O software foi desenvolvido para Windows, mas roda bem em Linux usando o wine.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Lançamento do ASA-Tableaux
O software foi desenvolvido para Windows, mas roda bem em Linux usando o wine.
Lançamento da InfoQ Brasil
Lançamento do Portal InfoQ Brasil
Vamos juntos fortalecer a Comunidade Brasileira de Desenvolvimento de Software. Evento de lançamento do InfoQ Brasil. Participe!
No dia 01 de Novembro de 2008 a InfoQ Brasil deverá ser disponibilizada ao público. O intuito é Fortalecer a Comunidade Brasileira de Desenvolvimento de Software e para celebrar este momento, nada melhor do que um encontro com os editores e alguns experts sobre os assuntos abordados no portal.
Nesse evento teremos profissionais consagrados no mercado falando sobre os tópicos mais importantes abordados no portal. A grade irá abordar assuntos como Java, .NET, SOA, Ruby, Agile e Arquitetura. Todas as palestras terão um formato de painel, expondo o que há de mais recente em cada Queue.
Acesse e veja a grade de palestras...
Um pouco sobre a InfoQ
Criada em 2004 por Floyd Marinescu e Alexandru Popescu, o portal nasceu com o objetivo de levar conhecimento aos profissionais do mundo todo dando informação mais compreensiva das tendências e inovações do desenvolvimento de software corporativo. A versão brasileira do portal, chamada InfoQ Brasil se unirá aos já consagrados sites internacionais: InfoQ.com, InfoQ China e InfoQ Japão.
Contamos com a sua presença!
Acesse também:
Empresas Ágeis no Brasil
Região Centro-Oeste
Em Brasília-DF
Região Nordeste
Em Fortaleza-CE
Região Sudeste
Em São Paulo-SP
- Objective Solutions
- Paggo
- Caelum (com filiais no Rio de Janeiro-RJ e em Porto Alegre-RS
- LocaWeb
- Teamwate (com filiais em Brasília-DF e na Argentina
No Rio de Janeiro-RJ
Referências
Fonte: http://adolfoneto.wikidot.com/empresas-ageis-no-brasil (será atualizado aqui)Mais um relato do Encontro Ágil 2008: "Acabou que fomos ao Encontro Ágil 2008", por Willi
Conseguimos! Chegamos em São Paulo sãos e salvos e ao Encontro Ágil 2008, que rolou no IME. Só conseguimos andar aqui graças a um GPS emprestado do Léo, amigo do Bruno, claro.
Logo na chegada, eu e o Bruno nos espantamos com a quantidade de gente que estava participando. Tinha uma fila que ia até a parte de fora do IME. Parece que foram umas 700 pessoas. Ficamos felizes em ver como o "movimento" está forte por aqui. E não é à toa. O pessoal tem feito um trabalho de divulgação aqui desde 2001, com a chegada do professor Fábio Kon de um mestrado feito nos EUA.
As melhores partes foram os debates sobre Agile x Capacitações (CMMI, MPS.Br), Agile x Certificações e o "Birds of Feather" que participei sobre Scrum, que acabou sendo sobre "Como vender Agile". Descrevo-os em seguida. Para saber das palestras, visitem o site da AgilCoop, onde publicarão os slides, fotos e filmes, ou este post aqui. O Autor foi nas mesmas apresentações que a gente.
Nos debates, não houve debate na verdade. Não tinha ninguém a favor de certificações ou de modelos de maturidade. Parece que o povo não veio. Por que será?
Na verdade, os modelos de maturidade certificam que você faz direitinho o processo que se propõe, com a premissa de que um processo maduro gera um bom produto. Mas isso não é necessariamente verdadeiro sempre. Se você se propõe a fazer um processo inadequado e fizer ele direito, sairá certificado, mas seu produto pode não sair direito. Isso não garante a qualidade do produto.
Porém, uma reflexão interessante que surgiu foi : "Se isso é tão ruim, não vale nada, por que os gestores de tantas organizações continuam pedindo?". As respostas não foram conclusivas. Na minha opinião, é uma mistura de proteção dos contratantes com jogos de interesses.
Proteção para os gestores poderem dizer, depois de dar problema no projeto, que trataram todos os riscos, tomaram todas as precauções, as empresas eram certificadas, capacitadas e etc. Há a crença de que esses certificados trazem confiança, pois são emitidos por entidades sérias, imparciais e por aí vai. (Vejam que o pensamento é de precaução - se preparando pro pior, não de colaboração!).
Jogo de interesse pois gente das próprias empresas que investiram nesses selos, "influenciam" os gestores para que as incluam como critérios de seleção, para que as empresas tenham vantagem. Os gestores não tiraram isso do nada.
No Birds of Feather, que foi a parte mais legal, estava presente o Juan Bernabó, da Teamware, quem eu vi fazendo a primeira palestra de Scrum em Brasília. Ele me reconheceu pelo agile tales! :) Também tinha um pessoal da Paggo, que acabamos visitando e conhecendo melhor depois (escreveremos sobre isso em breve - muito legal!), e de outras empresas e faculdades.
Discutimos venda de softwares usando agile. A grande falácia é que existe escopo de sistema fechado. O escopo do sistema muito raramente é fechado. As especificações vêm em alto nível e crescem "pra dentro". Logo, vender isso é pedir pra ter problemas na certa! O contrato mais honesto para as duas partes seria o de escopo aberto, mas já que é considerado arriscado demais, o ideal é encontrar outra medida para mensurar o escopo da venda, como pontos por função ou pontos por caso de uso. Preferimos pontos por caso de uso por usarmos modelos mais próximos de estórias, logo, mais visíveis para o cliente.
Outra falácia é que você pode convencer alguém de alguma coisa, e isso não existe (assim como venda, ensino, etc – longa história…). As pessoas que se convencem. Logo, paremos de dar soco em ponta de faca. No longo prazo a verdade aparece. "Deixa estar."
Sobre certificação, a grande questão que ficou entre nós (pois isso não foi discutido no debate), foi de natureza ética. Alguns têm vendido certificações, aproveitando uma demanda do mercado, sem mesmo acreditar no valor delas. (Hate the game, not the players). Certificações não querem dizer que a pessoa é boa, mas que passou numa prova. Só.
Será que não deveríamos investir também na conscientização dessas pessoas sobre o real valor do que estão procurando?
Pra finalizar, 3 outras coisas legais: conhecer as pessoas da comunidade, a comida do evento e um mural para retrospectiva, onde todo mundo colocou o que foi legal e o que poderia melhorar.
Jorge Diz, Ricardo Almeida e Bruno.
O Mural da Retrospectiva.
[]s Willi
Fonte: http://blog.seatecnologia.com.br/articles/2008/10/14/acabou-que-fomos-ao-encontro-%C3%81gil-2008Relato de participação no Encontro Ágil 2008 - André Faria Gomes
Alguns dados interessantes sobre projetos de desenvolvimento de software que foram apresentados:
- 67% ultrapassam os custos
- 83% são cancelados
- 64% das funcionalidades raramente ou nunca são utilizadas
Discutiu-se sobre os extremos de se ter planos demais e não ter plano algum, e sobre níveis de planejamento (estratégico, portfólio, produtos, release, iteração, diário), falou-se sobre estimativas de prazos, grau de incerteza (ao estimar), e problemas de produtividade como a sindrome do estudante (deixar sempre para a ultima hora) e Lei de Parkson (mesmo que a atividade esteja pronta utiliza-se o resto do prazo estimado para coisas desnecessárias), e enfim, foram apresentadas algumas técnicas:
- Estimativa por opinião do Especialista
- Estimativa por analogia (comparação com atividades passadas)
- Divisão e conquista (quebram-se problemas para serem analisados em partes menores)
- Planning Poker
Em seguida houve o Debate "Métodos Ágeis, CMMi, MPS.BR, RUP ou o quê?" dirigido pelo Professor Fábio Kon com participação de Maurício Hermogenes da Paggo, do Rodolfo Ugolini da IBM, do Márcio Tierno da Inmetrics, Dairton e Cézar. A discussão foi muito interessante e os participantes realmente estavam preparados e qualificados para falar do assunto. Tierno recomendou a leitura do artigo "Como a Pixar promove a criatividade coletiva" publicado por Ed Catmull na Havard Business Review, segundo ele tem muito a ver com princípios ágeis.
Após o almoço assisti a palestra "Dificuldades na Implantação de Métodos Ágeis" do Fábio Kon. Falou-se principalmente sobre problemas de relacionamento e comportamento, dificuldades de resistência por parte de gerentes, arquitetos de software, programadores, testadores, DBAs e Clientes.
Em seguida, peguei a última parte da apresentação de Métricas de Software do Jorge Diz da Global Code.
Ao fim da palestra do Jorge, teve inicio o "Birds of a Feather" (grupos de discussões muito semelhantes as Muvucas que ocorrem no Just Java). Em cada uma das seis salas haviam pessoas discutindo diferentes temas relacionados a desenvolvimento ágil, eu participei da discussão sobre testes.
Depois do Coffe Break assisti a palestra "UOL: Chegando no Ágil com Scrum e práticas de XP" por Paulo Cheque e Priscilla Hansted, nessa palestra nos foi apresentado um pouco da trajetória do UOL na implantação de Scrum, falaram um pouco dos projetos da UOL, as ferramentas que podem ser utilizadas para testes (FIT e Selenium), e práticas de XP.
Ainda consegui pegar a última parte do debate "Métodos Ágeis precisam de certificações?" que estava acontecendo na outra sala e após o debate houve um retrospectiva sobre e evento e finalmente o encerramento.
Concluindo, o evento foi muito positivo e proveitoso, foi possível aprender e discutir com grandes personalidades do mundo Ágil além de rever bons amigos e ampliar o networking. Gostaria de dar os parabéns à todo pessoal do IME e da AgilCoop pela organização do evento, a Bluesoft pela iniciativa do patrocínio, e à todos os palestrantes e participantes por colaborarem para que este evento se tornasse realidade.
No meu álbum do picasa têm mais fotos, e o Daniel Cukier também publicou fotos e fez alguns vídeos durante o evento.
PS: Preparem-se para o Rails Submit Latin America, eu e o Júnior da Bluesoft também estaremos lá.




