html>. para uma definição de dados, e caracterização de informação, conhecimento e competência (há uma versão em português, mas não está tão completa). Para variar, eu não sigo os padrões... aaaaaaaaaaaa, Valdemar W. Setzer - Dept. of Computer Science, University of São Paulo http://www.ime.usp.br/~vwsetzer

------------------------ OUTRO EMAIL DO PROFESSOR VALDEMAR SETZER

Olá Palazzo,Mais uma coisinha sobre seu texto em http://www.palazzo.pro.br/cronicas/028.htm

O que o estudo não conseguiu responder é se os jovens são mesmo mais capazes do que seus pais de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo. "A questão mais ampla é saber se as habilidades seqüenciais, necessárias à leitura, também estão sendo desenvolvidas", observam os pesquisadores.

Como dizem na França, "C'est la fin de la piqué!!!" Quem consegue fazer várias tarefas ao mesmo tempo provavelmente está viciado nessa atitude, e provavelmente perdeu a capacidade de se concentrar -- se é que a desenvolveu, coisa rara com pessoas que sofreram intermináveis horas de imagens frenéticas na TV, em video games e em animações nos computadores (qualquer aparelho com tela com figuras impede a imaginação). Sem capacidade de se concentrar, a pessoa (jovem, adulto, velho) não consegue ler um livro -- talvez essa seja uma das razões por que se lê cada vez relativamente menos (por exemplo, lembro que na Alemanha se dizia que a TV não tinha prejudicado a leitura, pois continuava-se a publicar o mesmo número de títulos por ano -- só que não se dizia que a população com nível superior estava aumentando, e com isso devia também aumentar o índice de leitura).

Finalmente,

Para finalizar uma citação de Albert Einstein:

"Quero opor-me à idéia de que a escola tem de ensinar diretamente o tipo especial de conhecimento e as técnicas que uma pessoa tenha que utilizar mais tarde diretamente na vida. As exigências da vida são demasiadamente múltiplas para permitir que uma preparação tão especializada seja possível como uma ferramenta morta. A escola deveria sempre ter como alvo que o jovem saísse dela como uma personalidade harmoniosa, não como um especialista".

Justamente, o ensino está morto, como por exemplo ao se definir para uma criança de 8 anos de anos de idade que uma ilha é "um pedaço de terra cercado de água por todos os lados". Como eu escrevi várias vezes em meus artigos, essa é uma ilha totalmente morta: não tem praias e conchas, não tem mar, não tem brisa marinha, não tem cheiro e barulho de mar, não tem árvores, bichos, pedras, ondas, etc. etc. Tudo isso pode ser criado na imaginação de uma criança contando-se uma história envolvendo uma ilha -- em lugar de se dar uma definição que mata a imaginação, e que ainda por cima (e por baixo...) está errada!

Essa frase de Einstein lembra diretamente um único método escolar: a Pedagogia Waldorf. Quem não a conhece, não sabe o que é educação harmoniosa.

Veja, por exemplo,

http://www.sab.org.br/pedag-wal/artigos/myths.htm

ou o meu recente

http://www.sab.org.br/pedag-wal/artigos/resenha-50-gr-educs.htm

aaaaaaaaaaaaaa, Val.

-- Valdemar W. Setzer - Dept. of Computer Science, University of São Paulo

http://www.ime.usp.br/~vwsetzer

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Metodologias Ágeis

Aqui vão alguns links para quem se interessa por metologias ágeis de desenvolvimento de software: Palestras do professor Fabio Kon (IME-USP): Sobre XP: http://www.ime.usp.br/~kon/presentations/XP2006.ppt Sobre Refatoração: http://www.ime.usp.br/~kon/presentations/refatoracao2006.ppt Outras: http://www.ime.usp.br/~kon/presentations/ Artigos do professor Fabio Kon relacionados a XP: http://www.ime.usp.br/~kon/papers/jbcs-ese-2007.pdf http://www.ime.usp.br/~kon/papers/jbcs04.pdf Cooperativa de Desenvolvimento Ágil de Software: http://agilcoop.incubadora.fapesp.br/ XP na USP: http://xpusp.sourceforge.net/ Projeto Borboleta: http://borboleta.incubadora.fapesp.br/portal Personal Software Process (PSP): http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/05.reports/05sr003.html PSP na Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Personal_software_process XP na Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa%C3%A7%C3%A3o_extrema O Manifesto Ágil: agilemanifesto.org Livro seminal do Kent Beck: http://www.amazon.com/Extreme-Programming-Explained-Embrace-Change/dp/0321278658/ref=pd_bbs_sr_2?ie=UTF8&s=books&qid=1209574867&sr=8-2 Kent Beck na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Kent_Beck Site do Martin Fowler, outro divulgador de metodologias ágeis: http://www.martinfowler.com/ Agradeço a quem me mandar outros links...

KAUST Discovery Scholarship, deadline May 11

Repassando... ------ Só faltam 12 dias para o fechamento da convocação do Programa KAUST em Brasil e 188 estudantes se registraram. Este número se traduz em aproximadamente 19 estudantes que completarão sua solicitação. Animo você a que nos ajude na promoção do programa nestes últimos dias! Nosso interesse é que os estudantes conheçam da bolsa e aproveitem esta grande oportunidade. Temos um flyer eletrônico muito pequeno que se poderia imprimir e distribuir em sua universidade durante o resto desta semana, como um anúncio eletrônico que pode ser muito efetivo para difusão em seu página web. Agradecemos-lhe infinitamente sua ajuda e se tem qualquer sugestão ou comentário, com gosto pode escrever-nos. Fechamento da convocação: 11 de maio, 2008. Os estudantes devem estar a um ou dois anos para finalizar a graduação. Cursos que participam: chemical engineering, civil and environmental engineering, applied mathematics and computational sciences, mechanical engineering, materials science and engineering Solicitação online: www.kaust.edu.sa Perguntas: bolsas@iielatinamerica.org Muito obrigado, Tonatiuh E. Damian Serna Program Officer Institute of International Education (52 55) 5535 - 4166

segunda-feira, 24 de março de 2008

Descubra sua vocação e seja feliz

Por Reinaldo Polito

Há pouco tempo, conversei com meu amigo Flávio Gikovate sobre um tema em que se especializou - felicidade. Achei interessante o que ele me disse sobre como ser feliz a partir da vocação profissional.

Segundo Gikovate, entre outros motivos, é feliz a pessoa que consegue descobrir sua vocação profissional e tem condições de se dedicar a essa atividade. Concordo com ele. Trabalhar com prazer é sinônimo quase perfeito de felicidade.

Por isso, cada um deve perseguir o sonho de encontrar uma profissão pela qual se apaixone e sinta prazer em se dedicar a ela. A realização desse sonho depende de vocação, preparo, oportunidade, sorte e muita dedicação.

De nada adianta se preparar se não existir vocação. A oportunidade talvez nem seja percebida se não houver preparo. A sorte só mostrará sua face diante da oportunidade. A dedicação só será produtiva se a sorte indicar o caminho certo.

Minha história é uma conjugação de todos esses ingredientes. Não planejei ser professor de oratória. Na verdade eu nem sabia da existência dessa atividade até o dia em que o destino me levou à escola do Prof. Oswaldo Melantonio.

Eu tive um amigo que era extremamente tímido - ficava ruborizado só pelo fato de ser apresentado a alguém. Ele sofria muito por ser assim e me confidenciou que gostaria de mudar, de ser diferente, mais desembaraçado e comunicativo.

Procurei um meio de ajudá-lo e descobri que na Rua Bela Cintra, em São Paulo, havia o curso de comunicação verbal do Professor Oswaldo Melantonio. Eu nunca ouvira falar nesse tal professor e no seu curso, mas disseram-me que ele era muito competente.

Em uma quarta-feira à noite fomos assistir a uma aula de apresentação do curso para saber qual era a proposta do professor. Meu amigo gostou da aula, mas não teve coragem de continuar.

Eu, entretanto, que não tinha a mínima intenção de participar de um curso que ensinava a falar em público, fiquei maravilhado com o que presenciei. Nunca na minha vida vira nada igual.

Naquela noite, ao voltar para casa, não consegui dormir, repassei mentalmente cada detalhe daquela experiência - os temas que foram abordados, a atmosfera da sala de aula, a inteligência, a cultura, a competência e o carisma daquele professor.

Foi uma noite que mudou minha vida. Durante muitos anos freqüentei aquela escola como aluno, depois como assistente e posteriormente como professor do curso.

Quando penso no Professor Oswaldo Melantonio, a primeira imagem que me vem à cabeça é a da sua figura sorridente, esfregando as mãos ao entrar pela porta da frente na sala de aula.

Com barba sempre bem-feita, terno impecavelmente passado, camisa branca de colarinho engomado, sapatos lustrosos e bochechas rosadas, reluzentes.

Diante da sua figura, ninguém mais continuava falando, os alunos emudeciam em uma espécie de reverência àquele que tanto admiravam. Sua figura era eloqüente e às vezes eu chegava a pensar que muito desse magnetismo era produzido pelas suas bochechas rosadas, que davam mais vida ainda à sua expressiva fisionomia.

Posso afirmar que o Professor Melantonio era eloqüente o tempo todo - desde os momentos de maior arrebatamento, quando os temas viajavam entre a história, a política e a filosofia, passando pelos momentos mais plácidos (se é que placidez alguma vez esteve presente no seu comportamento), até os instantes em que estava em silêncio, apenas querendo ouvir e observar.

Às vezes o Professor Melantonio parecia ser eloqüente pela voz, em outros momentos pelos gestos, em outros ainda pelo olhar, permanentemente vivos por trás das lentes dos óculos, mas me surpreendia ao notar que sua eloqüência existia ainda no silêncio.

Sua eloqüência estava em cada detalhe da comunicação. Na maneira correta de usar a linguagem, sem afetação. Pelo estilo natural e elevado como se dirigia aos alunos. Falava com alma, com vivacidade. Como ele mesmo dizia - com anima e cuore.

Em época recente, ao visitar nossa escola, do alto dos seus 80 e tantos anos, usou a palavra para falar diante de um público numeroso que lotava o auditório e, com o mesmo sorriso simpático de sempre, como se avisasse que já tinha a platéia na mão, empolgou a todos - com anima e cuore!

Durante todos esses anos ouvindo o Professor Melantonio nunca o vi tratar de um tema pelo qual não estivesse apaixonado. Falava com paixão da esposa Margot, dos quatro filhos, dos pais, dos alunos, do Corinthians, do socialismo e da sua eterna e inseparável amante, a oratória.

Essa era sua pregação às dezenas de milhares de alunos que preparou: - Apaixone-se por uma causa, não importa qual seja, a religião, a política, a família, o trabalho, a educação, enfim, apaixone-se por uma idéia que julgue valer a pena defender.

De todos os méritos do Professor Melantonio, o mais admirável foi sua habilidade em descobrir qualidades nas pessoas. Impressionava ainda mais a maneira como as elogiava. Sempre com sinceridade.

Se alguém pegar carona no meu carro provavelmente irá ouvir um dos CDs com uma aula do Professor Melantonio, que gravei há mais de 30 anos, na época em que trabalhei como professor na sua escola.
Se olhar atentamente na minha biblioteca, encontrará um enorme livro de capa preta, em que encadernei as apostilas do seu curso no período em que fui seu aluno.

Se assistir às minhas aulas, ou às minhas palestras, e já tiver tido algum contato com o mestre, ficará surpreso com a semelhança do estilo e da maneira de falar. Veja nos vídeos que estão no meu site no final do texto.

Sinto orgulho de ser seu discípulo e seguidor do seu trabalho. Tive muita sorte em tomar a iniciativa naquela longínqua quarta-feira de levar meu amigo tímido para conhecer sua escola.

O mestre não me ensinou apenas a falar em público, preparou-me para fazer o que ele mais sabia - me ensinou a ensinar.

Foi o Prof. Melantonio quem propôs meu nome para ser um dos membros titulares da Academia Paulista de Educação. Na minha posse tivemos um momento de grande emoção ao nos abraçar.

Naquela noite, mesmo sem precisar dizer palavras, sabíamos que em algum lugar no tempo o destino havia reservado algumas páginas comuns para a história das nossas vidas.

Espero que você tenha tido a sorte, ou ainda venha a ter, de encontrar uma pessoa que sirva de referência e de estímulo para suas realizações.

Às vezes essa pessoa já existe e não nos damos conta - pode ser uma antiga professora lá do curso primário, um chefe, um amigo, um tio, enfim, alguém que com seu exemplo e orientação nos ajude a pegar o rumo da vida com as mãos firmes e o coração confiante.

Acima de tudo, tomara que, como eu, você encontre a pessoa que o ajude a descobrir sua verdadeira vocação, que lhe sirva de estímulo para que se apaixone por uma atividade. E que você seja feliz, muito feliz com a profissão que abraçar.

SUPERDICAS DA SEMANA
  • Procure uma atividade pela qual possa se apaixonar
  • Prefira fazer o que gosta mesmo que seja para ganhar menos
  • Se você fizer o que gosta, o dinheiro virá naturalmente
  • Quanto mais você conhecer uma atividade, mais gostará dela
  • Encontre uma pessoa em quem possa se inspirar
  • Não desista nunca. Esteja sempre atento às oportunidades
  • → Livros de minha autoria que tratam desse tema: "Como falar corretamente e sem inibições" e "A influência da emoção do orador no processo de conquista dos ouvintes", publicados pela Editora Saraiva

    Reinaldo Polito

    Reinaldo Polito

    é mestre em ciências da comunicação, palestrante e professor de expressão verbal. Escreveu 15 livros que venderam mais de 1 milhão de exemplares

    Site: www.reinaldopolito.com.br
    e-mail: polito@uol.com.br




    Fonte: http://economia.uol.com.br/planodecarreira/artigos/polito/2008/03/24/ult4385u58.jhtm

    domingo, 23 de março de 2008

    Transformação do CEFET-SP em IFET-SP

    O projeto enviado ao MEC pelo CEFET-SP solicitando sua transformação em IFET-SP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo) está disponível no site do CEFET-SP (clique aqui).

    Leia alguns trechos abaixo:

    O presente documento apresenta a proposta de constituição do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, IFET-SP, mediante a transformação individual do Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo – CEFET-SP.

    (...)

    Quando da conclusão da segunda fase do Plano de Expansão da Educação Profissional e Tecnológica, em desenvolvimento pelo Governo Federal, o IFET-SP contará com 24 campi, localizados em cidades-pólos, distribuídos em todo o estado.

    (...)

    O CEFET-SP, ao longo dos seus 99 anos de existência, conquistou o reconhecimento da sociedade como centro de referência em Educação Profissional e Tecnológica. Esse reconhecimento decorre da excelência e qualidade dos cursos ofertados e da atuação na disseminação das ciências e tecnologias. A transformação para IFET-SP consolida este status, confirmando sua condição de Instituição de Ensino Superior e expandindo sua atuação, em especial, na direção da Formação e Requalificação de Docentes, dos programas de Pós-Graduação e da Pesquisa Tecnológica. Entretanto, esse crescimento significa, sobretudo, um grande reforço à oferta dos cursos técnicos e à formação inicial e continuada de trabalhadores.


    (...)

    Missão

    "Ser agente no processo de formação de cidadãos capacitados e competentes para atuarem em diversas profissões, pesquisas, difusão de conhecimentos e processos que contribuam para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social da nação."

    (...)
    Princípios
    1. Valorização da criatividade, da curiosidade, da inventividade.
    2. Formação do Cidadão Participativo e Crítico.
    3. Desenvolvimento de habilidades relativas ao aprender a aprender e ao ensinar a pensar.
    4. Integração e Inovação.
    5. Flexibilidade e diversidade.
    6. Gestão Democrática e Participativa.
    7. Igualdade de oportunidades e diversidade de tratamento: Respeito às diferenças para promover a igualdade entre os desiguais.
    8. Respeito à autonomia dos valores e das escolhas de cada um.
    9. Valorizar o aprendizado contínuo e o trabalho participativo.
    10. Preservação do Ensino Público de Qualidade.
    11. Valorização do servidor e do Serviço Público.
    12. Pluralismo de idéias e concepções pedagógicas.
    13. Preservação dos princípios do Serviço Público:
    • Legalidade;
    • Impessoalidade;
    • Publicidade - Transparência;
    • Moralidade Administrativa;
    • Eficiência, Eficácia, Efetividade e Economicidade.


    (...)
    Campus Sertãozinho

    Sertãozinho destaca-se como um município com grande potencial econômico decorrente da alta produção de álcool, açúcar e energia, assim como do funcionamento de indústrias de base mecânica, metalúrgica, química e outras. Atualmente destaca-se como um dos municípios que gera maior número de empregos no país. O prédio do Campus Sertãozinho foi concluído no ano de 2007 com área construída de
    3.587,5 m2 num terreno com área total de 48.399,11 m2 . Suas instalações possuem a infra-estrutura necessária para abrigar os cursos técnicos e tecnológicos nas áreas de Mecânica, Automação, Química e Gestão.

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