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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Erro Médico, a terceira principal causa de morte, e crescendo

O sistema de saúde estadunidense é o mais caro do mundo e tem os piores resultados de saúde da maioria dos países desenvolvidos. Os dados são incontestáveis e cuidadosamente ignorados pela mídia. A maioria dos americanos pensa que o sistema de saúde dos Estados Unidos em saúde é bom e que é provavelmente porque muitos deles são gordos, doentes, ignorantes que morrem uma morte precoce nas mãos do seu médico. A última vez que verifiquei, os enfermeiros, na Califórnia não vai buscar em um hospital sem um enfermeiro camarada que toma o tempo fora do trabalho para assistir a cada procedimento feito no hospital, enfermeira em seu companheiro. É muito arriscado para entrar no hospital sem um perito externo, observando cada movimento seu. Dra. Barbara Starfield da John Hopkins University relatou no JAMA, em 2000, que a cada ano nos E.U. acontecem:
  • 12.000 mortes por cirurgias desnecessárias;
  • 7.000 mortes causadas por erros de medicação em hospitais;
  • 20.000 mortes por outros erros em hospitais;
  • 80.000 mortes por infecções adquiridas em hospitais;
  • 106.000 mortes medicamentos aprovado pelo FDA prescritos corretamente.
  • O total de mortes causadas medicamente nos Estados Unidos a cada ano é 225.000.
Leia mais em

Medical Error, the Third Leading Cause of Death, and Climbing

PS: Esta tradução foi feita pelo Google Translate e revisada por mim. O autor do post é Jeff Sutherland, um dos criadores do famoso método ágil Scrum.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Cereal para criança tem sódio e açúcar demais, diz pesquisa

Pro Teste analisou 18 produtos com maior presença no mercado de alimentos infantis

Um outro problema apontado é a falta de adequação da tabela nutricional à faixa etária a que o produto se destina

CLÁUDIA COLLUCCI
BRUNA SANIELE
DA REPORTAGEM LOCAL

Teste com 18 cereais matinais de maior presença no mercado de alimentos infantis mostra que a maioria dos produtos contêm açúcar e sódio em excesso e poucas fibras. A avaliação foi feita pela Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).
Uma porção de 30 gramas de sucrilhos de chocolate da Kellogg's (uma tigelinha), por exemplo, tem 205 mg de sódio.
Uma criança de um a três anos deve consumir, por dia, no máximo 225 mg desse mineral -ou seja, uma única porção equivale a 90% das suas necessidades diárias. Para um adulto, essa quantidade de sódio representa 10% das necessidades.
Na avaliação da Pro Teste, todos os cereais matinais também têm açúcar em excesso -de 5,5 a 13 gramas por porção.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o ideal é que uma criança de até três anos consuma, no máximo, 14 gramas por dia de açúcar.
Uma porção do sucrilho sabor banana, por exemplo, tem quase toda a quantidade diária de açúcar recomendada para uma criança nessa faixa etária.
Presente no sal e base para conservantes, o sódio em excesso está ligado à hipertensão arterial e a problemas renais. Já muito açúcar tem relação com obesidade e diabetes tipo 2.

Fibras
Dos cereais analisados, dez marcas apresentaram menos de três gramas de fibras para cada 100 gramas do produto -três gramas é a quantidade mínima para um alimento ser considerado fonte de fibra. Os cereais Corn Flakes (todos os sabores) e Chokos tiveram o pior desempenho no teste: possuem menos de 0,01% de fibra, ou seja, praticamente nada.
Um outro problema apontado pela Pro Teste -que envolve os cereais analisados e a maior parte de alimentos consumidos pelo público infantil- é a falta de adequação da tabela nutricional à faixa etária a que o produto se destina.
A pesquisadora de alimentos da Pro Teste, Fernanda Ribeiro, explica que o percentual diário recomendado de cada nutriente é calculado para uma dieta de 2.000 quilocalorias, que corresponde à necessidade calórica de um adulto, não de uma criança.
A dieta de uma criança de um a três anos, por exemplo, deve ser de 1.050 calorias, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De quatro a seis anos, esse valor sobe para 1.450 e, de sete a dez anos, para 1.750. "O ideal seria que essas informações fossem apresentadas de acordo com a faixa etária. Seria muito mais útil aos pais", avalia a pesquisadora.

"Isopor food"
O nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni orienta que as pessoas escolham o cereal matinal pelo menor índice de sódio e açúcar e maior presença de fibras solúveis. "O ideal é misturar com um iogurte light, enriquecido com cálcio, e muita fruta", diz ele.
Para Magnoni, os pais não devem se impressionar pelas vitaminas e sais minerais contidos no rótulo dos produtos. "Isso a criança consegue por outras fontes. O que não pode é ficar comendo essa quantidade de sódio e açúcar e quase nenhuma fibra. Isso é o que chamamos de "isopor food", cuja única função é aumentar as taxas de obesidade infantil."
A nutricionista Madalena Vallinoti afirma que muitas vezes os pais utilizam o cereal como alternativa para que a criança consuma leite. "Os pais devem evitar o consumo exagerado desses cereais, mas também não podem proibi-lo caso a criança goste do produto. Deve haver moderação."
De acordo com o pediatra e professor da Faculdade de Medicina da USP, Mário Cícero Falcão, o brasileiro consome muito açúcar e os pais educam a criança a gostar do alimento muito doce. "O cereal que a criança mais gosta é aquele com mais açúcar. É a conjunção do paladar brasileiro com a indústria", afirma Falcão.
Na opinião do pediatra, os brindes distribuídos com os cereais impulsionam o consumo. "Os brindes são uma grande arma antiética. Tem sempre o alimento processado, com valor biológico inferior e pouco nutriente acompanhado do brinde. Por que não vender uma maçã com o personagem da moda?"

Frases

"Os pais devem evitar o consumo exagerado desses cereais [por seus filhos], mas também não podem proibi-lo caso a criança goste do produto"
MADALENA VALLINOTI
nutricionista

"O cereal que a criança mais gosta é aquele com mais açúcar"
MÁRIO CÍCERO FALCÃO
pediatra e professor da USP


Brindes fazem menino pedir cereal para a mãe

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Os brindes são o principal motivo para os cereais matinais fazerem parte do dia-a-dia da professora Érica Damasceno Alves, 29, e de seu filho Pedro Henrique, 3.
O menino consome os produtos durante a semana na creche e nos finais de semana em casa. "Ele vê [propagandas] na televisão ou [o cereal] no supermercado e sempre tenho que levar para casa", diz Alves.
Durante a entrevista, realizada em um supermercado da zona norte, a reportagem presenciou o menino pedindo o produto do tigre, personagem que estampa as caixas de um dos cereais mais vendidos.
Rosilei de Souza Castro, 30, mãe de Maria Fernanda, 6, utiliza o cereal como incentivo para que a filha consuma leite.
Júlia Aguirre de Souza, 32, mãe de Eduardo, também considera o cereal uma alternativa "saudável", já que o filho gosta de leite e não gosta de verduras.
Segundo a nutricionista Madalena Vallinoti, "o excesso de sódio pode ser minimizado com um grande consumo de líquidos, frutas e verduras".
Segundo ela, os pais também devem optar por cereais sem açúcar e não adoçá-los em excesso. "É necessário restringir o consumo de açúcar e sódio", afirma a nutricionista.
Fabricantes dizem que cereais seguem o que Anvisa estabelece

De acordo com as empresas, todas as informações sobre os nutrientes estão disponíveis nas embalagens dos produtos

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Fabricantes de cereais avaliados pela Pro Teste dizem que seus produtos seguem as recomendações da Anvisa e que todos os dados sobre os nutrientes estão disponíveis nas embalagens dos produtos.
A Kellog's disse que seus cereais "contêm vitaminas e minerais essenciais, são isentos de gordura trans e colesterol, além de alguns ainda possuírem alto teor de fibra alimentar" -a pesquisa apontou teores baixos de fibras em cinco dos seis cereais analisados e "aceitável" em um.
A Kellog's fabrica sete das 18 marcas avaliadas (Sucrilhos, Sucrilhos Chocolate, Sucrilhos Banana, Choco Krispis, Froot Loops, Chokos e Honey Nutos).
A Nestlé diz que cada 30 g de seus cereais têm açúcares que representam, no máximo, 3% da energia necessária para um dia -a OMS recomenda 10%.
Quanto ao sódio, a Nestlé afirma que seus cereais são para crianças de seis a oito anos (consumo diário de até 1.219 mg por dia) e de nove a 13 anos (até 1.495 mg), e não para aquelas entre um e três anos. Os seus pacotes, entretanto, não citam a idade recomendada.
A Nestlé afirma ainda que a quantidade de sódio usada como padrão pela Pro Teste, mesmo para crianças de um a três anos, é desatualizada. A empresa diz que o nível recomendado vai até 966 mg por dia (a Anvisa recomenda 225 mg/dia), conforme o padrão DRI (Dietary Reference Intakes). O padrão, desenvolvido pelos EUA e pelo Canadá, é avalizado pela nutricionista Silvia Cozzolino, da USP. Embora feito em dois países, o DRI é uma base confiável por levar em conta pesquisas do mundo inteiro, disse ela.
A Nestlé afirma que não usa uma publicidade que crie "expectativas irreais de popularidade" nem que exiba "cenas de crianças na tentativa de persuadi-las". A empresa produz o Snow Flakes, o Snow Flakes Chocolate, o Nescau, o Estrelitas, o Estrelitas Chocolate, o Crunch e o Moça Flakes.
A Nutrifoods não respondeu à Folha, embora a coordenadora de qualidade, Neusa Guimarães, tenha dito conhecer a pesquisa. A empresa faz o Cornflakes nas versões açúcar, chocolate, mel e leite condensado.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0110200801.htm

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Trabalhar à noite – um risco a mais para o câncer

06 de fevereiro de 2008 (Bibliomed). O câncer é considerado como uma doença de múltiplas causas. Fatores genéticos, ambientais, emocionais, entre outros, estão entre os citados como possíveis participantes de seu desenvolvimento.

Alguns estudos demonstram que o trabalho também pode ser um fator relacionado ao câncer. Entretanto, poucos são os que procuraram demonstrar se o período da jornada (diurna, vespertina ou noturna) também poderia estar implicado. Sendo assim, cientistas do World Health Organization's International Agency on Cancer Research desenvolveram uma pesquisa para avaliar os efeitos do trabalho noturno sobre o câncer. Seus resultados foram recentemente publicados na revista The Lancet .

De acordo com os pesquisadores, estudos realizados sugerem que trabalhar à noite aumenta o risco de desenvolver câncer. As hipóteses surgiram a partir dos altos índices de câncer de mama verificados entre enfermeiras que trabalham em jornadas noturnas.

Entretanto, para provar essa evidência, os investigadores analisaram estudos feitos com ratos, os quais eram expostos à luz durante à noite. O que perceberam é que ocorre uma modificação do relógio biológico desses animais, sendo, talvez esse, o principal motivo para o surgimento dos cânceres.

A interrupção do relógio biológico proporcionaria uma diminuição da produção de melatonina e, essa mudança poderia ser maléfica ao corpo, aumentando o risco de câncer. Mais estudos deverão ser realizados para a comprovação desses achados.

Fonte: The Lancet 2007; 8:1065-1066

Fonte na Internet: http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=7466&mode=browse&fromhome=y

Trabalhar mais de 40 horas por semana faz mal à saúde, diz estudo

06/02/2008 - 16h48

Trabalhar mais de 40 horas por semana faz mal à saúde, diz estudo

Anelise Infante De Madri para a BBC Brasil
Fonte:http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2008/02/06/ult4432u1017.jhtm Uma pesquisa do governo de Barcelona concluiu que uma jornada de trabalho de mais de 40 horas semanais causa danos físicos e emocionais à saúde, principalmente no caso das mulheres. O estudo, que será publicado nesta semana na revista "Scandinavian Journal of Work, Environment & Health", indicou que o excesso de horas de trabalho tem conseqüências como ansiedade, depressão e problemas cardíacos. Os pesquisadores acompanharam 2.792 pessoas de diversas profissões e classes sociais durante um ano. A Agência de Saúde Pública de Barcelona concluiu que as mulheres são as mais prejudicadas porque acumulam mais funções entre casa e trabalho e "emocionalmente respondem pior à pressão". Sono e ansiedade De acordo com os cientistas, uma longa jornada de trabalho, a partir de 40 horas por semana, afeta os homens principalmente por meio de distúrbios no sono. Já as mulheres mostram mais sintomas como hipertensão, ansiedade, aumento de probabilidade de fumar, restrição de outras atividades de ócio e de prática de exercício e uma insatisfação geral. Também foram observados transtornos psíquicos e hormonais. A pesquisa chamada Perspectiva de gênero na análise da relação entre longas jornadas de trabalho, saúde e percepção do próprio estado de saúde, demonstrou que os homens têm cargas horárias maiores: 30,4% deles disseram trabalhar por mais de 40 horas, contra 17,1% de mulheres. Mas as trabalhadoras dividem mais o tempo entre as tarefas domésticas e o trabalho fora de casa: 34,4% contra 9,2% de homens. Classe Em relação ao nível sócio-econômico, as mulheres de classes mais baixas são as que trabalham mais horas. No caso dos homens é o contrário. Quanto mais alto o cargo de responsabilidade e o status salarial, maior é a carga horária. Na mesma proporção aumentam os riscos de problemas de saúde, já que segundo o estudo, são trabalhadores que dormem menos de seis horas ao dia. Horas extras e falta de condições adequadas (baixos salários, excesso de pressão, carência de materiais, ambiente ruim) afetam a saúde das mulheres de pior qualificação profissional, principalmente do setor de serviços, segundo a pesquisa. "As funcionárias de comércios, pequenas empresas, indústrias, bares e restaurantes são o coletivo mais vulnerável que precisaria de maior atenção pública em atividades de prevenção", afirmaram os cientistas. O estudo indicou ainda que as mulheres separadas e divorciadas triplicam as horas de trabalho comparadas com os homens no mesmo estado civil.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Curso de Culinária Natural

Curso "Noções básicas de Alimentação Natural, Culinária, Combinação de Alimentos e Reaproveitamento de Alimentos" Local: Floresta Produtos Naturais Dias: 15/03 - Das 14h às 18h 16/06 - Das 9h às 18h Custo: R$ 250,00 Instrutora: Dilma Informações: Fone: (16) 3636-5642 Telefax: (16) 3610-7230 Rua Garibaldi, 1647, Alto da Boa Vista, Ribeirão Preto-SP email: florestapn@terra.com.br

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

AIDS e o vírus HIV

Graças ao blog do Dr. Ricardo Herbert Jones fiquei conhecendo o trabalho do professor Peter Duesberg, que contesta a teoria de que o vírus HIV seja a causa da AIDS. Leia esta matéria na revista Superinteressante para conhecer um pouco melhor a teoria dele. Leia também:

Artigo na Wikipédia sobre Peter Duesberg:

domingo, 26 de agosto de 2007

O Milagre do Nascimento - Trecho de filme do Monty Python

Eu já tinha escutado falar deste trecho do filme O Sentido da Vida, do Monty Python, mas não tinha assistido ainda. É "um vídeo que critica o abuso de tecnologia no parto e nascimento. Em inglês com legendas em português." Para quem ainda não assitiu, está disponível no youtube em http://www.youtube.com/watch?v=lxOu1DyVQV8 Em http://www.mwscomp.com/movies/mol/m-03-i.htm tem uma transcrição (em inglês) do que eles falam.