terça-feira, 23 de setembro de 2014

Prêmios por categoria, Medalhas e Camisetas nas Corridas da Região do Triângulo da Carolina do Norte

Comentários que postei no blog Recorrido, do Danilo Balu, no post De prêmio por categoria, Medalhas e Camisetas:

Nas provas em que tenho participado e/ou acompanhado aqui nos EUA, na região do Triângulo (Raleigh, Durham e Chapel Hill) da Carolina do Norte, a situação foi a seguinte:
– Medalha só em meia-maratona e maratona. Ganhei 3 até agora (das nove em que participei http://www2.dainf.ct.utfpr.edu.br/Members/adolfo/atividades/esportes/race-results) sendo que uma foi por ter sido o primeiro na faixa etária. Então, na prática, foram só duas, as das meias maratonas.
– Camiseta: algumas provas deram, outras não. Mas a maioria dá sim, se você se inscreve com antecedência. Como em algumas eu me inscrevi no dia, não ganhei camiseta. Das 9 provas, 8 tinham camiseta. E só duas de tecido tecnológico. O resto era de algodão mesmo.
– Premiação por categoria tem aqui sim. Mas o valor geralmente é irrisório. Das que fiz, quase nunca foi dinheiro. Em geral era um vale-compras (o que significa que você vai acabar gastando para usar). Eu consegui ganhar 2 prêmios no valor total de 35 dólares. Eu gostei, mas prefiro que não tenha essa premiação.

Mais outras coisas sobre a região do Triângulo da Carolina do Norte (e que provavelmente se repetem em outras partes dos EUA):
– Em algumas provas tem a opção “competitivo” e “não competitivo”. Isto é, alguns correm com chip e número de peito (e concorrem aos prêmios por categoria), outros só com número de peito. Em alguns casos as largadas foram em momentos diferentes. E, em alguns caso, o preço era o mesmo :) 
– Em algumas provas tinha até a opção correr sem sair de casa. Como o objetivo de muitas provas é ajudar instutições de caridade, você pode fazer sua doação mas não ir correr/andar.
– Muitas provas deixam bem claro que você pode correr ou andar. Até na meia-maratona que fiz neste sábado 20/09/2014 dava para terminar andando.
– Somente numa prova com mais de 10 mil participantes tinha guarda-volumes. No resto, você tinha que se virar ou deixar debaixo da mesa da organização.
– Aqui tem mais variedade de distâncias. Apesar de a maioria das provas ser de 5K, tem também 1 Milha, 5 Milhas, 8K, 10 milhas, e, claro, meia-maratona e maratona.
- Aqui muitas provas tem parte do percurso nas greenways, que são caminhos pavimentados no meio das árvores. São caminhos por onde não passam carros. Logo, usá-los não interrompe o trânsito. 62% da meia-maratona que corri no sábado (ver aqui http://bit.ly/1mL0x7R) foi em greenways. Aqui os trechos: http://bit.ly/1mL0Qj0  e http://bit.ly/1mL0NDD. Total: 13,2Km. E o resto do percurso não era em ruas muito movimentadas.
- Nem toda prova tem fotógrafos tirando fotos dos participantes. Das que tiram, algumas dão de graça. Outras cobram bem caro (30 reais a foto, por exemplo).


Kit da Race 13.1
Medalha da Race 13.1
Greenway que vai ser usada numa prova.

Aviso de uso da Greenway

sábado, 20 de setembro de 2014

The Magnificent Mile Race

Foi minha segunda prova de milha (UMA MILHA = 1.609m). A primeira no plano (a anterior tinha sido em descida).

Aconteceu neste domingo 14 de setembro, às 2 da tarde, em Raleigh.

Inicialmente, eu estava planejando sub-6 minutos. Mas, analisando meus tempos pelo McMillan Running, que previu 6:12 com base no meu melhor tempo de 5K, resolvi tentar apenas sub-6min30. Só que dava sim, pois devo ter feito algo entre 6:03 e 6:06. Pena que o sistema de cronometragem falhou comigo e mais outras pessoas e meu tempo deu 6:09 (o que dá um ritmo/pace de Sei que falhou pois larguei atrás e meu tempo bruto saiu igual ao tempo líquido.



Chegada



 Corrida de milha é complicada. Não dá pra perder tempo com nada. Perdi tempo com algumas coisas:
  • Larguei atrás demais e teve tráfego. O tráfego me atrapalhou bastante no primeiro quarto (aproximadamente 400m) de prova.
  • Ao largar, fiquei procurando o tapete de cronometragem no chão. Não tinha tapete. Era algo dos lados. Passei andando o primeiro metro (talvez mais). E demorei para apertar o botão de início no relógio.
  • Na chegada, demorei para dar o sprint final.

E no final eu cheguei sem ar, tossindo. Não é agradável...

Uma das únicas formas de se obter um percurso plano aqui em Raleigh é fazer uma prova curta. Mesmo assim o percurso era assim: primeiro quarto de prova em leve (bem leve) subida, dois quartos no plano, e parte final em descida (de volta ao ponto inicial).

No meio da prova tinha um cronômetro. Acho que quando passei estava aproximadamente 3:03. Como eu tinha largado de trás, ali me animei a tentar sub-6.

Lembro que demorei para dar o sprint final. Só me animei mesmo quando um senhor de 54 anos (pelo que vi na lista dos resultados) me passou. Ali vi que eu podia dar mais e acelerei. Mesmo assim não foi o suficiente para conseguir um sub-6.

Os resultados estão em http://www.precisionrace.com/magnificent-mile-race-results/

Novamente uma prova sem medalha. Pra mim não é problema.

Corri com meu Inov-8 Road-X-Extreme 138. Bem adequado para este tipo de prova. Dava pra correr descalço. E tinah um casal usando Vibram Five Fingers.

As fotos oficiais dos corredores na prova ainda não saíram Fotos oficiais aqui.

Fotos da largada que peguei do Facebook do Tyler Pake:






Abaixo algumas fotos que eu tirei:

Meu lanche pré-prova: iogurte integral com mel.

Vaga de Estacionamento onde fica o carro da prefeita

Vaga de Estacionamento onde fica o carro da prefeita

Inov-8 138








Demonstração de taekwondo


Tenda onde você pode ver os resultados logo depois da prova



Entrega dos kits (chip e camiseta apenas)



























 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Rebaixamento de Recorde Pessoal na Meia-Maratona

Através deste post venho oficializar o rebaixamento do meu recorde pessoal na meia-maratona. Eu considerava como meu recorde pessoal na meia maratona a marca de 1:41:00 obtida na Meia Maratona Noturna de Curitiba 2012. Por que não considero mais? Porque olhando a definição de recorde mundial, a meia maratona de Curitiba, apesar de ter sido difícil e com muitas subidas e descidas, teve um percurso em que o final era mais de 21m mais baixo do que o início. Isto é, globalmente foi uma descida.

O tempo de 1:41 continua sendo meu recorde pessoal, mas é agora meu recorde pessoal de meia-maratona em descida (e usando calçado - pois separo os recordes obtidos descalço dos obtidos calçado).

Outra razão para eu ter tomado esta decisão foi o fato de que corri uma prova de uma milha neste domingo. Na prova de milha em descida que fiz em 4 de julho consegui 5:28. Na de descida mal baixei de 6:10. Para ter um lugar especial para meus recordes em provas em descida, criei uma nova categoria na planilha abaixo. E criei uma nova coluna para meus recordes em provas de uma milha.


Complicou mais ainda, mas eu gosto desta complicação :)


A Arte de Aferir Percursos

Foi publicada no site Running Journal uma entrevista com um aferidor de percursos que conheci aqui em Raleigh. O nome dele é Mike Walsh e ele já aferiiu vários percursos por aqui.

Está aí algo que gostaria de fazer: aprender a aferir percursos. Já entrevistei aqui no blog o Sr. Neimar, que afere percursos em Curitiba. Aqui você pode acessar a página de percursos medidos da CBAT, e aqui a da Federação de Atletismo do Paraná.

Mike Walsh


Abaixo a minha tradução da entrevista, feita com a ajuda do Google Tradutor. 
O original está em http://running.net/read_new/art-certifying-courses


A Arte de Aferir Percursos

Por Teri Saylor com Mike Walsh
 


Em uma recente corrida social do grupo de corrida "North Carolina Road Runners Club", eu entrei em uma conversa entre os corredores de Raleigh Mike Walsh e Jennifer Ennis, que estavam lembrando da prova NCRC Classic, uma meia maratona (e 10K) anual que o grupo organiza todo mês de abril.  
Uma chuva torrencial justo antes da corrida colocou parte do percurso sob a água, apenas horas antes do horário de início. Então Mike, um aferidor de percursos local que já havia medido os percursoscarregou seu equipamento, e voltoupara redirecionar e recalcular os percursos.

 
Como uma corredora ocasional que leva aferição de curso como certa, essa história me levou a pensar sobre o que acontece na aferição de corridas de rua e por que isso é importante. Sentei-me com Mike e conversamos sobre o processo. Aqui está um trecho da nossa conversa:


 
TS: Por que as corridas aferem os seus percursos?
MW: Para certificar-se de que os percursos são distâncias precisas, mas o mais importante é ter certeza de que eles não são curtos, porque se um recorde é batido em um percurso mais curto, não vai valer. Um monte de pessoas hoje em dia também afere para ter certeza de que eles têm um bom recorde do percurso. É um processo muito rigorosamente medido e documentado.


TS: Tem a ver com o USATF (Federação Americana de Atletismo) também? Eles exigem isso?
MW: A USATF sempre exige que o percurso seja aferido se você desejar sancionar a corrida. Para que recordes sejam reconhecidos pela USATF, o percurso tem de ser sancionado. A sanção vem com um monte de outras coisas, tais como os padrões que você vai usar para organizar sua prova; como você organiza a sua linha de chegada - todos os tipos de coisas que têm a ver com o aspecto competitivo da prova. E é claro que ela (USATF) tem que ter certeza de que o percurso é aferido, porque o percurso tem que estar certo.



TS: Como você mede um percurso para a certificação?
MW: Eu uso o método da bicicleta calibrada. O equipamento é muito simples. Você tem uma bicicleta e você basicamente usa um contador de rotações, mas é todo o processo de calibrar sua bicicleta, medindo o percurso, fazendo toda a papelada, que faz a aferição forte. Meu percurso de calibração é de 400 metros. Eu saio e eu rolo minha bicicleta esses 400 metros e eu conto as revoluções e as revoluções parciais, e eu faço um pouco de matemática. Então, quando eu saio e eu defino um percurso de 5K, eu posso rolar 2.515,28 revoluções. Minha bicicleta tem uma precisão de cerca de duas polegadas (cinco centímetros)


TS: Você tem uma bomba que mede a quantidade exata de ar em seus pneus?
MW: Eu tenho, de modo que fique próximo. Mas a coisa toda é a sua calibração, pois o tamanho do pneu pode variar um pouco dependendo da temperatura. Quando fica quente, os pneus ficam maiores e quando está frio, os pneus encolhem. Então é por isso que você sempre calibra. É um metodo muito básico, mas sólido.


TS: Você tem um contador que vai contar isso? Você não tem que colocar uma cartão em seus raios e contar os cliques?   
MW: Muito engraçado. E o contador é importante, mas é o processo que é fundamental - há um manual de 75 páginas descrevendo-o. Primeiro você calibra a bicicleta, e então você calcula o que você vai definir para a distância. Você vai fazer um caminho "determinado"  no percurso para marcar o início e o fim. Em seguida, você vai fazer uma caminho "medição", e comparar os dois caminhos para se certificar de que eles estão próximos. Então você chega em casa e  faz uma pós-calibração - se o seu pneu de bicicleta perdeu o ar, por exemplo, ele teria mudado a dimensão da roda. Então você tem que certificar-se a roda não ficou menor. Se ela tiver ficado menor, então você tem que voltar para o percurso e ajustar os seus pontos para se certificar de que ainda é suficientemente longo. Finalmente, você completa a papelada e desenha um mapa detalhado. Você entrega isso na sua aferidora USATF do estado, que completa oficialmente o processo de certificação para o percurso e atribui-lhe um número USATF.
 

TS: Quanto tempo leva?
MW: Uma prova de 5K demora cerca de uma manhã. Um passeio de bicicleta vai me levar duas ou três horas e depois há um outro par de horas para a papelada. Eu posso fazer uma aferição de 5K em uma visita, mas uma meia maratona ou percursos mais longos muitas vezes me tomam duas, três, às vezes quatro visitas.


TS: Todos os percursos têm que ser certificadas?
MW: Hoje, eu acho que sim. Os corredores esperam isso. O que acontece se você sair e correr um percurso de 10K que alguém mediu usando um odômetro de carro? E você corre seu grande Recorde Pessoal e depois descobre que não eram 10K; eram 9,8Km. As pessoas hoje em dia competem contra si mesmas e a distância. Você quer saber se você está correndo a distância real


TS: E quanto aos voluntários, os grupos de igrejas, ou as instituições de caridade que apenas dizem "queremos fazer uma corrida para angariar fundos, vamos fazer uma corrida de 5K"? Eles aferem seus percursos?
MW: A maioria faz isso hoje em dia. Quando você vê um diretor de prova obtendo a aferição de seu percurso, você sabe que vai ser uma corrida de boa qualidade, porque eles estão prestando atenção aos detalhes. Você sabe que a pessoa provavelmente sabe que precisa ter água suficiente. Eles sabem o suficiente para organizar uma boa linha de chegada. Tudo sobre essa corrida vai ser num padrão mais elevado. A maioria dessas corridas pequenas, de igrejas e de entidades beneficentes, são aferidas nos dias de hoje, porque eles sabem que os corredores olham para isso - e eu tenho medido algumas corrida pequenas realmente boas.


TS: Você teve o desastre com a Meia Maratona NCRC quando (uma parte do percurso) foi inundada um dia antes da corrida. Como você fez a aferição, porque você disse que pode levar várias visitas para poder certificar uma meia maratona?
MW: Eu tive algumas coisas loucas acontecendo. Uma foi a Meia Maratona Clássica da NCRC. Seu percurso estava debaixo de água. Felizmente, eu tinha realmente bons registros de quando eu tinha medido antes, então eu sabia a distância exata entre os dois pontos onde foi inundado. Por isso, nós redirecionamos o percurso de forma teríamos aquela distância em outro lugar, e eu segui o processo de certificação. Isso foi rápido, porque só tive que fazer o ajuste. Eu terminei em cerca de seis horas.


TS: E é por isso que você tem que manter bons registros. Por que sua papelada tem que ser sólida.
MW: Eu tenho uma pilha desta altura (ele afasta suas mãos cerca de dois metros de distância), nunca jogo fora uma única nota ou diagrama. Eu fiz 86 trabalhos de aferição até agora, todos os quais foram aferidos (é claro!). Certa vez eu estava no meio da medição da Tar Heel 10-Miler (10 Milhas Tar Heel, em Chapel Hill, NC), e eu tive um prego no meu pneu. Então eu peguei um pedaço de duck tape que eu tinha no meu kit, e eu cobri gravei o prego no lugar para que ele não saísse. Então eu pedalei com muito cuidado. Eu terminei toda a aferição e quando eu voltei eu fiz a minha pós-calibração. Eu descobri que eu não tinha perdido nada de ar!




TS: Quanto custa para obter uma aferição de percurso?
MW: Os preços variam muito em todo os EUA. Eles até mesmo variam aqui na Carolina do Norte. Mas, porque a aferição é válida por 10 anos, ela é muito acessível quando você faz as contas. Como regra básica, se você dividir o custo por 10 anos, geralmente você paga menos do que uma taxa de inscrição da corrida por ano para a organização, e custa menos do que as bebidas esportivas, números de peito, camisetas, etc! 

 
TS: Para encontrar alguém para aferir seu percurso, onde você procura?
MW: Visite o link dos aferidores na USATF. Procure um aferidor local. Encontre alguém próximo, que faz um bom trabalho e desenvolva um relacionamento 
forte com eles. Você nunca sabe quando o seu percurso da prova vai inundar


TS: Que conselho você daria para alguém que quer planejar uma corrida a ser aferida?
MW: Em primeiro lugar, a maioria dos aferidores não fazem o projeto do percurso, e aqui está a razão. Diretores de corrida locais sempre sabem o que é incrível sobre a sua região. Então conheça sua região e descubra o que vai fazer ela realmente ter um ótimo percurso e, em seguida, entre no MapMyRun para finalizar seu percurso. Traga a sua paixão para ele. Mas antes de você chegar muito longe, forme um time com um aferidor para se certificar de que seu curso pode ser medido e ajustado para a distância. Nada me deixa mais animado do que sair em um trabalho de medição e dizer para mim mesmo: "Uau, este é um percurso que os corredores realmente vão amar". 





Para mais informações:
Se você quer encontrar alguém para aferir sua corrida nos EUA e obter a sua certificação, visite a USATF: http://www.usatf.org/events/courses/measurers/
Se você quiser aprender a entrar no jogo da aferição, visite o Conselho Técnico de Corrida de Rua da USATF: http://www.rrtc.net/

Sobre Mike:
Mike Walsh, 46, começou a correr em 2001. Começou a aferição de cursos por curiosidade, e descobriu que tem um talento especial para isso. Além disso, a aferição incorpora muitas de suas atividades preferidas: andar de bicicleta, fazer matemática, e mapas de desenho. Ele já completou cerca de 75 maratonas ou distâncias mais longas. Sua mais longa corrida foi a ultra maratona Masochist, onde ele correu 54 quilômetros. Ele praticou engenharia elétrica e computação em sua carreira de engenheiro. Hoje ele trabalha na divisão de treinamento de Arrow Electronics onde ele  ministra treinamento técnico sobre produtos de tecnologia. Ele gosta de correr, andar de bicicleta e passar tempo com sua esposa e dois filhos. Ele é ex-presidente do North Carolina Roadrunners Club.


Teri Saylor escreve e corre em Raleigh, N.C. Encontre-a em terisaylor (EM) hotmail.com

PS: O Corrida no Ar já fez uma excelente matéria sobre o mesmo assunto:

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Corridas nos EUA e novos grupos lowcarb-paleo

Neste post vou comentar duas coisas.

A primeira são as corridas nos Estados Unidos. Pra ser correto, só posso falar das corridas aqui na região do Triângulo da Carolina do Norte (Raleigh, Durham e Chapel Hill).

Algumas observações iniciais, ainda a confirmar (pois estou aqui desde abril apenas, portanto vivi apenas primavera e verão):
  • A maioria das provas é de 5K. É até difícil encontrar uma prova de 10K.  Mas existem muito mais provas com distâncias alternativas do que no Brasil: 1 milha, 8K, 5 milhas, 10 milhas.
  • A maioria das provas tem sua distância aferida oficialmente (USATF certified). E são cronometradas.
  • A maioria das provas contribui com alguma causa, alguma instituição de caridade. Algumas são até mesmo organizadas por estas instituições.
  • A maioria das provas não oferece medalha de participação. Meias-maratonas e maratonas sempre dão medalha de participação.
  • A maioria das provas permite inscrição na manhã da corrida.
  • A maioria das provas custa entre 20 e 40 dólares (exceto as meias e maratonas).
  • A maioria das provas permite a participação de caminhantes.
  • A maioria das provas é relativamente pequena, com menos de 500 participantes.
  • A maioria das provas fornece uma camiseta de tecido simples mesmo. Nada daqueles tecidos "tecnológicos", como se fala por aqui.


Depois do desastre que parece ter sido a Meia Maratona de Curitiba 2014, acho que ler os pontos acima pode nos ajudar a pensar em mudanças nas provas no Brasil. Minhas sugestões iniciais são:
  • Precisamos de mais provas sem medalha de participação. No Brasil, é muito raro uma prova sem medalha.
  • Precisamos de mais provas pequenas, com menos de 500 participantes.
  • Precisamos de mais aferidores para que quase todas as provas sejam aferidas.
  • Precisamos de mais provas por boas causas.
O que acham?

Novos Grupos Low-Carb e Paleo


Devido ao bloqueio inesperado e injustificado do Facebook a dois grupos relacionados a dietas low carb e paleo, antigos grupos se fortaleceram e/ou surgiram novos grupos. Abaixo uma lista (possivelmente incompleta) de grupos low-carb e paleo:

Acho que com o passar do tempo estes grupos irão crescer e superar em participantes os anteriores. Não há como colocar o gênio de volta dentro da lâmpada. As pessoas estão experimentando low-carb/paleo, estão gostando, e compartilhando com seus amigos. Nenhum terrorismo tecnológico vai acabar com isso.

Conhece algum outro grupo de brasileiros que não esteja na lista acima? Avise-me que coloco aqui.

E, claro, existe a página Dieta Low-Carb e Paleolítica, com 3293 curtidas. Esta página não foi excluída, mas todos seus posts antes de 31 de agosto foram.



#LetBrazilGoPaleo (leia aqui o texto do Lucio Amorim)