quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Oficina de Parto - Março/2008 - Ribeirão Preto

O Despertar do Parto promove em MARÇO um workshop para gestantes e seus pares, visando a preparação para o parto, com enfoque no parto natural e ativo.

Relembrar as mulheres de que parir é um ato natural, seguro e perfeitamente possível é hoje uma tarefa necessárea, assim como conhecer de perto os prós e contras das intervenções hospitalares e quais os caminhos que levam as gestantes brasileiras a uma cesariana desnecessárea.

A Oficina de Parto acontecerá em 3 encontros e contará com vivências e exibição de vídeos. As vagas são limitadas.

Havendo interesse é só entrar em contato!

Para maiores informações acesse o link: http://www.despertardoparto.com.br/Default.aspx?tabid=80

um abraço,

Eleonora de Moraes e

Helena Junqueira

www.despertardoparto.com.br

INSCRIÇÕES: (16) 3011-0125 / 9122-7278 (com Helena)

R. Jácomo Toneto, 127 - Jardim América - Ribeirão Preto - SP

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

O Professor está sempre errado

Quando... É jovem, não tem experiência. É velho, está superado. Não tem automóvel, é um coitado. Tem automóvel, chora de "barriga cheia". Fala em voz alta, vive gritando. Fala em tom normal, ninguém escuta. Não falta ao Colégio, é um "chato". Precisa faltar, é "turista". Dá muita matéria, não tem dó dos alunos. Dá pouca matéria, não prepara os alunos. Brinca com a turma, é metido a engraçado. Não brinca com a turma, é um chato. Chama à atenção, é um grosso. Não chama à atenção, não sabe se impor. A prova é longa, não dá tempo. A prova é curta, tira as chances do aluno. Escreve muito, não explica. Explica muito, o caderno não tem nada. Fala correctamente, ninguém entende. Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário. Exige, é rude. Elogia, é "debochado". O aluno é reprovado, é perseguição. O aluno é aprovado, "deu mole".

É, o professor está sempre errado mas, se conseguiste ler até aqui, agradece a ele!

Fonte: http://alexandramat.blogspot.com/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Trabalhar à noite – um risco a mais para o câncer

06 de fevereiro de 2008 (Bibliomed). O câncer é considerado como uma doença de múltiplas causas. Fatores genéticos, ambientais, emocionais, entre outros, estão entre os citados como possíveis participantes de seu desenvolvimento.

Alguns estudos demonstram que o trabalho também pode ser um fator relacionado ao câncer. Entretanto, poucos são os que procuraram demonstrar se o período da jornada (diurna, vespertina ou noturna) também poderia estar implicado. Sendo assim, cientistas do World Health Organization's International Agency on Cancer Research desenvolveram uma pesquisa para avaliar os efeitos do trabalho noturno sobre o câncer. Seus resultados foram recentemente publicados na revista The Lancet .

De acordo com os pesquisadores, estudos realizados sugerem que trabalhar à noite aumenta o risco de desenvolver câncer. As hipóteses surgiram a partir dos altos índices de câncer de mama verificados entre enfermeiras que trabalham em jornadas noturnas.

Entretanto, para provar essa evidência, os investigadores analisaram estudos feitos com ratos, os quais eram expostos à luz durante à noite. O que perceberam é que ocorre uma modificação do relógio biológico desses animais, sendo, talvez esse, o principal motivo para o surgimento dos cânceres.

A interrupção do relógio biológico proporcionaria uma diminuição da produção de melatonina e, essa mudança poderia ser maléfica ao corpo, aumentando o risco de câncer. Mais estudos deverão ser realizados para a comprovação desses achados.

Fonte: The Lancet 2007; 8:1065-1066

Fonte na Internet: http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=7466&mode=browse&fromhome=y

Trabalhar mais de 40 horas por semana faz mal à saúde, diz estudo

06/02/2008 - 16h48

Trabalhar mais de 40 horas por semana faz mal à saúde, diz estudo

Anelise Infante De Madri para a BBC Brasil
Fonte:http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2008/02/06/ult4432u1017.jhtm Uma pesquisa do governo de Barcelona concluiu que uma jornada de trabalho de mais de 40 horas semanais causa danos físicos e emocionais à saúde, principalmente no caso das mulheres. O estudo, que será publicado nesta semana na revista "Scandinavian Journal of Work, Environment & Health", indicou que o excesso de horas de trabalho tem conseqüências como ansiedade, depressão e problemas cardíacos. Os pesquisadores acompanharam 2.792 pessoas de diversas profissões e classes sociais durante um ano. A Agência de Saúde Pública de Barcelona concluiu que as mulheres são as mais prejudicadas porque acumulam mais funções entre casa e trabalho e "emocionalmente respondem pior à pressão". Sono e ansiedade De acordo com os cientistas, uma longa jornada de trabalho, a partir de 40 horas por semana, afeta os homens principalmente por meio de distúrbios no sono. Já as mulheres mostram mais sintomas como hipertensão, ansiedade, aumento de probabilidade de fumar, restrição de outras atividades de ócio e de prática de exercício e uma insatisfação geral. Também foram observados transtornos psíquicos e hormonais. A pesquisa chamada Perspectiva de gênero na análise da relação entre longas jornadas de trabalho, saúde e percepção do próprio estado de saúde, demonstrou que os homens têm cargas horárias maiores: 30,4% deles disseram trabalhar por mais de 40 horas, contra 17,1% de mulheres. Mas as trabalhadoras dividem mais o tempo entre as tarefas domésticas e o trabalho fora de casa: 34,4% contra 9,2% de homens. Classe Em relação ao nível sócio-econômico, as mulheres de classes mais baixas são as que trabalham mais horas. No caso dos homens é o contrário. Quanto mais alto o cargo de responsabilidade e o status salarial, maior é a carga horária. Na mesma proporção aumentam os riscos de problemas de saúde, já que segundo o estudo, são trabalhadores que dormem menos de seis horas ao dia. Horas extras e falta de condições adequadas (baixos salários, excesso de pressão, carência de materiais, ambiente ruim) afetam a saúde das mulheres de pior qualificação profissional, principalmente do setor de serviços, segundo a pesquisa. "As funcionárias de comércios, pequenas empresas, indústrias, bares e restaurantes são o coletivo mais vulnerável que precisaria de maior atenção pública em atividades de prevenção", afirmaram os cientistas. O estudo indicou ainda que as mulheres separadas e divorciadas triplicam as horas de trabalho comparadas com os homens no mesmo estado civil.

Ceitec abre vagas para áreas técnicas

28/01/2008 Agência FAPESP – O novo Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), em Porto Alegre, abriu seleção de profissionais formados em diversas áreas técnicas, entre as quais eletrônica, mecânica, química, eletrotécnica, refrigeração e automação. Trata-se de um centro de tecnologia eletrônica em formação, especializado no desenvolvimento e na produção de circuitos integrados de aplicação específica. O projeto tem como base a colaboração dos governos federal, estadual e municipal, de instituições de ensino e pesquisa e entidades empresariais. O Ceitec tem como objetivo colaborar com o desenvolvimento de produtos e processos no campo da microeletrônica, com destaque para os setores de telecomunicações, informática, entretenimento, eletrônica embarcada e de consumo. O novo centro trabalha na reforma estatutária da instituição para qualificá-la como empresa pública, junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), e na conseqüente formação de um quadro próprio de profissionais. O Ceitec pretende fornecer infra-estrutura para a realização de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação e de formação de recursos humanos em microeletrônica. Em 2005 foi assinado pelo MCT um contrato no valor de R$ 148 milhões para a construção do Ceitec. No mesmo ano, teve início a operação do Centro de Design, localizado no Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e no Parque Tecnológico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Tecnopuc). A tecnologia utilizada inicialmente pelo Ceitec será o processo complementary-metal-oxide-semiconductor (CMOS), com comprimento de canal de 0,5µm, dois níveis de metal e um nível de polissilício. Trata-se da tecnologia empregada na produção dos dispositivos semicondutores utilizados nos equipamentos de telecomunicações, processamento de dados, entretenimento, do setor automotivo, da automação industrial e médico. Mais informações: www.ceitecmicrossistemas.org.br ou selecao@ceitec.org.br. Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8343