quinta-feira, 7 de março de 2013

Correr tem que doer? Não!




Fonte da imagem: página de Jessica Crate
Tradução do texto da imagem:

"Correr é difícil de explicar.
Sim, dói.
Sim, é um dos melhores sentimentos do mundo.
De alguma forma, isto faz sentido...
SE VOCÊ É UM CORREDOR."

Não concordo que correr doa. Para mim, quase nunca dói. O que é difícil, muitas vezes, é animar-se para começar a correr. Isto acontece porque levamos uma vida muito sedentária. Não trabalhamos nos exercitando (pelo menos não a maioria de nós). Então, sair da inércia é complicado muitas vezes. Mas depois que você começa a se exercitar, fica mais fácil. Eu sempre começo andando por 5 minutos, pelo menos. Só começo a correr depois desse início de aquecimento. Lição de Philip Maffetone.

Translation:

I don't agree that running hurts. For me, almost never hurts. Sometimes it is difficult to start a run. That happens because we lead a sedentary lifestyle. Therefore, sometimes it is difficult to start. But once you begin, it becomes easier. I always start my runs by walking for at least 5 minutes. It is the beginning of my warm up. Only after those 5 minutes, I slowly start to run. A lesson by Philip Maffetone.

3 comentários:

  1. Acredito que a dor seja quanto a isso que você comentou Adolfo, o estado de inércia.
    Posso citar a questão das unhas também. COnheço um monte de gente que dizia para mim que correr é certeza de perder unhas (esse era um dos motivos que me afastava da corrida). Arrisquei e vi que não é bem assim não. Perder unha não é pré requisito. Assim, doer não é pré requisito par acorredor também. Mas às vezes e para alguns, dói.

    Abraços

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    Respostas
    1. Luiz,

      minha preocupação maior é com a dor voluntária. O "no pain, no gain" (sem dor, sem ganho). Se a pessoa quer ter dor, OK. Mas dizer que sem dor não há ganho é pura mentira.

      Segundo Maffetone, deveria mudar a frase para:

      no pain, no gain, no brain

      que traduzido fica

      sem dor, sem ganho, sem cérebro.

      Isto é, só pessoas sem cérebro devem acreditar em "sem dor, sem ganho".

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  2. A corrida deve ter uma aproximação divertida e leve. O movimento simples e a sensação de bem estar vai trazer mais pessoas a praticar a corrida se ela for = a leveza. E não o contrário (no pain no gain).

    Será que esta frase conseguiria ser encaixada nos desportistas de origem Africana?

    Eles são um bom exemplo disso e como se constroem atletas ao contrário do (pain no gain).

    É a primeira mensagem que transmito como uma correcta aproximação à corrida quando tenho oportunidade.

    Pequeno e bom tema que faz toda a diferença.

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