quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Fotos da Praça 29 de Março (e arredores)

A Praça 29 de Março é considerada um dos locais favoritos pelos traceurs (praticantes de Parkour) de Curitiba. E de fato ela tem várias qualidades:

  • Árvores
  • Barras (ver fotos abaixo)
  • Uma Academia Ao Ar Livre (sempre dá para fazer algo)
  • Uma parede com formas de Poty Lazzarotto onde dá para treinar subir, pendurar-se em e descer paredes de forma bem segura.
  • Um ferro circular onde dá para treinar engatinhar (movimento quadrúpede) em ferro entre outras coisas

Além disso, fica relativamente perto do Centro e com fácil acesso por ônibus. Para quem usa carro, tem estacionamento grátis em algumas ruas bem próximas.

E a Ponto B dá aulas de Parkour lá!

Esqueci algo?

Academia ao Ar Livre
Árvore em que dá para treinar subida vertical

Parede do Poty

Parede do Poty

Grade de ferro circular está quebrada

Grade de ferro circular

Barras

Mais barras

Pedestal

Não fiz nada aí.
Parede do Pot


As fotos abaixo já são fora da Praça.

Uma grade legal. Pena que é propriedade privada.

A Praça vista de longe.

A Praça vista de longe.

Árvore perto da Praça.

Uma parede perto da praça que parece ter um ponto de apoio.

Calçado Minimalista Indígena Infantil

Meu colega de trabalho, professor Luiz Ernesto Merkle, sabendo de meu interesse por calçados minimalistas, deu-me um pé de um calçado infantil indígena que ele tinha.

Como vocês podem ver nas fotos abaixo, é apenas um látex que cobre o pé. É fino, flexível, com espaço para os dedos e com drop zero. Enfim, com todas as características de um bom calçado minimalista.

Não tenho informações sobre a tribo que fez o calçado, a época ou qualquer outro dado adicional. Alguém saberia dizer algo mais?











segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Dr. Mark Cucuzzella

Escrevi o texto abaixo em 17/12/2013 (dois anos atrás). Ano passado conheci o Dr. Mark pessoalmente e ele me confirmou várias das coisas que estão no texto.


Este texto do Dr. Mark Cucuzzella, que o Andre Cruz redescobriu pra mim (devo ter lido ano passado), é ótimo.
O Dr. Mark é médico da Força Aérea Americana, professor de Medicina da Família numa pequena universidade, defensor da corrida descalça/minimalista, e um dos fundadores da primeira rede de lojas dedicada exclusivamente a calçados minimalistas nos EUA (e provavelmente no mundo).
Ele tem uns vídeos ótimos no Youtube sobre corrida minimalista.
Ele começou na corrida minimalista por uma lesão séria. Ele sempre foi um corredor rápido.
Neste texto ele fala treinar sempre moderado. Nada de treinos intervalados. Ele inclui piques de 50m às vezes (Maffetone disse em algum podcast que até piques de até 7 segundos podem não afetar o desenvolvimento aeróbico): I do really short neuromuscular work several times a week with 4 short 50 meter strides and light skipping drills.
E educativos (drills). Cucuzzella é fã dos educativos.
Ele diz que corre usando Correct Toes dentro do tênis.
Diz que não faz longão de mais de 2h quando treina pra maratona.
Diz que quanto mais estresse na vida diária, mais leve ele treina.
Na época deste post o Cucuzzella ainda não tinha descoberto o lowcarb. Eu acho que ele não faz lowcarb a ponto de cetose, mas ele disse que depois que descobriu lowcarb passou a comer bem mais gordura.
Alguém achou mais algo interessante neste post?




Este texto do Dr. Mark Cucuzzella, que o Andre Cruz redescobriu pra mim (devo ter lido ano passado), é ótimo.O Dr....
Posted by Adolfo Neto on Tuesday, December 17, 2013

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Um novo MMA

"Talvez o tempo tenha finalmente chegado para termos uma nova definição para a sigla MMA: 'Mixed MOVEMENT Arts' (Artes Mistas do MOVIMENTO). Pois o desempenho de alto nível é que é o verdadeiro objetivo do movimento. Técnicas de artes marciais são a base do MMA, mas o movimento por si só – e no que se refere a mim, o Movimento Natural – é a base para as artes marciais, e para qualquer outro esporte."
Erwan Le Corre, que escreveu o texto acima, morou¹ no Brazil.

Ido Portal, que treinou Conor McGregor, praticou² Capoeira³, uma arte marcial afro-brasileira.

"Talvez o tempo tenha finalmente chegado para termos uma nova definição para a sigla MMA: 'Mixed MOVEMENT Arts' (Artes...
Posted by Primal and Paleo Fitness Brazil on Wednesday, December 16, 2015

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

To Be & To Last: Documentário sobre Parkour

Assisti ontem este ótimo documentário. A autora ganhou uma bolsa para estudar os diversos usos de Parkour e outros tipos de movimentação natural na reabilitação e na movimentação de pessoas com dificuldades (amputados, idosos, obesos, cadeirantes, etc.).

Enfim, não é aquele Parkour "radical" que vemos no Youtube de jovens se arriscando. É um Parkour mais adequado a pessoas como eu. Em um momento aparece na tela o termo  "Low impact Parkour" (Parkour de baixo impacto).

É um documentário que te inspira a tentar aprender Parkour, pois poucos de nós temos dificuldades maiores do que as pessoas que aparecem no vídeo.

Uma das pessoas mais conhecidas no mundo do Parkour, Julie Angel, que fez até doutorado sobre Parkour (a tese virou livro e DVD) e mantém um grupo sobre pesquisa em Parkour no Facebook, aparece no filme. Ela é a criadora do vídeo Movement of Three, mencionado em Natural Born Heroes.

Destaque também para as cenas em que aparecem algumas pessoas com calçados minimalistas. Praticar Parkour com calçados minimalistas ou descalço me parece muito importantes nos movimentos de Parkour que exigem sentir onde o pé está localizado. E acho que ajuda também a evitar dar pancada (em paredes, no chão) com a parte inferior do corpo.


Cena do documentário em que aparecem calçados minimalistas.



 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Academia ao Ar Livre serve para alguma coisa?

Para quem não conhece, uma Academia Ao Ar Livre (ver fotos abaixo) é uma espécie de imitação de uma Academia de Ginástica, só que com aparelhos quase sem peso.

Em geral, pouco útil e baseada num paradigma errado.

Mas, fugindo do propósito original de cada aparelho, consigo achar alguma utilidade (por exemplo, fazendo movimentos úteis para o Parkour).

Todas as fotos em tamanho original estão em em https://plus.google.com/+AdolfoNeto/posts/YeXiANKkUnZ.

O que dá para fazer?

(1) Dá para fazer pull ups num dos equipamentos que ter argolas no alto. No mesmo equipamento, dá para treinar quedas de uma pequena altura, soltando-se. 

(2) Dá para saltar os equipamentos mais baixos 

(3) Dá para transpor alguns equipamentos que tem barras horizontais acima da cintura 

(4) Dá para saltar dos mesmos que são usados em (3) 

(5) Dá para subir e se pendurar na placa de instruções 

(6) Dá para usar um dos equipamentos para fazer barras paralelas.  

E mais umas coisinhas mais que não me lembro ou não consigo descrever adequadamente.  

A vantagem destes espaços é que quase nunca tem alguém então dá para se exercitar fazendo coisas estranhas com tranquilidade. Dia desses um chato veio me explicar como fazer corretamente o exercício em (1). Ele achou que eu não sabia...








segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A Intolerância aos Carboidratos e o Teste das Duas Semanas de Maffetone

O Teste de Duas Semanas de Philip Maffetone é uma das suas mais interessantes criações e recentemente li de novo sobre ele no fantástico Natural Born Heroes (trechos aqui).

Tem gente que acha que come muitos carboidratos e estes não lhe causam nenhum problema. Mas como ter certeza se não trazem? Simples! Fazendo o teste de duas semanas.

Leia o texto completo, com tradução da Regiany Floriano, do Menos Rótulos. Agradeço publicamente a ela, que traduziu depois que eu postei o link num comentário de um post na página do Menos Rótulos no Facebook.

Link para a tradução: http://www.menosrotulos.com.br/2015/11/a-intolerancia-aos-carboidratos-e-o.html

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O que une Parkour, Corrida Descalça, Coding Dojo, Meetups?

Resposta: são soluções simples para problemas que muitas pessoas acham que devem ser resolvidos de forma bem mais complexa.

Por exemplo, para aprender práticas ágeis, alguns podem achar que é necessário fazer um curso, com um instrutor experiente, que vai cobrar caro.

Um exemplo (não é exatamente prática ágil, mas foi o que me veio agora): R$ 2.100,00 por um curso (com certificação) de SAFe http://www.adaptworks.com.br/TurmaDetalhes/certificacao-SAFe-agilist/1529.

Mas e se um grupo de pessoas se reunir, sem cobrar nada (ou apenas uma taxa de manutenção), e conseguir fazer algo quase tão bom, ou talvez até mesmo melhor, do que um curso pago? Esta é a ideia dos Coding Dojos, dos Coderetreats, dos Meetups e de algumas Hackathons.

Da mesma forma Parkour pode ser feito por qualquer um em qualquer lugar. Para aprender, basta ver vídeos na Internet (Youtube, Facebook), ler posts, ler livros, etc. A maioria absoluta do material está disponível de graça. Isto não quer dizer que não vale a pena pagar um bom professor, como o pessoal da Ponto B daqui de Curitiba http://www.aulasdeparkour.com.br/. Mas existe a alternativa gratuita.

Com a Corrida Descalça é a mesma coisa. Muito do que sei, do que aprendi, aprendi de graça, através das experiências de outros. E por isto mesmo tento compartilhar minhas experiências de graça.

Pensamentos que me vieram após assistir os 10 primeiros minutos desta entrevista com David Belle, um dos fundadores do Parkour.

PS: Quer discutir este e outros temas, ver vídeos, trocar exepriências? Participe do grupo Primal/Paleo Fitness Brasil no Facebook.

Imagem de entrevista com David Belle


Excelente vídeo, legendado em português e inglês, com um dos fundadores do Parkour: David...
Posted by Primal and Paleo Fitness Brazil on Wednesday, November 18, 2015

sábado, 31 de outubro de 2015

Nova página (Primal and Paleo Fitness Brazil) e post sobre MovNat

Criei uma página no Facebook para divulgar atividades como Parkour, MovNat, Corrida (lenta ou moderada, estilo Maffetone), Corrida descalça, Primal Fitness, etc. Enfim tudo que tem uma certa inspiração paleo. O nome da página é  Primal and Paleo Fitness Brazil. Vou dar preferência a textos em português e vídeos feitos no Brasil.

Um dos posts foi o de hoje, sobre MovNat:

Pequena nota em português sobre MovNat publicada na revista Trip em 2009. 
MovNat é um método de ensino de movimento natural criado pelo francês Erwan LeCorre. 
É óbvio que o movimento natural existe há bastante tempo. O que é novo é o método de ensino. E o próprio Erwan reconhece que não foi o primeiro a criar um método. Ele inspirou-se em várias pessoas, entre as quais Georges Hebert. Leia a história do Método Natural em  https://www.movnat.com/the-roots-of-methode-naturelle/  e futuramente num livro que Erwan está escrevendo:  http://www.amazon.com/Practice-Natural-Movement-Reclaim-Freedom/dp/1628600233/
O livro Natural Born Heroes: How a Daring Band of Misfits Mastered the Lost Secrets of Strength and Endurance​, de Christopher McDougall​ liga também o surgimento do MovNat a um período que Erwan passou na Amazônia e depois a workshops que ele realizou em Itacaré, na Bahia. 
Alguém aqui pratica MovNat?
http://revistatrip.uol.com.br/revista/178/salada/in-natura.html
Você está acima do peso? Sofre de dores crônicas ou falta de vitalidade? Se for o seu caso, talvez você tenha a “síndrome do zoológico humano”. “Trata-se de um fenômeno global e crescente, fruto da sociedade moderna, em que a humanidade está desconectada de sua verdadeira natureza e por isso sofremos física, mental e espiritualmente”, defende Erwan Le Corre, criador do método que promete resgatar os instintos primitivos de cada um, o MovNat. Trata-se de um treinamento físico feito ao natural, em que o participante explora diferentes paisagens e se movimenta conforme a geografia do lugar: pulando ribanceiras, atravessando rios e até mesmo carregando pedras. Os benefícios? Condicionamento físico, coragem e força de vontade. Para o fim do ano, Le Corre planeja ensinar o método em Itacaré, na Bahia. 


Fonte: 

Pequena nota em português sobre MovNat publicada na revista Trip em 2009.MovNat é um método de ensino de movimento...
Posted by Primal and Paleo Fitness Brazil on Saturday, October 31, 2015

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Mentes Modernas: Mais do que Multitarefa, Dr. Phil Maffetone

Tradução de Modern Minds: More than Multitasking, do Dr. Phil Maffetone

Fonte: http://philmaffetone.com/modern-minds-more-than-multitasking/


Focar em mais do que uma atividade por vez pode melhorar sua habilidade de fazer isto, e ao mesmo tempo impulsionar sua função cerebral.

Humanos ficam mais fascinantes na passaagem do milênio. Parece que foi ontem que aprendemos que o mundo era redondo, desenvolvemos álgebra, e desenvolvemos os meios para voar. E como todo mundo na era digital sabe, nós podemos agora fazer duas ou mais coisas ao mesmo tempo. Podemos mesmo?

Os seres humanos têm sido multitarefa por eras. Quando esta habilidade é desenvolvida corretamente e com segurança, ela pode de fato melhorar a capacidade de multitarefa em si e ao mesmo tempo aumentar a função cerebral. Entender mecanismos de multitarefa pode literalmente ajudar a função corporal inteira a ficar melhor pois fazer isso dispara vários benefícios terapêuticos internos através de atividade cerebral e fluxo sanguíneo aumentados.

Para mim, multitarefa é fazer simultaneamente duas ou mais  coisas muito bem. Ou várias, ou às vezes mesmo muitas. Note a ênfase em muito bem. Isto vai além de caminhar e mascar chiclete ao mesmo tempo. Ter uma conversa importante com alguém enquanto ele ou ela está distraído em suas outras tarefas no celular provavelmente não é uma boa conversa. E todos nós sabemos sobre os riscos de falar ao telefone enquanto dirigimos.

Tudo o que fazemos é parte de uma multitarefa, que inclui fazer cada tarefa única com a alta qualidade merecedora desta obra-prima chamada cérebro. Durante o fazer de multitarefas, cada tarefa deve receber a mesma atenção que receberia se fosse nossa única tarefa. Quer envolva cozinhar, atividades no jardim, ou juntar dados digitais, cada tarefa é uma parte separada porém intrincada de outra, e de geralmente mais tarefas, todas gerenciadas por um cérebro. Um ótimo chef pode preparar uma deliciosa referição de quatro pratos para 10 pessoas tão boa — alguns diriam melhor — do que uma refeição por vez. Um ótimo clínico irá avaliar o paciente de várias formas tudo de uma vez — enquanto observa o movimento do corpo, escutando a qualidade da voz, sentindo o odor, tomando notas ou tomando a pressão sanguínea, e formulando a próxima questão relevante. Nós todos queremos ser ótimos humanos.


Frequentemente o cérebro está fazendo várias tarefas subconscientemente. Por exemplo, eu logo irei parar de escrever este artigo, permitindo que várias áreas do cérebro assumam e meditem sobre o rascunho. Retornar a ele um dia ou dois depois irá geralmente trazer resultados muito bons  — uma nova descrição, uma linha final melhor, uma contagem de palavras reduzida. Este tipo de multitarefa pode também ocorrer enquanto dormimos, com uma versão mais fresca do rascunho do texto assim que acordamos. Nós frequentemente acordamos com ideias novas pelas mesmas razões.

Enquanto a mente humana faz multitarefa bem, algumas pessoas são também altamente eficientes em fazer multitarefa física também.

Pode o cérebro de fato executar duas ou mais tarefas motoras  — algum tipo de manobra corporal  — tão bem quanto pode separadamente? Provavelmente não precisamente, mas próximo, especialmente quando praticado. Malabarismo é um exemplo comum, mas não é muito diferente de lavar pratos enquanto cozinha um par de itens no forno, faendo quatro diferentes cafés do Phil ao mesmo tempo, e tocando música, que exige várias manobras físicas e mentais precisas. Sem dúvida algum grupo de psicólogos fez algum experimento em algum lugar medindo quantos erros são feitos. E sem dúvida havia muita multitarefa envolvida naquela pesquisa — dinâmicas de grupo compôem uma lista intrigante de atividades do tipo multitarefa, e de errros humanos.

Uma outra forma de multitarefa é sentir o movimento na mente. Isto pode realmente fazer os neurônios trabalharem, por assim dizer, ligando caminhos motores para músculos em preparação para ação no caso de você de fato querer executar a tarefa. Esta imagem mental tem sido por longo tempo utilizada em uma variedade de esportes com aplicações óbvias. Pense sobre seguir um certo caminho através das árvores, ou uma rota pela cidade. Enquanto estas ações mentais por si só são um grande exercício mental, elas também são a base para memorizar grandes volumes de material. E se você comete um erro durante suas viagens, não fique frustrado demais  — o cérebro não gosta de hormônios do estresse.

De volta à questão do erro humano, que pode ocorrer, e de fato ocorre durante multitarefa física e mental. Considere o uso de celulares enquanto se dirige e o risco aumenatdo de acidentes. Conversas sem as mãos ainda são multitarefa, e ainda podem aumentar o risco, assim como uma discussão com um passageiro.

Se nós conscientemente tentamos focar em um evento dentro de uma multitarefa isto pode levar a erros, como bater seu carro. É por isso que, mesmo à distância, você pode perceber que outro motorista está falando ao telefone — o veículo desacelera quando o motorista está falando ou digitando, um reflexo do cérebro para reduzir a velocidade na esperança de diminuir o nível de perigo.

Parece que nosso mundo digital moderno acelerado nos força a fazer multitarefa mais, como se tivéssemos mais a fazer estes dias. Nós temos encontros de negócio ou discutimos questões sensíveis enquanto dirigimos, ou durante o almoço.

Apesar de eu gostar de minha mente multitarefa ao olhar para a natureza ou para fora de uma janela de avião, outros  não conseguem fazer isso. Alguns de fato se sentem desconfortáveis se não há nada na frente deles para fazer multitarefa. Eles parecem estar sentados calmamente, mas o cérebro está furioso — isto se mostra nos dedos remexendo ou nas pernas inquietas, giros rápidos de cabeça e olhos correndo.

Gerenciar nossas múltiplas tarefas pode envolver aprender como desistir. Nós devemos ter algumas de nossas zonas de conforto colocadas em nosso dia, não importa quão ocupados aparentemos estar. Enquanto nesta zona, assim como em nossos sonos de noite completa, devemos desligar o estresse. Dirigindo o carro, comendo uma refeição, ou relaxando depois de um dia ocupado são momentos para dar à mente uma pausa curta. É o momento ideal para liberar todas estas outras coisas que estão acontecendo na cabeça   — e deixar nossa mente lidar com isso subconscientemente. Nós podemos literalmente mudar nossas mentes ao recrutar nossos outros sentidos, como ao cheirar as rosas. No carro, por exemplo, podemos escutar música agradável — da mesma forma nos horários de refeição enquanto saboreamos os sabores e aromas da boa comida. Voltar a multitarefas mais óbvias após esta pausa curta irá fazer a mente — e o corpo todo — mais eficiente, mais criativo, economizar tempo, e nos ajudar a cometer menos erros.

Muitas pessoas já fazem multiarefa muito bem, apesar de alguns ainda não terem consiciência disso. Outros não fazem bem. Independemente, permitir que a mente faça mais é um dos seus prazeres, e uma outra forma de exercitá-la, de um ponto de vista neurológico.

Neste caso, multitarefa é mais do que um jogo — fazê-la traz mais sangue circulante ao cérebro pois mais centros estão ligados, mais nutrientes entram, mais neurônios se conectam uns aos outros, portanto melhoram nossa rede neuronal. Tudo levando a um cérebro melhor mais capaz de fazer multitarefa — e fazer tudo o mais — mais eficientemente. 


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Barefoot Runners from Brazil | Corredores descalços do Brasil

I know there is no such a thing as a barefoot runner. There is someone running barefoot. These are some pictures from some friends (most of the I haven't met in person yet) that occasionally run barefoot here in Brazil. And there are many others, of course.

Eu sei que não existe "corredor descalço". O queexiste é alguém correndo descalço. Abaixo vão algumas fotos de alguns amigos (a maioria deles eu não conheço pessoalmente ainda) que ocasionalmente correm descalços aqui no Brasil. E existem outros, claro.

Conhece algum(a) que não esteja nas fotos e tem uma foto dele(a)? Avise-me e postarei aqui.

Quer começar a correr descalço? Não vá rápido demais! A transição pode ser longa. Comece lendo esta página.



Adolfo Neto
Curitiba - PR

Izidro Martins
Brasília-DF

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jeferson Strujak
Curitiba-PR

Juscelino Oliveira
Fazenda Rio Grande-PR

Leonardo Liporati - Belo Horizonte - MG
Cátia Caldeira - Belo Horizonte - MG
Arnoldo Boson Boson - Belo Horizonte - MG
Fonte: Eles correm descalços (iG)


Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Florianópolis-SC


Marcelo Menecucci
Porto Seguro - BA

Reges Crs - Rio de Janeiro_RJ
Cátia Caldeira Soares - Belo Horizonte-MG 

Reges Crs - Rio de Janeiro_RJ
Cátia Caldeira Soares - Belo Horizonte-MG

Reges Crs - Rio de Janeiro_RJ






Desafrio Urubici 👣❄ #desafrio2015 #barefoot #barefootrunning #runlikehuman #running #run #focoradical

A photo posted by Luciano (@lucianobfaustino) on

#desafrio #desafrio2015 #barefootrunning #running #trailrunning #runlikehuman

A photo posted by Luciano (@lucianobfaustino) on

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