Participei ontem da Meia Maratona de Balneário Camboriú, cuja inscrição ganhei num sorteio do blog da Helena Vidal: Correndo de bem com a vida.
Prova muito boa. Bati mais um recorde pessoal. Em futuros posts escreverei sobre a minha participação. Abaixo algumas fotos:
segunda-feira, 20 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
CORRIDA DE RUA SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - 1ª Etapa
Ontém foi a primeira prova em que corri por uma causa que escolhi:
De forma simples (veja o "número de peito auxiliar" na foto abaixo com o Luiz Souza), dediquei a corrida de hoje à ReHuNa, uma organização que congrega várias entidades que lutam em defesa do parto humanizado, sem violência obstétrica.
Admiro muito o trabalho da ReHuNa e de outros grupos em defesa desta causa. Para ver sites que defendem ideais como este e se comunicam com o público em geral (o site de ReHuNa é mais técnico), acesse o Vila Mamífera ou o Parto do Princípio.
Ao correr por uma causa, fui inspirado pelo post da Vivian Dombrowski: Correr por uma Causa.
Bati mais um recorde pessoal. Foi o recorde pessoal dos 10K descalço na faixa 40-45 (ver tabela abaixo).
O site da prova é CORRIDA DE RUA SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - 1ª Etapa. A prova foi ótima! Muito bem organizada. Nada a reclamar de minha parte. O percurso foi de fato aferido, como pode ser visto no site da Federação Paranaense de Atletismo.
Uma corredora passou mal e foi prontamente atendida:
Meu tempo foi de 50:06. Comecei a prova bem tranquilo, pois esta semana foi bem dolorida devido ao esforço feito na corrida da semana passada.
Mas por volta do km 7 um conhecido me disse que havia outro descalço na prova. Era o Juscelino Oliveira. Eu sabia que ele estaria na prova mas não o encontrei antes da largada. Acelerei para encontrá-lo mas não consegui. Ele havia feito a prova dos 5K e não os 10K e terminou bem antes de mim:
Um grande presente que recebi foi no fim da prova ter sido conduzido até a linha de chegada pelo Glacymar Rodrigues. Ele foi correndo junto comigo até a chegada (uns 500 a 1000m). Muito obrigado, Glacymar!
O asfalto de São José dos Pinhais é muito bom. Mas por volta do km 8 tinha um trecho de paralelepípedo e logo depois um pouco de asfalto ruim.
Encontrei várias pessoas na prova: o Luiz e seu pai Mario, o Jefferson (também da CEISZ como o Luiz), o Glacymar, o Eduardo, o Anderson, entre outros.
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| ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento |
De forma simples (veja o "número de peito auxiliar" na foto abaixo com o Luiz Souza), dediquei a corrida de hoje à ReHuNa, uma organização que congrega várias entidades que lutam em defesa do parto humanizado, sem violência obstétrica.
Admiro muito o trabalho da ReHuNa e de outros grupos em defesa desta causa. Para ver sites que defendem ideais como este e se comunicam com o público em geral (o site de ReHuNa é mais técnico), acesse o Vila Mamífera ou o Parto do Princípio.
| Adolfo Neto e Luiz Souza |
| Luiz Souza, Mario (pai do Luiz) e Jefferson |
| Medalha da prova |
Ao correr por uma causa, fui inspirado pelo post da Vivian Dombrowski: Correr por uma Causa.
Outras informações (relato um pouco mais detalhado)
Bati mais um recorde pessoal. Foi o recorde pessoal dos 10K descalço na faixa 40-45 (ver tabela abaixo).
O site da prova é CORRIDA DE RUA SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - 1ª Etapa. A prova foi ótima! Muito bem organizada. Nada a reclamar de minha parte. O percurso foi de fato aferido, como pode ser visto no site da Federação Paranaense de Atletismo.
Uma corredora passou mal e foi prontamente atendida:
Meu tempo foi de 50:06. Comecei a prova bem tranquilo, pois esta semana foi bem dolorida devido ao esforço feito na corrida da semana passada.
Mas por volta do km 7 um conhecido me disse que havia outro descalço na prova. Era o Juscelino Oliveira. Eu sabia que ele estaria na prova mas não o encontrei antes da largada. Acelerei para encontrá-lo mas não consegui. Ele havia feito a prova dos 5K e não os 10K e terminou bem antes de mim:
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| Juscelino Oliveira, um Coxa Runner |
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| Juscelino Oliveira, um legítimo corredor descalço |
Um grande presente que recebi foi no fim da prova ter sido conduzido até a linha de chegada pelo Glacymar Rodrigues. Ele foi correndo junto comigo até a chegada (uns 500 a 1000m). Muito obrigado, Glacymar!
O asfalto de São José dos Pinhais é muito bom. Mas por volta do km 8 tinha um trecho de paralelepípedo e logo depois um pouco de asfalto ruim.
Encontrei várias pessoas na prova: o Luiz e seu pai Mario, o Jefferson (também da CEISZ como o Luiz), o Glacymar, o Eduardo, o Anderson, entre outros.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
O que é um recorde pessoal?
Escuto muitos corredores falarem de recordes pessoais. Mas pesquisando no Google não encontrei nenhuma definição. Portanto resolvi eu mesmo escrever uma definição. E, afinal de contas, se é recorde pessoal, a definição sempre é minha.
A minha definição é:
Recorde pessoal é o menor tempo que um corredor faz numa prova de rua aferida de uma distância padrão (5Km, 10Km, 15Km, 10 milhas, Meia-Maratona, Maratona, entre outras). Os recordes pessoais são relativos à distância, à idade do corredor quando fez o tempo e ao uso ou não de calçados.
Observe que só valem mesmo provas aferidas, seja por uma Federação estadual de Atletismo, seja por algum organismo nacional/internacional. Por esta razão não dá pra falar em recordes pessoais em provas cross country ou montanha. Pelo que sei, geralmente o percurso destas provas não é aferido oficialmente (se eu estiver enganado, me avise nos comentários).
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| Batendo meu recorde pessoal nos 10Km, calçado, na faixa etária 40-45. |
Por exemplo, fiz a última Corrida do Rebouças, uma prova aferida de 10Km, em 43 minutos e 33 segundos (43:33). Este passou a ser o meu recorde pesssoal nos 10Km calçado na faixa etária 40-45.
Como você percebeu na definição, entraram dois fatores que nem sempre são considerados pelos corredores. Para mim os recordes pessoais são por faixa etária. Quando eu completar 70 anos, quero continuar a bater recordes pessoais. Portanto, na minha definição, a cada 5 anos os recordes zeram. Como comecei a participar de corridas de rua em 2011 (já com mais de 35 anos), por enquanto só tenho recoredes pessoais em duas faixas: 35-40 (em competições realizadas até antes de eu completar 40 anos) e 40-45 (em competições realizadas com idade entre 40 e 45 anos). Corredores mais antigos podem ter recordes pessoais em várias faixas etárias.
Outra questão importante para mim é a questão do que estou calçando. Correr calçado é bem diferente de correr descalço. Não necessariamente ao correr calçado corro mais rápido. É apenas diferente. Portanto os meus recordes pessoais são divididos em duas categorias: os obtidos ao correr calçado e os obtidos ao correr descalço.
E você, o que achou da minha definição de recorde pessoal?
domingo, 5 de maio de 2013
Corrida Unidos pela Vida - Rebouças
Como eu já tinha anunciado no post Próximas Provas, partcipei hoje da Corrida Unidos Pela Vida – Rebouças.
Essa prova é e vai continuar a ser uma das minhas favoritas. É muito bom correr no bairro em que trabalho, o Rebouças.
Além disso, é uma prova não tão lotada quanto Adidas/Fila e tem um percurso com subidas, é verdade, mas não tão sacrificante. Em Curitiba não tem jeito. Todo percurso de 10K tem subidas e descidas.
Hoje, no Dia Internacional da Corrida Descalça (depois escreverei um post sobre o dia), decidi não correr descalço porque queria recorde pessoal e porque sabia que o terreno não era o ideal. Corri com um Newton MV2, um calçado minimalista, com drop zero e leve. Não é flexível nem tem bom espaço para os dedos, portanto não é ultra-minimalista. Eu tinha um plano B: uma sacola no bolso. Meu plano era: se eu chegasse ao km 7 com mais de 33 minutos, eu tiraria o tênis e terminaria descalço (pois eu sabia que do km 7 ao 10 o asfalto é bom). Mas como cheguei ao km 7 com 31 minutos, fui até o fim calçado mesmo.
E o recorde pessoal veio. 43:33 nos 10K (veja aqui a evolução dos meus recordes pessoais). Estou muito feliz. Meu recorde pessoal em provas aferidas tinha sido nesta mesma prova em 2012: 45:19. Ano passado fiz também 44:16 mas foi numa prova da SMELJ que normalmente não afere oficialmente seus percursos.
Acho que minha evolução, ainda que modesta, é resultado da utilização do método Maffetone (ver também aqui e aqui). Mas, claro, pode ser simplesmente resultado de dois anos como corredor.
Abaixo alguns gráficos do registro da prova feito pelo meu celular e enviado para RunKeeper e Linha de Chegada (clique na imagem para aumentar):
Nos gráficos dá pra ver o meu pace aproximado durante a prova, a variação de altimetria, etc.
Olhando meus resultados em provas, percebi que no ano passado fui
26 entre 76 na categoria M-40-44 e 124 entre 470 no masculino geral. Este ano fui 17 entre 98 no M-40-44 e 99 entre 526 no geral. Clara evolução.
Depois da prova ainda teve uma excelente confraternização na casa da Marina Brentha com pais e mães do grupo Positivo Run.
Abaixo mais algumas fotos:
| Medalha da Corrida do Rebouças 2013 |
Essa prova é e vai continuar a ser uma das minhas favoritas. É muito bom correr no bairro em que trabalho, o Rebouças.
Além disso, é uma prova não tão lotada quanto Adidas/Fila e tem um percurso com subidas, é verdade, mas não tão sacrificante. Em Curitiba não tem jeito. Todo percurso de 10K tem subidas e descidas.
Hoje, no Dia Internacional da Corrida Descalça (depois escreverei um post sobre o dia), decidi não correr descalço porque queria recorde pessoal e porque sabia que o terreno não era o ideal. Corri com um Newton MV2, um calçado minimalista, com drop zero e leve. Não é flexível nem tem bom espaço para os dedos, portanto não é ultra-minimalista. Eu tinha um plano B: uma sacola no bolso. Meu plano era: se eu chegasse ao km 7 com mais de 33 minutos, eu tiraria o tênis e terminaria descalço (pois eu sabia que do km 7 ao 10 o asfalto é bom). Mas como cheguei ao km 7 com 31 minutos, fui até o fim calçado mesmo.
E o recorde pessoal veio. 43:33 nos 10K (veja aqui a evolução dos meus recordes pessoais). Estou muito feliz. Meu recorde pessoal em provas aferidas tinha sido nesta mesma prova em 2012: 45:19. Ano passado fiz também 44:16 mas foi numa prova da SMELJ que normalmente não afere oficialmente seus percursos.
Acho que minha evolução, ainda que modesta, é resultado da utilização do método Maffetone (ver também aqui e aqui). Mas, claro, pode ser simplesmente resultado de dois anos como corredor.
Abaixo alguns gráficos do registro da prova feito pelo meu celular e enviado para RunKeeper e Linha de Chegada (clique na imagem para aumentar):
Nos gráficos dá pra ver o meu pace aproximado durante a prova, a variação de altimetria, etc.
Olhando meus resultados em provas, percebi que no ano passado fui
26 entre 76 na categoria M-40-44 e 124 entre 470 no masculino geral. Este ano fui 17 entre 98 no M-40-44 e 99 entre 526 no geral. Clara evolução.
Depois da prova ainda teve uma excelente confraternização na casa da Marina Brentha com pais e mães do grupo Positivo Run.
Abaixo mais algumas fotos:
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Calçadas e Ruas de Curitiba
Eu geralmente corro nos parques e ruas de Curitiba. Quando corro nas ruas, geralmente corro nas calçadas por causa dos carros. Em algumas provas, tenho a oportunidade de correr nas ruas por onde passam os carros. Geralmente as ruas são melhores do que as calçadas, mas nem sempre.
Abaixo fotos de alguns dos pisos de calçadas e ruas de Curitiba.
Leia também:
Dia Internacional da Corrida Descalça 2013 em Curitiba
Abaixo fotos de alguns dos pisos de calçadas e ruas de Curitiba.
Leia também:
Dia Internacional da Corrida Descalça 2013 em Curitiba
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| Asfalto chokito não tão ruim, em ciclovia |
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| Asfalto bom |
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| Calçada de paralelepípedos |
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| Calçada de paralelepípedos |
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| Grama |
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| Asfalto (escuro) + concreto (claro |
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| Concreto |
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| Tijolos de cimento |
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| Terra com sujeira e um pouco de grama |
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| Cimento |
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| Asfalto chokito suave |
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| Cimento liso |
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| Asfalto chokito bem ruim |
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