terça-feira, 17 de março de 2009
Juramento de Hipócrates
Juro por Apolo médico, por Asclépio, por Hígia, por Panacéia e por todos os deuses e deusas, fazendo-os minhas testemunhas de que, conforme minha capacidade e discernimento, cumprirei este juramento e compromisso escrito:
Que considerarei aquele que me ensinou esta arte como meus pais, que compartilharei com ele meus recursos e, se necessário, que proverei o que lhe faltar, que considerarei seus filhos meus irmãos, e que aos do sexo masculino ensinarei esta arte — se desejarem aprendê-la — sem remuneração ou compromisso escrito; que compartilharei os preceitos, instruções e todos os demais ensinamentos com os meus filhos, com os filhos daquele que me ensinou e com os discípulos que assumiram compromisso por escrito e prestaram juramento conforme a lei médica, e com ninguém mais.
Utilizarei a dieta para o benefício dos doentes, conforme minha capacidade e discernimento; eu os protegerei do dano e da injustiça.
Não darei a quem pedir nenhuma droga mortal e nem darei conselho nesse sentido. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher um remédio abortivo. Com pureza e santidade conservarei minha vida e minha arte.
Não utilizarei a faca, nem mesmo em doentes com a pedra, mas cederei o lugar aos homens que praticam esse trabalho.
Em quaisquer casas que eu visitar, entrarei para o benefício dos doentes, evitando toda injustiça voluntária ou outra forma de corrupção, e especialmente as relações sexuais tanto com mulheres como com homens, sejam livres ou escravos.
O que vir e ouvir durante o tratamento ou fora dele a respeito da vida dos homens, e que não for necessário divulgar, calarei, considerando tais coisas segredo.
Se cumprir e não violar este juramento, que eu possa desfrutar minha vida e minha arte honrado entre todos os homens para sempre; mas se eu o transgredir e tiver jurado em falso, que o contrário dessas coisas seja o meu destino.
Fonte: http://www.via6.com/topico.php?cid=7462&tid=108321
segunda-feira, 16 de março de 2009
Quem disse que o Brasil não exporta software? (matéria de revista Época Negócios)
Já virou lugar-comum dizer que o Brasil não tem vocação para exportar produtos de alta tecnologia e valor agregado. Seria nosso destino vender apenas matérias-primas e alimentos. Talvez alguns produtos industrializados, como aviões e automóveis. Mas não é bem assim. Nos últimos anos, o país multiplicou suas exportações de software e serviços de tecnologia. Segundo dados da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), o Brasil faturou US$ 800 milhões nesse setor no ano passado, 13 vezes mais que há dez anos.
Ainda é muito pouco num mercado que movimentou, segundo a Softex, US$ 1,3 trilhão em 2007 em todo o mundo. É uma pequena fração dos US$ 40 bilhões que a Índia, grande estrela desse mercado, exporta por ano na área. É preciso levar em conta que, como a base inicial era baixa, qualquer crescimento tem impacto significativo no resultado. Ainda assim, o desempenho brasileiro revela que há espaço para conquistar uma posição relevante na arena global. "Do ponto de vista da competência, o Brasil está preparado para atender às demandas mundiais", diz Antônio Carlos Gil, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Softwares e Serviços para Exportação (Brasscom).
Entre as empresas brasileiras exportando nesse setor, há gente de todos os portes – de pequenos com faturamento inferior a R$ 500 mil por ano, como a D'Accord, do Recife, que produz softwares musicais, a gigantes como a Politec, com faturamento de R$ 550 milhões em 2007, especializada no desenvolvimento de programas para o sistema financeiro (leia a seguir). "Conseguimos transformar o Brasil numa referência na área de tecnologia", afirma Humberto Luiz Ribeiro, sócio e vice-presidente da Politec.
A vida de caixeiro-viajante digital não é fácil. O governo, segundo os empresários, dá pouco ou nenhum apoio para as vendas externas. Um dos obstáculos é convencer a clientela de que o Brasil é capaz de desenvolver programas inovadores e prestar serviços com qualidade mundial. Mas a legião de empreendedores brasileiros parece insistir em desafiar a lógica.
Uma empresa do Recife cresce com a venda de programas musicais pela
Fundadores da D'Accord, empresa do Recife especializada em softwares musicais, os programadores e sócios Américo Amorim e Jordano de Freitas conseguiram fazer sua primeira venda no exterior por meio da internet. Em 2003, dizem, um ano depois de lançarem um software pioneiro de afinação de violão, um cliente do exterior "baixou" a versão em inglês do programa por meio do site download.com. Pagou US$ 29 com cartão de crédito, sem burocracia alfandegária. "Foi uma grande surpresa", diz Amorim, que tem 26 anos, mesma idade do sócio. Hoje, a D'Accord oferece mais de dez softwares musicais pela web. Contratou nove programadores e um músico. Já vendeu, de acordo com os sócios, 160 mil cópias em 65 países desde o início do negócio. Em 2007, eles dizem que o faturamento alcançou R$ 400 mil. Agora, a empresa está desenvolvendo um game musical para os DJs. Para alavancar os negócios lá fora, fechou uma parceria com a Heg Soft, empresa americana que desenvolve planos de marketing virtual e distribui softwares na internet. "Se você tem um site e consegue gerar tráfego para ele, pode se tornar exportador da noite para o dia", afirma Amorim.
O Brasil usava pouca tecnologia em salas de aula. A solução foi apostar no mercado americano
Em 2003, ao desenvolver seu software de simulações tridimensionais para lousas eletrônicas, o empresário Mervyn Lowe, fundador da P3D, de São Paulo, diz que já estava de olho no mercado externo. Lowe, de 41 anos, afirma que sabia das dificuldades que teria para vender o produto aqui no Brasil, dado o baixíssimo índice de uso de tecnologia em salas de aula na época, mesmo em escolas privadas. Por isso, logo depois de finalizar o produto, diz que foi averiguar o mercado americano. Em sua primeira viagem, visitou a NECC, uma feira anual voltada para o uso do computador no ensino, em Boston, na Costa Leste dos Estados Unidos. Lá, Lowe diz que conheceu representantes da SmartBoard, uma empresa americana criada em 1987 que foi uma das pioneiras no desenvolvimento de programas do gênero. Segundo Lowe, eles se interessaram pelo produto e queriam distribuí-lo no mercado americano. "O pessoal ficou impressionado com nosso software", afirma. "A lousa eletrônica é o ápice da tecnologia."
Lowe diz que levou seis meses para produzir uma versão em inglês do programa, cuja licença custa US$ 700 por unidade. Mas valeu a pena. O negócio lhe abriu as portas do mercado internacional. Hoje, além dos EUA, diz Lowe, seu software é usado em escolas de 12 países, entre eles Inglaterra, Alemanha, Espanha e Finlândia. No Brasil, cerca de 150 instituições já usam o programa da P3D. O faturamento da empresa alcançou R$ 2,5 milhões em 2007, 30% dos quais em exportações, Lowe pretende aumentar a fatia das exportações para 50% do total até 2011.
Engenheiro paulistano prospera com a venda de programas para computadores de mão e celulares
O engenheiro paulistano Marcelo Condé, de 33 anos, fundador da Spring Wireless, especializada na criação de aplicativos para computadores de mão e smartphones, tem marcas poderosas entre seus clientes externos, como o Citibank e a Coca-Cola. Para o Citi, ele desenvolveu um software que permite aos gerentes abrir novas contas fora da agência por meio de um dispositivo portátil. Para a Coca-Cola, um programa usado pelos vendedores da empresa que permite controlar os pedidos em tempo real. Condé diz ter uma parceria com uma das maiores seguradoras da Rússia. A empresa, segundo ele, trabalha com 20 mil corretores que visitam a clientela com dispositivos móveis para fazer simulações e vendas. Hoje, afirma, dos R$ 170 milhões que a empresa faturou em 2007, 10% foram de exportações para 13 países.
O conhecimento do país na área bancária facilita a venda de programas para instituições no exterior
A Politec, uma das maiores empresas de produção de softwares do país, especializada nas áreas financeira e governamental, exportou cerca de R$ 50 milhões em 2007. Foi cerca de 10% de seu faturamento anual, de R$ 550 milhões em 2007. Neste ano, a empresa, que tem sede brasileira, espera multiplicar a receita externa. Afinal, acabou de receber um aporte de US$ 20 milhões da Mitsubishi, um dos maiores conglomerados do Japão, e, até o final do ano, deverá receber mais US$ 60 milhões. De quebra, ainda ganhou a Mitsubishi como cliente. "A negociação levou quatro anos", afirmou Humberto Luiz Ribeiro, vice-presidente e sócio da empresa. "Mas o esforço compensou."
A Politec também deverá oferecer serviços de tecnologia para o Japão. Segundo Ribeiro, o Brasil tem uma das maiores comunidades japonesas do mundo e pode oferecer o serviço por um preço muito menor que o cobrado no Japão. Ribeiro se refere à distância e, principalmente, ao fuso horário entre os dois países. As 12 horas de diferença jogam a favor do Brasil. "Podemos cobrar preços de mão-de-obra noturna para atender os japoneses de dia", diz.
Contrato com a cervejaria abriu as portas do grupo InBev, presente em 32 países
Especializada no desenvolvimento de programas para departamentos jurídicos de empresas, a Tedesco, de São Paulo, entrou no mercado externo pela mão da AmBev, que reúne a Brahma e a Antarctica. Segundo o fundador da Tedesco, Marcelo Madalozzo, o sistema passou a funcionar em versão adaptada às necessidades da AmBev em 2007. Funcionava tão bem, de acordo com o empresário, que um representante da InBev – grupo com sede na Bélgica que controla a AmBev no Brasil – resolveu adotá-lo em todo o mundo. Hoje, o programa roda nos escritórios da InBev de 32 países e em 17 línguas. A próxima meta é chegar aos celulares com tecnologia 3G. Até agora, a InBev é o único cliente externo da Tedesco. Mas Madalozzo diz que a empresa está desenvolvendo projetos na Guatemala e está prospectando clientes em outros países. A julgar pelo sucesso que alcançou com a AmBev, cuja exigência é reconhecidamente alta, tem tudo para dar certo.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI3944-15259,00.html
Morre o diretor da UTFPR Campus de Campo Mourão
Vitimado por uma infecção generalizada, morreu por volta das 21h40 deste sábado (14/3) em Maringá, o professor Celso Aparecido Gandolfo, diretor da Universidade Tecnológica Federal campus de Campo Mourão (antigo CEFET).
Gandolfo, 37 anos, passou mau há cerca de uma semana após comer peixe e uma espinha ter se alojado em seu intestino.
O professor foi internado em Campo Mourão e na quarta-feira transferido para o Hospital Maringá.
Neste sábado a tarde o quadro clínico se agravou com febre superior a 40 graus.
Gandolfo exercia seu segundo mandato como diretor da instituição após ter sido reeleito por mais quatro anos em agosto do ano passado.
Ele era formado em Processamento de Dados pelo Centro de Ensino Superior de Maringá (Cesumar) e estava na UTFPR desde 1995.
Fonte: http://www.colunadoely.com.br/ler_noticia.asp?id=1429

sexta-feira, 6 de março de 2009
Torne-se um Multiplicador em Qualidade de Software
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| PROGRAMA DE QUALIDADE EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE
Etapa 1 - FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES
Venha tornar-se um Multiplicador!!!
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| O CITS – Centro Internacional de Tecnologia de Software em parceria com o SEBRAE/PR lança o Programa de Qualidade em Desenvolvimento de Software voltado às micros e pequenas empresas do estado. A 1ª etapa deste projeto visa a formação de multiplicadores através de cursos gratuitos, capacitando-os como instrutores do pacote de capacitação em Qualidade de Software. Na 2ª etapa os multiplicadores serão contratados para ministrarem treinamentos às empresas paranaenses do mercado de TI. As regiões participantes do projeto são: Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Pato Branco.
A formação dos multiplicadores será composta pelos seguintes treinamentos GRATUITOS:
Inscrições até 20/03/2009
Local de realização da capacitação dos multiplicadores: SEBRAE/PR – Rua Caeté, 150 – Prado Velho - Curitiba/PR.
Pré-requisitos: Os interessados em tornarem-se multiplicadores devem residir nas regiões acima citadas e ter formação ou experiência comprovada nas áreas ligadas à Tecnologia da Informação. Os candidatos passarão por uma seleção através de currículos e disponibilidade de horários para a execução dos treinamentos às empresas.
Os interessados devem enviar seus currículos para educacao@cits.br com o título Qualidade de Software até 20/03/2009
Maiores informações: 41 3025.9659 ou através do e-mail educacao@cits.br
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| Apoio:
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Karina Bettega Espínola
Educação Continuada
CITS - Centro Internacional de Tecnologia de Software
* Rua do Semeador, 702 - CIC CEP. 81270-050 Curitiba-PR
( +55 (41) 3025-9663 - Fax: +55 (41) 3025-9735
http://www.cits.br

quinta-feira, 5 de março de 2009
Organização pessoal melhora a qualidade de vida
Há algum tempo foi realizada uma pesquisa com mais de cinco mil mulheres para saber como elas administram o seu tempo, já que muitas precisam trabalhar, estudar, cuidar da casa, dos filhos, do marido, da família e, ainda, dar espaço ao lazer e aos cuidados com a aparência e a saúde. O surpreendente é que 81% delas dizem conseguir executar múltiplas tarefas com qualidade. Muitas mulheres acabam sendo escravas das urgências, mas buscam constantemente um lugar na sua agenda para cuidar de si mesmas, fazendo uma caminhada ou mesmo indo ao salão de beleza, algo que traz imensa satisfação pessoal para o universo feminino.
É possível perceber que poucas pessoas conseguem alcançar a plena satisfação pessoal em meio a toda a correria do dia-a-dia. O problema é que muita gente faz as coisas certas na hora errada ou, então, gasta muito tempo com atividades desnecessárias. As consequências disso são as horas extras no trabalho, o estresse e a decepção por querer realizar muitas coisas e sentir-se mal por não ser capaz. Quantas vezes você já disse para si mesmo que gostaria de ter mais tempo com os seus filhos, com os amigos, com o companheiro ou, então, mais disposição para si mesmo, mas o cansaço não o permitia? É possível, sim, ser produtivo no trabalho e realizar tudo o que precisa, tendo espaço ainda para aproveitar o melhor da vida pessoal com simples mudanças nos seus hábitos de organização.
Anote tudo, não esqueça nada! Com as novas tecnologias, a famosa e velha agenda de papel vem sofrendo muito preconceito por parte dos profissionais, que, junto com elas, abandonam o hábito de escrever suas atividades. Para os adeptos às inovações tecnológicas, sugiro que procurem algumas ferramentas existentes hoje para a organização pessoal. Adote novamente o hábito de escrever o que precisa ser feito nos próximos dias e planeje a execução. Confiar seus compromissos apenas na memória não é uma maneira recomendável para cumpri-los no prazo correto.
Experimente o método da "calculadoração". Algumas pessoas podem não acreditar no planejamento por não conseguirem cumpri-lo adequadamente. O motivo é que esta organização pode estar sendo feita de forma errada. Muita gente faz uma lista imensa de atividades e no fim do dia percebe que não conseguiu cumprir um terço dela. Por isso, após escrever quais são as suas atividades importantes e urgentes, pergunte-se quanto tempo levará para realizar cada uma delas. Então, some e analise a real possibilidade de fazer tudo dentro do seu tempo disponível no trabalho. A dica é começar com pouco tempo de tarefas e, depois, expandir gradativamente para adquirir esse hábito.
Respeite seus limites. Como hoje as informações correm em uma velocidade acelerada, surgem mais compromissos e trabalho durante o dia. Assim, o tempo destinado à realização daquelas atividades que já haviam sido planejadas é reduzido. Por um desejo - ou uma obrigação - de fazer tudo rápido, as pessoas parecem querer abraçar o mundo e tentam fazer mais do que podem, ficando até mais tarde no escritório ou levando trabalho para casa. Esse é um erro que deveria ser evitado ao máximo. É claro que nem sempre temos como fugir disso, mas realizando um bom planejamento, não desperdiçando tempo e conhecendo nossos limites, podemos fazer aquilo que sentimos prazer e conquistar uma vida melhor, com mais qualidade de vida e satisfação!
Texto adaptado: Christian Barbosa, um dos maiores especialistas em gerenciamento de tempo e produtividade pessoal e empresarial do país.
Para saber mais, acesse: www.christianbarbosa.com.br
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Fonte: http://informativo.ct.utfpr.edu.br/publicacao3/noticia22.php