quarta-feira, 28 de maio de 2008

"Padrões para Introduzir Novas Idéias na Industria de Software"

Olá,

Gostaria de convidar todos para o meu exame de qualificação de mestrado.

Quem sou eu?
- Daniel Cukier

Vou falar sobre o que?
- Padrões para Introduzir Novas Idéias na Indústria de Software

Quando?
28/05/2008 (quarta-feira) às 14:00h

Onde?
Sala 254A - IME-USP

Quem vai me avaliar?
Prof.   Dr. Fábio Kon           - IME-USP
Prof.   Dr. Valdemar W. Setzer  - IME-USP
Prof.   Dr. Roberto Marcondes César - IME-USP
Prof.   Dr. Roberto Hirata Júniori. - IME-USP

O trabalho que apresentarei fala sobre um grupo específico de padrões que foi
usado com sucesso na indústria de software. Esses padrões permitiram que boas e
novas idéias fossem incorporados ao dia-a-dia de algumas institições. É bem
sabido que uma mudança cultural requer tempo e muito trabalho. Principalmente se
essa mudança ocorre em corporações tradicionais, que já possuem um legado
extenso. Esses padrões ensinam a como trabalhar e implantar uma inovação.

Além dos padrões para introduzir novas idéias já existentes, irei propor novos
padrões, grande parte deles relacionados a arte. O uso da arte como ferramenta
de criação e inovação. Como as várias áreas da arte se relacionam com o mundo de
desenvolvimento de software? Como treinar bons programadores, inserindo no
cotidiano deles atividades não exatas como teatro, música, poesia etc?


Daniel Cukier <
danicuki em ime.usp.br>



terça-feira, 27 de maio de 2008

Os 100 municípios que mais geraram empregos no 1º quadrimestre de 2008



Posição MUNICÍPIOS SALDO
São Paulo 104.829
Rio de Janeiro 30.091
Belo Horizonte 25.029
Brasília 14.938
Curitiba 14.850
Porto Alegre 8.602
Campinas 8.403
Salvador 7.926
Goiânia 7.576
10º Franca 7.551
11º Pontal 7.506
12º São Jose dos Campos 7.369
13º São Bernardo do Campo 7.329
14º Sta. Cruz do Sul 6.877
15º Joinville 6.719
16º Manaus 6.567
17º Ribeirão Preto 6.249
18º Sertãozinho 6.052

...

Fonte: http://www.mte.gov.br/sgcnoticia.asp?IdConteudoNoticia=3087&PalavraChave=caged,%20quadrimestre

Justiça suspende concurso da Câmara por 180 dias

Decisão, provisória, foi da Justiça Federal do Distrito Federal a pedido do Ministério Público.
Concurso oferece 212 vagas em 14 cargos e remuneração de R$ 3.252,22 a R$ 9.008,12.
Mirella D'Elia Do G1, em Brasília

A Justiça Federal do Distrito Federal (DF) suspendeu o concurso público da Câmara dos Deputados por 180 dias, informou nesta terça-feira (18) a Procuradoria da República no Distrito Federal. A decisão foi tomada na última sexta-feira (14), mas só anunciada nesta terça-feira (18). O concurso oferece 212 vagas em 14 cargos e a remuneração vai de R$ 3.252,22 a R$ 9.008,12.

 
Segundo o Ministério Público, o Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento (Cefor) e a Fundação Carlos Chagas (FCC), que organizaram o concurso, só informaram os critérios objetivos da correção das provas discursivas após a divulgação das notas dos candidatos. Para o MP, isso "viola os princípios do julgamento objetivo, da razoabilidade, da moralidade e da legalidade".

 

O juiz federal da 9ª Vara da Seção Judiciária do DF, Antônio Corrêa, concedeu uma liminar (decisão provisória) ao Ministério Público, que entrou com uma ação civil pública na Justiça Federal em janeiro. O MP pediu uma liminar para suspender o concurso. No julgamento final, sem data prevista, pede a anulação do concurso.

 

A decisão será válida até que as partes citadas no processo apresentem defesa e que o MP seja ouvido. O objetivo é saber se os candidatos tiveram algum tipo de prejuízo no processo seletivo. Depois disso, o juiz decidirá se manda anular o concurso.

 

A Câmara dos Deputados poderá recorrer ao Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), em Brasília.

 

 Outro lado

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados informou que a Casa, assim que for comunicada oficialmente da decisão, irá acatá-la.

 

A comunicação oficial, segundo a assessoria, não havia ocorrido até às 19h30 desta terça-feira (18). Ressaltou, entretanto, que a Casa já havia suspendido previamente as fases de seleção para o provimento de alguns cargos.


A Câmara divulgou uma nota sobre a suspensão do concurso (leia aqui a íntegra do comunicado).

 

 A ação

O MP analisa o caso desde novembro de 2007, quando candidatos denunciaram supostas irregularidades no concurso, realizado dois meses antes, como a falta de divulgação prévia dos critérios de correção e pontuação das provas discursivas.

 

Na ação, o Ministério Público alega que o Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento (Cefor) e a Fundação Carlos Chagas (FCC) divulgaram os critérios para a correção das provas discursivas somente após a divulgação das notas obtidas pelos candidatos.

 

O juiz Antônio Corrêa destacou, em sua decisão, estar convencido que os concursos públicos devem ter por base parâmetros isonômicos, o que não ocorre sem a divulgação anterior dos critérios utilizados para correção das provas.



Fonte: http://dwarfurl.com/6fb1d

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Games proibidos continuam disponíveis em camelôs e lan houses

Três jogos de vídeogame estão proibidos no Brasil. Para a Justiça, eles fazem apologia ao crime. Há quem condene. Mas há, também, quem defenda esses jogos.


A mercadoria em uma feira no Rio de Janeiro não é droga, mas também é ilegal.

Repórter: É difícil encontrar esse?
Vendedor: É, porque é proibido.
Repórter: Como é esse jogo?
Vendedor: Esse é de tiro, igual a de Lan House.
Repórter: É muito violento?
Vendedor: Normal, de tiro, normal.

Normal? Vence quem matar mais e, em uma adaptação nacional, pirata, como todas as vendidas na feira, ganhou cenários de favelas no Rio e das ruas de São Paulo. Em outro jogo, ganha pontos quem bater mais, humilhar os colegas.

"Nós do Ministério Público estamos plenamente convencidos de que não se trata de um produto lícito", afirma Alexandre Lippi João, da Promotoria de Defesa do Consumidor/RS.

Três games extremamente populares e extremamente violentos estão proibidos no Brasil e mais lançamentos supostamente ainda mais violentos também estão na mira da Justiça.

"Os técnicos nos confirmaram o fato de que realmente o jogo, principalmente para crianças e adolescentes, traz uma série de problemas de deturpação psicológica para o jogador. Eventualmente, em alguns casos, pode levar até ao cometimento de crimes, assassinatos", comenta Fernando de Almeida Martins, procurador da República/MG.

Proibidos nas lojas, pirateados nas Lan Houses – em uma delas, que o Fantástico visitou em São Paulo, os jogos mais violentos estão livremente disponíveis.

"Eu acho até curioso, como a maioria das Lan Houses fica em comunidades carentes, criticar esses jogos violentos como causadores da violência, quando na verdade é o contrário", diz o advogado Antônio Cabral.

Para Antônio, que fez uma pesquisa sobre Lan Houses no Brasil, o problema está do lado de fora: "A violência existe muito anterior a essas Lan Houses e esses jogos despertam muito interesse, porque retratam a vida daquelas pessoas".

E, como acrescenta Silvio Meira, uma das maiores autoridades em engenharia para a criação de videogames no Brasil, a discussão é outra.

"O problema não é se o jogo é violento ou não. O problema é se você consegue separar que o jogo é um jogo e a vida a ser vivida aqui fora, neste mundo de carne e osso, é parte daquilo ou não", explica ele, que é também professor de Informática da Universidade Federal de Pernambuco

Nada como ouvir quem está por trás dos games - por isso, o Fantástico reuniu uma brigada de estudantes de design e desenvolvimento de jogos para saber por que a violência é uma questão tão importante quando se fala de videogames.

"Cada vez mais acontecem conflitos e eventos geralmente isolados dizendo respeito à violência e aos videogames, mas não necessariamente uma coisa está relacionada à outra", alerta Gabriel Monteiro, de 19 anos.

"Desde pequeno há essa educação de saber distinguir o real do irreal. Quando você é criança, você ouve histórias, assiste a filmes, desenhos, e do mesmo jeito o jogo", acredita Bruna Sponchado.

"O videogame foi criado para diversão, então a gente tem direito de interpretar qualquer personagem", defende Rodolfo Oliveira, de 22 anos.

Zeca Camargo: Quando vocês sabem que um videogame foi proibido, qual a reação?

"Proibir esses jogos seria tirar liberdade de expressão de muitas pessoas, principalmente adultos", observa Guilherme Giacomini.

"É um pouco de preconceito ainda: a geração que proíbe mesmo é o pessoal que não teve muito contato com videogame", acrescenta Felipe Zappia, de 20 anos.

Para o professor de informática Bruno Feijó, da PUC/Rio e da Uerj, a proibição não é apenas preconceituosa, mas ineficaz: "Porque ela não tem meios de controlar o acesso, o uso desse conteúdo digital nas suas várias formas, não só o game".

Se proibir não dá certo, qual seria a solução?

"A classificação indicativa dos games vem sendo bastante eficaz nos Estados Unidos, na Europa e em outros lugares. Não há nenhuma razão pela qual não possa ser no Brasil", lembra Silvio Meira.

"Primeiro a gente tem que implementar essa classificação para os jogos e através dela não proibir os jogos para os menores, mas orientar os pais para eles saberem o que estão deixando os filhos jogar", concorda o estudante Guilherme.

"Eu acho que deveria ser decisão dos pais os jogos que os filhos jogam e não uma decisão da Justiça", opina o analista de sistemas André de Leiradella.

André, pai do Lucas, de 4 anos, admite que os games violentos são atraentes, mas monitora as jogadas do filho.

"O jogo violento é tão prejudicial quanto um filme violento, quanto você viver em uma família violenta, mas eu acho que, assim como no filme, a família tem que estar junto, ali acompanhando o jogo, explicando o que é certo, errado", completa ele.

"O que a gente não pode é temer esse futuro, uma ferramenta tão fantástica como é o game. As várias maneiras de mau uso nós temos que enfrentar com toda a consciência e caminhar para esse futuro que é inevitável", defende o professor Bruno Feijó.

Fonte: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1681844-4005,00.html


Leia também OS RISCOS DOS JOGOS ELETRÔNICOS NA IDADE INFANTIL E JUVENIL

Dica do homem que mais ganhou dinheiro no mundo, por Reinaldo Polito

Impressionante a notícia publicada pelo "Valor Econômico". Warren Buffett, o homem mais rico do mundo, aquele que mais sabe ganhar dinheiro, dá uma dica de ouro aos executivos: invistam na comunicação escrita e oral.

Segundo Buffett, "essa competência tem um enorme retorno, pois aquele que se comunica bem tem um grande impacto para vender e persuadir". O investidor bilionário também faz um alerta: "A importância da comunicação não está sendo devidamente enfatizada nas escolas de negócios".

Observe que Buffett não está afirmando que o executivo (e aqui dá para estender aos profissionais de quase todas as áreas) deva ter talento natural, nem que as escolas de negócio precisam se dedicar a esse ensino, mas sim que chamem a atenção sobre a importância da boa comunicação no mundo corporativo.

Outra informação relevante desse lendário mago das finanças é que "aquele que comunica bem tem um grande impacto para vender e persuadir". Com certeza, esse homem tão inteligente, sagaz e experiente não escolheu esses dois verbos sem motivo.

Buffett sabe que na vida, de uma maneira ou de outra, estamos sempre vendendo, seja um produto, seja uma idéia, seja uma competência. E não há dúvida de que, quanto melhor for a qualidade da comunicação, mais eficiente será o vendedor.

Da mesma forma, o homem dos cifrões é astuto o suficiente para saber que, de maneira geral, no mundo dos negócios mais persuadimos do que convencemos.

Enquanto convencer é levar alguém a agir pelo argumento em si, persuadir é fazer com que uma pessoa tome ou não uma iniciativa sem que esteja necessariamente convencida.

A importância da arte de falar bem no processo de persuasão é fundamental, porque pressupõe que aquele que comunica a mensagem sabe quais são as aspirações e os desejos do interlocutor. E conhecer o ouvinte está na essência do estudo da oratória.

Finalmente, cabe aqui analisar a primeira palavra da sua mensagem - retorno. Nesse caso podemos considerar o retorno tanto para quem sabe se expressar bem, como para organização para a qual o executivo trabalha. Mesmo não sendo possível mensurar o resultado com números exatos, os benefícios são muito evidentes.

Bem, se a boa comunicação é assim tão importante para a carreira do executivo e para os negócios das corporações, como será que esse assunto está sendo tratado em nosso país? Até por vivência profissional posso dizer que o tema não foi negligenciado.

Algumas faculdades e universidades, em alguns de seus cursos especiais, ensinam os executivos a falar com segurança, desembaraço e de forma persuasiva. Assim como Buffett, essas escolas também concluíram que a boa comunicação é importante para a atividade do executivo.

Pessoalmente tenho algumas experiências interessantes. Por exemplo, ministro a matéria "Comunicação Oral" nos cursos de pós-graduação em Gestão Corporativa, na ECA-USP, e "Técnicas de Comunicação" no MBA da Faap. Além de conversas adiantadas para assumir as mesmas matérias nos cursos de pós-graduação da Fecap.

Talvez não seja muito, pois esse tema deveria ser ampliado de forma generalizada. Entretanto, temos de concordar que a iniciativa dessas escolas de ponta é um sinal bastante positivo de que a comunicação está sendo vista como assunto relevante.

As empresas também se dispõem a preparar seus funcionários mais importantes para que desenvolvam uma comunicação de boa qualidade. Basta dizer que mais de 60% dos gerentes e diretores que freqüentam meu curso são financiados pelas empresas onde trabalham.

Cuidado para não se enganar. Não pense que falar bem significa apenas "falar bonito", ou que se trata de uma arte que tem importância apenas nos seus aspectos periféricos.

Saiba que, ao contrário do que alguns imaginam, falar bem é saber explorar de forma competente todo o potencial de comunicação que a pessoa desenvolveu ao longo da vida.

Além de saber aproveitar o que a vida naturalmente proporcionou para o desenvolvimento da comunicação, falar bem é acima de tudo saber ordenar o pensamento, usar a argumentação adequada e as técnicas de persuasão para atingir os objetivos pretendidos.

Assim, aprovar um projeto, vencer uma contenda na mesa de negociação, motivar uma equipe a superar desafios impostos pelo mercado, e tantas outras conquistas que fazem parte das atribuições normais dos executivos dependem essencialmente da qualidade e da eficiência da comunicação.

Por isso se você for executivo, ou estiver se preparando ocupar essa função, ou desenvolve uma profissão liberal, ou esteja em qualquer atividade que exija competência na comunicação, não espere mais para buscar seu aprimoramento. Falar bem é uma atividade que além de ser útil dá muito prazer em qualquer circunstância.

Fonte: http://economia.uol.com.br/planodecarreira/artigos/polito/2008/05/26/ult4385u66.jhtm

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