sábado, 9 de agosto de 2008

Aula de Introdução à Informática

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Dissertação de Mestrado na Área de Lógica para Computação é premiada no CTD 2008


Não fui ao congresso da Sociedade Brasileira de Computação deste ano. Hoje entrei no site da SBC e vi a página dos premiados no Concurso de Teses e Dissertações de 2008: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=507
Fiquei feliz em ver que aquela que foi escolhida como a segunda melhor dissertação de mestrado

2º Lugar: Francicleber Ferreira, Ana Teresa Martins (UFC) - "Minimal Models and Expressiveness Hierarchy".

The minimality concept is widely used in Computer Science to define
objects. We find this concept in the definition of inductive sets, in denotational
semantics for recursive programs, in Logic Programming, in Artificial Intelligence,
etc. We analysed the minimality concept from a logical standpoint. We
investigated logics whose semantics are based on minimal models, and its applications
to Computer Science. Among our main results, we demonstrated theorems
about definability and the expressive power of Least Fixed-Point Logic
(LFP), Lifschitz's Nested Abnormality Theories (NATs), McCarthy's Circumscription
and the MIN extension of van Benthem's MIN(FO) Logic.


http://www.prodepa.gov.br/sbc2008/anais/pdf/arq0044.pdf

foi uma dissertação da área de Lógica para Computação.

Parabéns a Ana Teresa e Francicleber!



quinta-feira, 31 de julho de 2008

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Computador na esteira promete fazer internauta se mexer

14/07/2008 - 10h58 - Atualizado em 14/07/2008 - 12h22
Produto já vendido nos EUA permite que funcionários queimem calorias.
US$ 4,5 mil cobrados pela Walkstation não incluem o PC.
Do G1, com informações da AFP

Um produto que mistura estação de trabalho com esteira promete dar mais saúde aos funcionários de empresas: a idéia é permitir que os usuários caminhem enquanto checam e-mails, navegam na internet, produzem relatórios e discutem questões do trabalho via comunicadores instantâneos. A velocidade máxima da Walkstation é de 3 km/h.

 

Foto: AFP
Velocidade máxima da esteira é de 3 km/h. (Foto: AFP)


A fabricante Details afirma vender de 30 a 40 unidades desse produto por semana, nos Estados Unidos, por cerca de US$ 4,5 mil cada – o preço não inclui o computador. "Já usei por 68 dias. Nesse período, caminhei 308 quilômetros, queimei 32 mil calorias e emagreci 5 quilos, sem ter mudado nada em meu estilo de vida", disse Bud Klipa, presidente da Details.

Equipamentos desse tipo podem ser cada vez mais comuns nos ambientes de trabalho, para evitar obesidade e reduzir gastos das empresas com a saúde dos funcionários.

 

Foto: AFP
Usuário pode controlar a altura da mesa onde fica o computador. (Foto: AFP)

A Walkstation foi desenvolvida com base em um estudo de James Levine, pesquisador da Mayo Clinic, segundo quem a boa forma de pessoas sedentárias pode ser melhorada com pequenos movimentos. Ele afirma que um usuário dessa esteira gasta 100 calorias por hora, a uma velocidade de 1,6 km/h, contribuindo para a redução de peso.

"O produto não visa oferecer exercícios como os da academia no ambiente de trabalho: não deve aumentar os batimentos cardíacos dos usuários ou fazê-los suar. O objetivo é aumentar os movimentos dos funcionários enquanto eles trabalham", disse Levine.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL645784-6174,00-COMPUTADOR+NA+ESTEIRA+PROMETE+FAZER+INTERNAUTA+SE+MEXER.html




sábado, 19 de julho de 2008

Lei Seca no Trânsito

Abaixo vai trecho de coluna de Drauzio Varella na FOlha de São Paulo de hoje.

Leia o texto completo em (exclusivo para assinantes):

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1907200829.htm



Sejamos sensatos, leitor, tem cabimento ingerir uma droga que altera os reflexos motores, o equilíbrio e a percepção espacial de objetos em movimento e sair por aí pilotando uma máquina na qual uma pequena desatenção pode trazer conseqüências fúnebres?

Ainda que você não seja ridículo a ponto de afirmar que dirige melhor quando bebe, talvez possa dizer que meia garrafa de vinho, três chopes ou uísques não interferem na sua habilidade ao volante.

Tudo bem: vamos admitir que, no seu caso, seja verdade, que você tenha maior resistência aos efeitos neurológicos e comportamentais do álcool e que seria aprovado em qualquer teste de resposta motora.

Imagino, entretanto, que você tenha idéia da diversidade existente entre os seres humanos. Quantas mulheres e quantos homens cada um de nós conhece para os quais uma dose basta para transtorná-los?

Quantos, depois de duas cervejas, choram, abraçam os companheiros de mesa e fazem declarações de amizade inquebrantável? Está certo permitir que esses, fisiologicamente mais sensíveis à ação do álcool, saiam por aí colocando em perigo a vida alheia?

Como seria a lei, então? Deveria avaliar as aptidões metabólicas e os reflexos de cada um para selecionar quem estaria apto a dirigir alcoolizado? O Detran colocaria um adesivo em cada carro estabelecendo os limites de consumo de álcool para aquele motorista? Ou viria carimbado na carteira de habilitação?

Talvez você possa estar de acordo com a argumentação dos advogados que defendem os interesses dos proprietários de bares e casas noturnas: "A nova lei atenta contra a liberdade individual".

Aí, começo a desconfiar de sua perspicácia. Restrições à liberdade de beber num país que vende a dose de pinga a R$ 0,50? Há escassez de botequins nas cidades brasileiras, por acaso? Existe sociedade mais complacente com o abuso de álcool do que a nossa?