segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Gisele Bündchen teve seu filho em casa.

Leiam e vejam em http://bit.ly/crgOj1

Gisele Bündchen conta como foi o parto normal e diz não ter babá

Fantástico traz entrevista exclusiva com a supermodelo brasileira, uma das mulheres mais belas do mundo. Ela revela que teve o filho de parto natural, dentro da banheira de casa e sem anestesia.

(...)

No dia 8 de dezembro do ano passado, jornais do mundo inteiro divulgaram o nascimento do bebê. Disseram que ele nasceu em um hospital em Boston, mas Gisele revelou para o Fantástico que teve o parto em casa.

"O meu foi na banheira. Foi um parto na água. É que eu me preparei muito. Eu queria muito ter um parto em casa, sempre achei muito importante. Eu queria ter muita consciência na hora do parto. Eu queria estar consciente e presente do que estava acontecendo. Eu não queria estar dopada, anestesiada. Eu queria sentir, eu queria estar presente. Então, eu fiz bastante preparo. Eu fazia yoga bastante antes do parto. Eu fazia bastante meditação. Então, eu consegui ter um parto super tranquilo em casa. Ele nasceu super tranquilo. Ele é um anjinho por causa disso. Ele nasceu, não chorou, ele ficou o tempo inteiro no meu colo. Então, ele nunca saiu de perto de mim. A minha mãe estava lá. Meu marido, minha mãe e a parteira."

"Eu vou te falar uma coisa, não foi dolorido nem um pouco, porque, durante todo o tempo, a minha cabeça estava tão focada. A cada contração era assim: 'o meu bebê está mais perto, ele está mais perto'. Então, não foi aquela coisa assim: ai que dor! Com cada contração, ele está chegando mais perto de mim. Eu transformei aquela sensação intensa que acontece para todo mundo, em uma esperança de ver ele chegar mais perto. O trabalho de parto durou oito horas".


(...)


Para quem não conhece, um dos maiores especialistas em parto na água no Brasil é o Dr. Adailton Salvatore Meira.

Novidades do professor Valdemar Setzer


There is a new comment on the post "Resposta ao professor Valdemar Setzer".
http://drang.com.br/blog/2008/12/reposta-ao-professor-valdemar-setzer/

Author: Valdemar Setzer
Comment:
Olá a todos,
A contribuição do Adolfo Neto, que me foi comunicada pelo sistema do blog por e-mail, levou-me a ler toda essa discussão novamente.
É muito interessante notar como várias pessoas estão tão dominadas pela tecnologia que não conseguem encará-la com objetividade. Mas o que eu queria mesmo dizer hoje é que há tempos terminei a resenha sobre o livro do Richard Dawkins, _The God Delusion_. Em meu site, ela encontra-se em

http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/review-the-god-delusion.html

e foi publicada agora em janeiro pela excelente revista eletrônica Southern Cross Review.

Tenham dó das crianças e adolescentes. Eles nunca foram atacados de maneira tão agressiva e ampla quanto agora. Sim, como foi comentado por alguém os tempos mudaram -- do ponto de vista humano psicológico e psíquico, para muito pior. E vai continuar a piorar, o que exigirá cada vez mais proteção à crianças e adolescentes. Mas isso requer cada vez mais sacrifício dos adultos (por exemplo, não ter TV em casa ou mantê-la trancado ou desligada, só usando-a em casos muito especiais), o que parece não ser muito do agrado geral.

Para os pais jovens: seus pequenos sacrifícios feitos agora, para preservar a infantilidade e juventude de seus filhos, poderão significar muito menos dores de cabeça e muito mais alegrias mais tarde. Espero que consigam contruir em seus lares um ninho cada vez mais protetor; quando seus filhos voarem dele, terão muito mais energia para enfrentar as crescentes misérias do mundo, e serão muito mais críticos em relação a elas, pois não terão tido contato com essas misérias desde pequenos, acostumando-se a elas. Minha experiência com meus 4 filhos e a de minhas filhas com meus 6 netos (a maior tem 13 anos) tem mostrado isso pontualmente.

De resto, acho que comentei tudo o que escreveram sobre mim e minhas idéias. Se faltou algo, por favor, manifestem-se.

Tudo de bom para 2010. Ah, e também 2011, 2012, etc.!

Abraços a todos.

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Algumas frases da palestra de Barry Schwartz sobre o paradoxo da escolha

http://www.ted.com/talks/barry_schwartz_on_the_paradox_of_choice.html

O dogma oficial das sociedades industriais ocidentais (...) diz o seguinte: se quisermos maximizar o bem-estar dos nossos cidadãos, o caminho é maximizar as liberdades individuais.

O jeito de maximizar a liberdade é maximizar as opções de escolha.

isso está tão incorporado na sociedade que ninguém pensa em questionar.

Hoje em dia, tudo está em aberto.

Isso significa, essa incrível liberdade de escolha com respeito ao trabalho, que temos que nos decidir, uma vez atrás da outra, sobre se devemos ou não estar trabalhando.

A questão é: isso é uma boa ou má notícia? A resposta é sim. (Risos) Todos nós sabemos o que tem de bom, então vou falar sobre o que tem de ruim. Toda essa escolha tem dois efeitos, dois efeitos negativos nas pessoas. Um efeito, paradoxalmente, é que produz paralisia, em vez de liberdade. Com tantas opções para escolher, as pessoas acham muito difícil se decidir.

Paralisia é uma consequência de ter muitas escolhas.

Quando existem várias alternativas a considerar, é fácil imaginar os recursos atraentes das alternativas rejeitadas que deixam você menos satisfeito com a alternativa escolhida.

A razão pela qual tudo era melhor quando tudo era pior, é que quando tudo era pior, havia a possibilidade das pessoas terem uma surpresa agradável.

Você nunca terá uma surpresa agradável porque suas expectativas, minhas expectativas, são muito altas. O segredo da felicidade -- é pra isso que vocês vieram -- o segredo da felicidade é ter baixas expectativas.(Risos)

Porque a verdade é que se você quebrar o aquário para tudo ser possível, você não produz liberdade. Você produz paralisia. Se você quebrar esse aquário para tudo ser possível, você diminui a satisfação. Você aumenta a paralisia e diminui a satisfação. Todo mundo precisa de um aquário.

O fator de distração (ou porque o Kindle pode ser melhor do que o iPad)

Eu não conheço pessoalmente ainda nenhum dos dois (nem Kindle nem iPad) mas acho relevante o ponto abaixo:

"Além disso, há o fator de distração. Quando você lê um livro, você simplesmente não quer ter e-mail, Twitter e o site da ESPN chamando a atenção para o navegador. A ausência desses serviços no Kindle - claro, é também um defeito - na verdade, torna-o melhor para leitura de lazer focalizada."

Tradução (do Google Translate, corrigida por mim) do trecho:

Also, there's the distraction factor. When you read a book, you just don't want to have e-mail, Twitter and the ESPN Web site beckoning from the browser. The absence of those services on the Kindle — sure, it's also a flaw — actually make it better for focused leisure reading.


do artigo:

Three Reasons Why the iPad WON'T Kill Amazon's Kindle



Alagoas no 50 por 1

Gostei muito de assistir ao programa 50 por 1, apresentado Alvaro Garnero. Que saudades da minha terra...

Alguns comentários que encontrei no Twitter:

bairrosdemaceio: @AlvaroGarnero O programa 50 por 1 sobre Alagoas ficou muito bom, nota 10
dandanguedes: @AlvaroGarnero Acabei de ver o 50 por 1 sobre Alagoas, já era fã do seu programa e agora que mostrou as belezas do meu estado fiquei mais!
Glauciinha: Gente, só agora vi o programa 50 por 1 aqui em Alagoas. Caraca, mostrou muito bem minha terrinha. Adorei !! Pra quem não viu, VEJA !!
polibugarin: @AlvaroGarnero FOI MARAAAAAAAAAAAAAAAA!!!! EMOCIONANTE, Alagoas num olhar diverso do 50 por 1. Amamos
LidianneMS: @rezocaguedes amiga veja q maravilhoso!! Alagoas no 50 por 1 - Parte 2 -http://bit.ly/6S5Fvq
LuGregory: @AlvaroGarnero Eu não conhecia Alagoas. Depois do 50 por 1 desse sábado fiquei encantada com o lugar. A edição do programa ficou dez!!! :))
AnisioCarlos: @AlvaroGarnero adorei o 50 por 1 de sábado, pois falou da minha terra linda Maceió -Alagoas abraços !

Veja também este comentário de Richard Plácido sobre o programa no site Antes da Hora. Agradeço muito ao @bira_rodrigues (meu ex-aluno no CEFET-AL, Ubirajara) por ter me indicado estes vídeos.


O programa, dividido em quatro partes, está disponível no YouTube (veja abaixo).







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