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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Jeferson Strujak descalço na Maratona de Curitiba 2017

O Jeferson Strujak (ver http://professoradolfo.blogspot.com.br/2017/03/relato-do-jeferson.html) correu a Maratona de Curitiba 2017 e me enviou a seguinte mensagem:

"Bom dia,

Como vai amigo, quais são as novas?

Segue fotos da Maratona de Curitiba 2017, para que mantenhamos viva a chama do minimalismo, não só na corrida, mais também em nossa vidas.

Segue Amplexos e Anexos."



Resultados neste link




quarta-feira, 29 de março de 2017

Relato do Jeferson

Já falei sobre o Jeferson algumas vezes aqui. Ele me enviou o relato abaixo:

Caro amigo, li, mesmo que atrasado seu excelente post sobre, A Situação do Minimalismo e da Corrida Descalça, e por este motivo resolvi escrever sobre minhas últimas experiências.

Durante o ano de 2016 fiz 80% dos meus treinos descalço, com pouca quilometragem e baixa intensidade, e poucas provas. A maior experiência foi quando em novembro recebi um e-mail da Maratona de Curitiba avisando que era a última semana e, por impulso, me inscrevi mesmo sem ter “treinado”. Decidi levantar no domingo seguinte e correr a maratona. Por algum motivo achei que correr calçado iria diminuir a dificuldade da “peleja”. Lá fui, com uma sapatilha Hattori da Saucony. Já no inicio percebi que havia algo me incomodando, estava inquieto, eis que num breve percurso avistei minha esposa e filho, e “pinchei” fora a sapatilha. Lá fui feliz e satisfeito correr a maratona com os pés no chão e completar com muita alegria.

No início de 2017 resolvi comprar uma huaruache Luna Sandals, para os treinos noturnos. Porém, quando iniciei os treinos com a sandália, simplesmente não gostei, não achei que superava as que eu tinha feito anteriormente, e abandonei e voltei com os pés no chão. Até que um dia comprei um chinelo, no estilo havaiana com tiras atrás com o cômico nome de “Bad Boy”, paguei a bagatela de R$ 30, e hoje todos os treinos noturnos são feito com este equipamento “Hitech”.

Descobri também que meu filho de 7 anos pode me ensinar muito mais do que qualquer, revista, site ou profissional da área, sobre fisiologia do esporte, tenho subido em árvore, ficado de cócoras, pulado, saltado, e até mesmo uma simples brincadeira de marcha soldado, é muito mais coerente do que treinos funcionais.

As corridas deste ano iniciei com a Meia Maratona de São José dos Pinhais, logo após os 25Km de Curitiba, e a 1ª Etapa do Circuito de Curitiba, todas descalças, sem me preocupar com tempo, alimentação, treino, alongamento, roupa ou qualquer outra coisa que me tire a alegria de correr.

1ª Etapa do Circuito de Curitiba 2017

25k de Curitiba 2017

25k de Curitiba 2017
 


Maratona de Curitiba 2016

Meia de São José dos Pinhais 2017

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

A Situação do Minimalismo e da Corrida Descalça em 2016

Comecei a me interessar por corrida descalça e minimalismo em 2011.Lembro de ter lido o livro Nascido para Correr, de Christopher McDougall. Entusiasmado pela leitura, na entrega dos kits da Maratona de Curitiba 2011 eu comprei um calçado minimalista: o Vibram Five Finger KSO. Sim, naquela época você conseguia encontrar VFFs em lojas! No caso, na Track & Field do ParkShopping Barigui. A Procorrer de Curitiba também tinha modelos de VFFs.

Hoje vejo que o VFF KSO preto que comprei na época era muito apertado. Rasgou-se na região dos dedos. E fica aqui um alerta importante: VFFs são perigosos. Eles te permitem correr com forma inadequada e sem proteção. Para começar, é mais seguro descalço. Se tem uma coisa que não mudou de 2011 para cá é que as melhores instruções sobre como começar são estas aqui, do Barefoot Ken Bob Saxton traduzidas (acho) pelo Leonardo Liporati. O Verão talvez seja a melhor estação para começar. Ao menos aqui em Curitiba. Mas é preciso cuidado com o asfalto que pode ficar quente demais em certos horários.

Até onde sei, temos dois grupos online onde simpatizantes do minimalismo e da corrida descalça no Brasil se encontram: o Corrida Descalça no Google Plus e o Corrida Natural no Facebook.

O Corra Descalço (164 membros hoje) tem a vantagem de ter o Leonardo Liporati, nosso grande pioneiro. Mas o problema é: quem usa Google Plus? De todo modo, discussões muito boas acontecem por lá.

O Corrida Natural (136 membros) tem a desvantagem de ser no Facebook. Facebook é uma rede que devemos evitar usar, por várias razões. Mas como muitos usam, lá são compartilhadas experiências de vários corredores brasileiros que treinam descalços e/ou usando calçados minimalistas.

E é claro que devem existir pessoas, amantes do minimalismo e da corrida descalça, fora destes grupos e que postam suas atividades no Instagram, no Facebook, no Twitter... Ou não postam em nenhum lugar mas aparecem descalços nos parques, nas ruas, nas provas.

Hoje em dia, comparado com 2011, há um incentivo extra para o minimalismo: pessoas do mundo paleo/primal divulgam o minimalismo. Um bom exemplo é o Mark Sisson, do site Mark's Daily Apple, fã dos Vibram Five Fingers. E nem é para correr apenas, mas sim para fazer exercícios em geral, mesmo caminhadas ou exercícios funcionais estilo Crossfit, MovNat, Parkour.

Nosso grande problema aqui no Brasil (e não é muito diferente em outros países) é a dificuldade para encontrar calçados minimalistas.

O que é um calçado minimalista? Alguns pontos em comum:

  • peso leve
  • bastante espaço para os dedos
  • drop zero
  • solado fino (<10 li="" mm="">
  • sem suporte de arco
  • amortecimento próximo de zero 


É óbvio que a maioria das pessoas não está pronta para este tipo de calçado. Mesmo andando com eles poderão se machucar ao pisar em pedras. Pode ser perigoso para alguns.

Um exemplo de calçado que satisfaz a maioria dos requisitos acima são os VFFs (ou ao menos a maioria dos modelos de VFF, pois existem vários). VFFs foram a vedete do minimalismo em calçados alguns anos atrás. Hoje é muito difícil encontrá-los mesmo em lojas nos EUA. Tanto lá como cá dá para comprar online. Mas aqui tem o problema adicional do frete, do preço em dólar e dos impostos.

No boom do minimalismo algumas marcas entraram e ofereceram bons modelos: New Balance, Saucony, Skechers, Inov-8. Muitas destas marcas saíram do mercado de minimalistas. Outras fingiram entrar, como a Nike com seu falso minimalista Nike Free, que até hoje existe mas é bem pouco útil.

Algumas marcas permanecem firmes: Vivobarefoot, Luna Sandals, Xero Shoes. A Xero acabou de lançar seu primeiro calçado fechado. Antes só produzia sandálias huarache. São empresas pequenas que cobram caro. Mas é melhor que cobrem caro e continuem a existir do que cobrar barato e sumir, deixando-nos sem opção. Outras de que me lembro: Lems, Soft Star. Na loja online Two Rivers Treads, do Mark Cucuzzella, você encontra várias opções.

Bem que o Brasil poderia ter uma empresa dedicada a este tipo de calçado. Mas as únicas iniciativas de produzir calçados minimalistas não são empresariais:


E são sandálias e não calçados fechados, o que limita seu uso.

É possível encontrar calçados menos proejudiciais em meio às coleções comuns? Às vezes, mas é muito raro. Dia desses comprei um sapatênis em que o amortecimento e o drop estavam na palmilha. Troquei a palmilha e fiquei com algo bom e apresentável para usar no dia-a-dia.

E a Ciência? Alguns esperavam que ela iria mostrar que correr descalço diminui lesões e resolve todos os problemas dos corredores. Não é bem assim. Uma linha de pesquisa interessante é a que estuda como deve ser feita a adaptação. Mas ao menos não surgiu nenhum artigo "demonstrando" que corrida descalça faz mal. Portanto, no mínimo é tão prejudicial quanto correr calçado. E por que não tentar corrida descalça, desde que em ambiente seguro?

Alguns reclamam da estética. Mas estética é algo aprendido e que pode ser modificado. E depende de contexto, claro. Não dá (ainda) para ir a uma reunião formal descalço. Mas correr no parque? Qual o problema? Os olhares e comentários dos outros? Por que se importar com os outros?


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Corridas elitizadas, corrida descalça e corrida-transporte: Jeferson Strujak na Corrida da SMELJ (Primeira Etapa 2016)

Jeferson Strujak


O Jeferson Strujak me escreveu:

"Caro amigo, 

Mais uma prova com os pés no chão e mente sã.

Há algum tempo decidi não pagar mais para correr e só correr as provas gratuitas ou ¨patrocinadas¨.

Porém estou pensando em criar novos parâmetros para participar das provas; eu sou um sujeito que não utilizo automóvel por princípios ideológicos e lógicos, e cada dia que passa as corridas estão ficando mais ¨etilizadas¨.

É a segunda vez que tenho que atravessar a cidade inteira em um sábado para retirar um kit de uma prova da prefeitura em uma loja totalmente fora de mão para a grande maioria das pessoas.

Seguem fotos para a comunidade.

Att.

Jeferson Strujak"


Tem tudo a ver com meus posts anteriores: Entrega de Kits longe demais e Vale a pena correr uma prova de 5K?

Jeferson Strujak

domingo, 31 de janeiro de 2016

Descalço, agricultor vence segunda edição da Corrida da Floresta

Não é um vídeo novo, mas precisa ser divulgado! 

São corredores bem originais, autênticos. E não tem medo de asfalto. Correram descalços e venceram.

O nome dele é Daison Rodrigues, de 22 anos, agricultor e morador do município de Mâncio Lima.

Ela se chama Gabriela Silva, de 15 anos, moradora do ramal da Buritirana, comunidade rural de Cruzeiro do Sul.

A corrida que eles venceram foi a Corrida Floresta Viva em Cruzeiro do Sul, no Acre, 2m 2015.



 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Talento: primeiro episódio da série desvenda os segredos dos corredores quenianos

Ontem começou uma série sobre talento no programa Esporte Espetacular.


Link: http://globoplay.globo.com/v/4729036/


O primeiro episódio foi sobre os corredores quenianos, que dominam com folga os rankings de maratonistas e também vão muito bem em outras distâncias.

A matéria mostrou que nem todo queniano corre e abordou o estímulo que se dá à corrida desde a época de escola. Não deixou claro que algumas crianças usam sim a corrida como meio de transporte, isto é, praticam corrida-transporte.

Mostrou crianças correndo descalças e falhou em não dizer que alguns acham que isto pode ser benéfico para os futuros corredores. Quem treina descalço, por ter maior feedback nos pés, talvez desenvolva uma melhor técnica de corrida.

Foi bem correto ao mostrar que existem vários fatores que podem justificar o sucesso dos quenianos, entre os quais genética ("pernas longas e finas"), pobreza (os prêmios nas corridas, que não se comparam ao de esportes como futebol, representam muito para eles), tradição (ainda que recente), altitude (pulmões mais largos), muito treino, muita competição interna (treinos coletivos).

Errou ao dizer que eles treinam 200Km em alta intensidade, 3 sessões por dia, toda semana. Segundo o livro Running with the Kenyans não é tanto toda semana e não é tudo em alta intensidade. Longe disso. A maior parte dos treinos são em intensidade moderada (numa velocidade que para muitos corredores profissionais seria alta, mas para eles a intensidade é moderada e é isto que importa).

Comentou a questão do doping que vem sujando (um pouco apenas) a imagem do país recentemente.  Parece que o controle lá é muito fraco.

Mencionou a influência de estrangeiros (Gabriele Rosa foi entrevistado). Senti falta do Brother Colm O'Connell, um padre irlandês responsável por vários atletas quenianos entre os quais o fantástico David Rudisha.

Não deu muito destaque à presença dos quenianos no Brasil (que na minha opinião são muitos e acabam prejudicando a formação de nossos atletas) por não estar no foco da matéria.

No geral, uma ótima reportagem.
Link: http://globoplay.globo.com/v/4729036/

PS: Fiquei sabendo desta resportagem através de um Tweet do Sérgio Xavier Filho, que ficou sabendo através do Iberê Dias. Ele depois tuitou o link que passei para ele.


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Calçado Minimalista Indígena Infantil

Meu colega de trabalho, professor Luiz Ernesto Merkle, sabendo de meu interesse por calçados minimalistas, deu-me um pé de um calçado infantil indígena que ele tinha.

Como vocês podem ver nas fotos abaixo, é apenas um látex que cobre o pé. É fino, flexível, com espaço para os dedos e com drop zero. Enfim, com todas as características de um bom calçado minimalista.

Não tenho informações sobre a tribo que fez o calçado, a época ou qualquer outro dado adicional. Alguém saberia dizer algo mais?











segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Dr. Mark Cucuzzella

Escrevi o texto abaixo em 17/12/2013 (dois anos atrás). Ano passado conheci o Dr. Mark pessoalmente e ele me confirmou várias das coisas que estão no texto.


Este texto do Dr. Mark Cucuzzella, que o Andre Cruz redescobriu pra mim (devo ter lido ano passado), é ótimo.
O Dr. Mark é médico da Força Aérea Americana, professor de Medicina da Família numa pequena universidade, defensor da corrida descalça/minimalista, e um dos fundadores da primeira rede de lojas dedicada exclusivamente a calçados minimalistas nos EUA (e provavelmente no mundo).
Ele tem uns vídeos ótimos no Youtube sobre corrida minimalista.
Ele começou na corrida minimalista por uma lesão séria. Ele sempre foi um corredor rápido.
Neste texto ele fala treinar sempre moderado. Nada de treinos intervalados. Ele inclui piques de 50m às vezes (Maffetone disse em algum podcast que até piques de até 7 segundos podem não afetar o desenvolvimento aeróbico): I do really short neuromuscular work several times a week with 4 short 50 meter strides and light skipping drills.
E educativos (drills). Cucuzzella é fã dos educativos.
Ele diz que corre usando Correct Toes dentro do tênis.
Diz que não faz longão de mais de 2h quando treina pra maratona.
Diz que quanto mais estresse na vida diária, mais leve ele treina.
Na época deste post o Cucuzzella ainda não tinha descoberto o lowcarb. Eu acho que ele não faz lowcarb a ponto de cetose, mas ele disse que depois que descobriu lowcarb passou a comer bem mais gordura.
Alguém achou mais algo interessante neste post?




Este texto do Dr. Mark Cucuzzella, que o Andre Cruz redescobriu pra mim (devo ter lido ano passado), é ótimo.O Dr....
Posted by Adolfo Neto on Tuesday, December 17, 2013

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O que une Parkour, Corrida Descalça, Coding Dojo, Meetups?

Resposta: são soluções simples para problemas que muitas pessoas acham que devem ser resolvidos de forma bem mais complexa.

Por exemplo, para aprender práticas ágeis, alguns podem achar que é necessário fazer um curso, com um instrutor experiente, que vai cobrar caro.

Um exemplo (não é exatamente prática ágil, mas foi o que me veio agora): R$ 2.100,00 por um curso (com certificação) de SAFe http://www.adaptworks.com.br/TurmaDetalhes/certificacao-SAFe-agilist/1529.

Mas e se um grupo de pessoas se reunir, sem cobrar nada (ou apenas uma taxa de manutenção), e conseguir fazer algo quase tão bom, ou talvez até mesmo melhor, do que um curso pago? Esta é a ideia dos Coding Dojos, dos Coderetreats, dos Meetups e de algumas Hackathons.

Da mesma forma Parkour pode ser feito por qualquer um em qualquer lugar. Para aprender, basta ver vídeos na Internet (Youtube, Facebook), ler posts, ler livros, etc. A maioria absoluta do material está disponível de graça. Isto não quer dizer que não vale a pena pagar um bom professor, como o pessoal da Ponto B daqui de Curitiba http://www.aulasdeparkour.com.br/. Mas existe a alternativa gratuita.

Com a Corrida Descalça é a mesma coisa. Muito do que sei, do que aprendi, aprendi de graça, através das experiências de outros. E por isto mesmo tento compartilhar minhas experiências de graça.

Pensamentos que me vieram após assistir os 10 primeiros minutos desta entrevista com David Belle, um dos fundadores do Parkour.

PS: Quer discutir este e outros temas, ver vídeos, trocar exepriências? Participe do grupo Primal/Paleo Fitness Brasil no Facebook.

Imagem de entrevista com David Belle


Excelente vídeo, legendado em português e inglês, com um dos fundadores do Parkour: David...
Posted by Primal and Paleo Fitness Brazil on Wednesday, November 18, 2015

sábado, 31 de outubro de 2015

Nova página (Primal and Paleo Fitness Brazil) e post sobre MovNat

Criei uma página no Facebook para divulgar atividades como Parkour, MovNat, Corrida (lenta ou moderada, estilo Maffetone), Corrida descalça, Primal Fitness, etc. Enfim tudo que tem uma certa inspiração paleo. O nome da página é  Primal and Paleo Fitness Brazil. Vou dar preferência a textos em português e vídeos feitos no Brasil.

Um dos posts foi o de hoje, sobre MovNat:

Pequena nota em português sobre MovNat publicada na revista Trip em 2009. 
MovNat é um método de ensino de movimento natural criado pelo francês Erwan LeCorre. 
É óbvio que o movimento natural existe há bastante tempo. O que é novo é o método de ensino. E o próprio Erwan reconhece que não foi o primeiro a criar um método. Ele inspirou-se em várias pessoas, entre as quais Georges Hebert. Leia a história do Método Natural em  https://www.movnat.com/the-roots-of-methode-naturelle/  e futuramente num livro que Erwan está escrevendo:  http://www.amazon.com/Practice-Natural-Movement-Reclaim-Freedom/dp/1628600233/
O livro Natural Born Heroes: How a Daring Band of Misfits Mastered the Lost Secrets of Strength and Endurance​, de Christopher McDougall​ liga também o surgimento do MovNat a um período que Erwan passou na Amazônia e depois a workshops que ele realizou em Itacaré, na Bahia. 
Alguém aqui pratica MovNat?
http://revistatrip.uol.com.br/revista/178/salada/in-natura.html
Você está acima do peso? Sofre de dores crônicas ou falta de vitalidade? Se for o seu caso, talvez você tenha a “síndrome do zoológico humano”. “Trata-se de um fenômeno global e crescente, fruto da sociedade moderna, em que a humanidade está desconectada de sua verdadeira natureza e por isso sofremos física, mental e espiritualmente”, defende Erwan Le Corre, criador do método que promete resgatar os instintos primitivos de cada um, o MovNat. Trata-se de um treinamento físico feito ao natural, em que o participante explora diferentes paisagens e se movimenta conforme a geografia do lugar: pulando ribanceiras, atravessando rios e até mesmo carregando pedras. Os benefícios? Condicionamento físico, coragem e força de vontade. Para o fim do ano, Le Corre planeja ensinar o método em Itacaré, na Bahia. 


Fonte: 

Pequena nota em português sobre MovNat publicada na revista Trip em 2009.MovNat é um método de ensino de movimento...
Posted by Primal and Paleo Fitness Brazil on Saturday, October 31, 2015

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Barefoot Runners from Brazil | Corredores descalços do Brasil

I know there is no such a thing as a barefoot runner. There is someone running barefoot. These are some pictures from some friends (most of the I haven't met in person yet) that occasionally run barefoot here in Brazil. And there are many others, of course.

Eu sei que não existe "corredor descalço". O queexiste é alguém correndo descalço. Abaixo vão algumas fotos de alguns amigos (a maioria deles eu não conheço pessoalmente ainda) que ocasionalmente correm descalços aqui no Brasil. E existem outros, claro.

Conhece algum(a) que não esteja nas fotos e tem uma foto dele(a)? Avise-me e postarei aqui.

Quer começar a correr descalço? Não vá rápido demais! A transição pode ser longa. Comece lendo esta página.



Adolfo Neto
Curitiba - PR

Izidro Martins
Brasília-DF

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jacks Floripa
Florianópolis-SC

Jeferson Strujak
Curitiba-PR

Juscelino Oliveira
Fazenda Rio Grande-PR

Leonardo Liporati - Belo Horizonte - MG
Cátia Caldeira - Belo Horizonte - MG
Arnoldo Boson Boson - Belo Horizonte - MG
Fonte: Eles correm descalços (iG)


Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Luciano Antonio Borguetii
Florianópolis-SC

Luana Andrioni
Florianópolis-SC


Marcelo Menecucci
Porto Seguro - BA

Reges Crs - Rio de Janeiro_RJ
Cátia Caldeira Soares - Belo Horizonte-MG 

Reges Crs - Rio de Janeiro_RJ
Cátia Caldeira Soares - Belo Horizonte-MG

Reges Crs - Rio de Janeiro_RJ






Desafrio Urubici 👣❄ #desafrio2015 #barefoot #barefootrunning #runlikehuman #running #run #focoradical

A photo posted by Luciano (@lucianobfaustino) on

#desafrio #desafrio2015 #barefootrunning #running #trailrunning #runlikehuman

A photo posted by Luciano (@lucianobfaustino) on

sexta-feira, 3 de julho de 2015

VivoBarefoot




I am a big fan of VivoBarefoot shoes. And I only have one pair: an Ultra (first version). Ok, they are a little bit expensive, but maybe it is their higher price (and quality) that allows them to survive.

And they do a good job of educating people about the problems with structured shoes. Go to this link to read several posts abouth this subject. 

sábado, 27 de junho de 2015

Huaraches Xero Shoes Amuri Cloud

Every paragraph of this text is followed by its English correspondent.

Ano passado recebi uma amostra das sandálias huarache modelo Amuri Cloud (também disponível para mulheres) da Xero Shoes.

Last year I have received a sample of the Amuri Cloud huaraches by Xero Shoes (also available for women) 


Xero Shoes Amuri Cloud. From their site.

Eu sou fã de huaraches desde que fiz minhas próprias e comprei um modelo anterior da Xero Shoes, ainda na época em que a empresa se chamava Invisible Shoes. Com a huarache deles, corri duas maratonas.

I am a huarache fan since I have made my own and, after that, bought one of Xero Shoes previous models, when the company was called Invisible Shoes. With their huarache, I have run two marathons. 

A Amuri Cloud tem uma vantagem em relação ao modelo anterior: o solado tem uma parte mais macia no meio (marcada por uma cor diferente do resto da sola). Esta parte macia não fornece nenhum amortecimento extra significativo (e isto não é necessário, claro). Apenas deixa ela mais confortável de usar.

Amuri Cloud has an advantage when compared to previous models. It has what is called Barefoam™ forefoot insert: a softer part in the middle (marked by a different color). This softer part does not provide any significant extra cushioning (and this is not necessary, of course). It only makes the sandals more comfortable to wear.

Xero Shoes Amuri Cloud. From their site.


O preço é bem razoável: 50 dólares. É difícil encontrar algum calçado minimalista bom no mercado por 50 dólares. Sei que alguns vão dizer que é caro para algo que é somente um solado e uns fios, mas é o preço do design do solado e da forma de amarrar (que é diferente do primeiro modelo deles e mais fácil de ajustar - ver imagem abaixo). Na minha opinião, é melhor que eles cobrem mais caro e continuem a existir, do que cobrem barato demais e deixem de produzir.

The price is quite reasonable: 50 dollars. It is difficult to find any good minimalist shoe for 50 dollars. I know some will say that it is only a sole and some straps, but the price is for the sole design and the lacing (which is different from their first huarache - see image below - and easier to get it right). In my opinion, it is better that they charge more and continue to exist than charge less and go out of business.

Detalhe da parte de trás da Amuri Cloud.
Amuri Cloud lacing in detail. From their site.

Eu gostei muito da Amuri Cloud and é um dos calçados que uso nos meus treinos do dia-a-dia.

I really liked Amuri Cloud and it is one of the shoes that I wear on my daily training runs.


A guy running in Amuri Clouds. From their site.

That's me wearing toe socks with my Amuri Cloud.