sábado, 25 de maio de 2013

Barigui Night Run 2013


Mais uma prova divertida. Barigui Night Run. 10,4Km em 53:53. Prova bem organizada. Percurso com algumas subidas. A pior foi uma de uns 37m de altitude em 700m de distância.


Mais de 1600 concluintes, somando os concluintes dos 5K e dos 10K. Gostei da quantidade de banheiros: 20! Bem diferente da Meia Rio-Mafra, que tinha 6.

Encontrei na prova o pessoal da Trainer (minha assessoria), os COXA RUNNERS Alexandre Silva e Derujo, o pessoal do grupo de Corrida do Clube Santa Mônica (treinados pelo João de Paula - que está na foto abaixo) e as amigas do Positivo Run.

João é também treinador do Positivo Run. Foi meu primeiro treinador e até hoje é um grande amigo e mestre.

Encontrei também o Antonio Denilson Canuto (só na largada) e o Anderson Ribeiro (durante o aquecimento).

O Anderson, salvo engano, foi primeiro na sua categoria nos 10K.
Já o Alexandre Silva foi o segundo nos 5K.
Parabéns aos dois!

Corri de Newton MV2, pois ainda estou me recuperando da corrida do domingo passado. Corri em ritmo mais lento do que meu normal, pela mesma razão.


Eu e João de Paula

Medalha da Barigui Night Run

Altimetria da Barigui Night Run

Percurso da Barigui Night Run
 Mais fotos:
















sexta-feira, 24 de maio de 2013

Meia Maratona de Balneário Camboriú - relato

Corri a Meia Maratona de Balneário Camboriú no último domingo. Estou sem tempo para escrever um relato mais completo (com figuras da altimetria e ritmo), como fiz de outras provas, então vamos a um relato mais textual.


Indo para Balneário Camboriú no dia da prova


A pior parte da prova foi ter que acordar 1h da madrugada do domingo. Tinha ido dormir às 22h do sábado e a sensação de acordar após ter dormido apenas 3 horas é péssima. Na confusão mental em que estava, não encontrei a passagem de ônibus que já havia comprado (nem o dinheiro que havia reservado para o táxi). Decidi ir assim mesmo e comprar outra passagem. Deu certo e na rodoviária fiquei sabendo que posso trocar a passagem que não usei por dinheiro.

Fui de carro até a rodoviária, deixei o carro no estacionamento e peguei o ônibus das 2h15 da madrugada. Consegui até dormir umas 2 horas no ônibus. Cheguei por volta de 5h35 na Rodoviária e fiquei esperando o dia clarear. Como o dia não clareou, fui caminhando no escuro mesmo até o Parque Unipraias, onde aconteceu a prova. O problema foi que acabei demorando demais na rodoviária e no final tive que correr um pouco para chegar a tempo de pegar o kit (que estava com meu amigo Heitor Lopes, que também correu a prova) e deixar minha mochila no guarda-volumes.

Por falar na mochila, acho que levei peso demais nela. Estava com medo de me molhar e levei roupa sobressalente demais (para trocar depois da prova). Acabei não usando e o peso extra na mochila me prejudicou (cheguei um pouco cansado para a largada da prova). Machuquei um pouco o quarto dedo (partindo do dedão) do pé esquerdo, acho que foi numa cartilagem que fica entre o dedo e o pé. Ou seja, de acordo com a figura abaixo, entre a falange proximal e o osso do metatarso. Mas nada muito grave, espero. Doeu um pouquinho durante a prova. Está doendo ainda hoje (quinta-feira), o que indica que tenho que repousar. Mas não me atrapalhou tanto.

Lesões têm muitas causas, como foi discutido ontem em Por que o corredor se lesiona? Uma delas com certeza foi o fato de ter feito três provas relativamente fortes em três finais de semana seguidos, todas com recorde pessoal.


Ossos e cartilagens do pé.
Fonte: http://www.auladeanatomia.com/osteologia/peosso.htm


O ideal nesta prova é ir no dia anterior e dormir num hotel. Mas, se não for possível, como foi o meu caso pois tive que trabalhar no sábado à tarde, é sim possível fazê-la saindo de Curitiba de madrugada. Só não pode levar muita coisa na mochila.


A prova


Comecei a prova sentindo o pé um pouco gelado. Estava frio e úmido. Havia chovido. Mas aos poucos fui me soltando.

O começo da prova é chato de tão plano. Por sorte tem a praia ao lado.

Depois chega-se ao Morro da Rainha. O morro nem é tão complicado assim.  A diferença entre a base e o topo é de apenas 30 metros. Mas ele é bem inclinado então tive que desacelerar bastante. A descida não é tão inclinada mas ainda assim temos que desacelerar um pouco.

Depois de passar pelo morro tem a parte mais feia da prova, em que não tem praia :) Logo depois chegamos à Praia Brava, em Itajaí. Depois mais um trecho sem praia e voltamos ao morro. Fique assustado. Chegamos rápido demais ao morro :)

Depois de subir e descer o morro (e na volta a inclinação da subida é menor, já a da descida é grande), voltamos ao plano. Nos últimos 6Km estava me sentindo bem e acelerei.
 
Consegui fazer split negativo, isto é, fiz a segunda metade em menos tempo do que a primeira metade. Fechei em 1 hora, 49 minutos e 38 segundos. Só descobri o tempo ao passar na linha de chegada. Antes disso nem olhei as parciais no relógio. Tinha quase certeza que ia bater meu recorde pessoal descalço na faixa 40-45 (que era de 2h12) então fui sem muita pressão. Mas fiquei muito feliz ao chegar e ver que tinha conseguido sub-1h50.

Minha média de batimentos foi 170 e meu máximo foi 186. Considerando que meu máximo medido é 187, em nenhum momento fui a todo vapor (se o monitor cardíaco fui preciso). Foi um ritmo bom. Não terminei a prova exausto. Poderia ter dado mais. Mas não sei se fazer isso seria saudável.
 

Conclusão


Meia-maratona é muito bom. Dá aquele gostinho de prova feita e não desgasta como uma Maratona. Quem disse isso não fui eu, mas o Tomaz Lourenço, criador da Revista Contra-Relǵio, que conheci durante a corrida. Ele puxou conversa comigo ao ver que estava descalço, como o funcionário dele, Sérgio Rocha, já fez em algumas provas.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Fotos - Meia Maratona de Balneário Camboriú 2013

Participei ontem da Meia Maratona de Balneário Camboriú, cuja inscrição ganhei num sorteio do blog da Helena Vidal: Correndo de bem com a vida.

Prova muito boa. Bati mais um recorde pessoal. Em futuros posts escreverei sobre a minha participação. Abaixo algumas fotos:






















segunda-feira, 13 de maio de 2013

CORRIDA DE RUA SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - 1ª Etapa

Ontém foi a primeira prova em que corri por uma causa que escolhi:


ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento


De forma simples (veja o "número de peito auxiliar" na foto abaixo com o Luiz Souza), dediquei a corrida de hoje à ReHuNa, uma organização que congrega várias entidades que lutam em defesa do parto humanizado, sem violência obstétrica. 


Admiro muito o trabalho da ReHuNa e de outros grupos em defesa desta causa. Para ver sites que defendem ideais como este e se comunicam com o público em geral (o site de ReHuNa é mais técnico), acesse o Vila Mamífera ou o Parto do Princípio.






Adolfo Neto e Luiz Souza
 
Luiz Souza, Mario (pai do Luiz) e Jefferson

Medalha da prova

Ao correr por uma causa, fui inspirado pelo post da Vivian Dombrowski: Correr por uma Causa.


Outras informações (relato um pouco mais detalhado)


Bati mais um recorde pessoal. Foi o recorde pessoal dos 10K descalço na faixa 40-45 (ver tabela abaixo).

O site da prova é CORRIDA DE RUA SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - 1ª Etapa. A prova foi ótima! Muito bem organizada. Nada a reclamar de minha parte. O percurso foi de fato aferido, como pode ser visto no site da Federação Paranaense de Atletismo.

Uma corredora passou mal e foi prontamente atendida:
 

Meu tempo foi de 50:06. Comecei a prova bem tranquilo, pois esta semana foi bem dolorida devido ao esforço feito na corrida da semana passada.

Mas por volta do km 7 um conhecido me disse que havia outro descalço na prova. Era o Juscelino Oliveira. Eu sabia que ele estaria na prova mas não o encontrei antes da largada. Acelerei para encontrá-lo mas não consegui. Ele havia feito a prova dos 5K e não os 10K e terminou bem antes de mim:

Juscelino Oliveira, um Coxa Runner

Juscelino Oliveira, um legítimo corredor descalço




Um grande presente que recebi foi no fim da prova ter sido conduzido até a linha de chegada pelo Glacymar Rodrigues. Ele foi correndo junto comigo até a chegada (uns 500 a 1000m). Muito obrigado, Glacymar

O asfalto de São José dos Pinhais é muito bom. Mas por volta do km 8 tinha um trecho de paralelepípedo e logo depois um pouco de asfalto ruim. 

  
Encontrei várias pessoas na prova: o Luiz e seu pai Mario, o Jefferson (também da CEISZ como o Luiz), o Glacymar, o Eduardo, o Anderson, entre outros.