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sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Evento sobre métodos ágeis no IME-USP
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Agile Day em Porto Alegre
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Há mais de 10 anos, consultores renomados do mercado de TI vêm trabalhando de uma forma diferente para desenvolver software. Suas equipes buscam melhorar os processos de comunicação, melhorar o foco em entrega de software para os clientes poderem usar e avaliar, buscam mais colaboração dos clientes, e principalmente buscam responder a mudanças para estar alinhado as necessidades de negócio dos clientes que atendem.
Estas equipes possuem processos, usam ferramentas para apoiar estes processos, mas acima de tudo o foco nas pessoas é que dá o diferencial no funcionamento da equipe. Práticas de Modelagem, Estimativas, Planejamento, Desenvolvimento Iterativo, Qualidade e Teste de Software são características que se tornam cada vez mais importantes para minimizar riscos no desenvolvimento de software.
O desenvolvimento de software é uma atividade criativa, de excelência técnica e que se realiza em equipe. Um trabalho de pura sinergia. Qualidade é um valor percebido por clientes, um valor subjetivo muitas vezes, e alvo de constante busca por parte das empresas que prestam serviços de desenvolvimento de software. Qualificar, mostrar diferenciais, buscar modelos de qualidade passa a ser relevante. Mais que isto, criar formas de gerar retorno de investimento (Return of Investment - ROI) para clientes se torna um assunto cada vez mais presente para empresas no mercado de TI. Não queremos mais atender o cliente no necessário, queremos maximizar o lucro e trabalhar em colaboração, focando em resultado e entregas contínuas de valor.
O GUMA e o SPIN-POA se reúnem no dia 15 de outubro de 2008 para falar sobre Metodologias Ágeis para Desenvolvimento de Software, que se propõe a tratar todas estas questões com um foco em qualidade, foco no cliente, foco na equipe e principalmente em resultados. Nos acompanhe neste dia cheio de discussões e novas visões sobre o Desenvolvimento de Software.
Seminário sobre Metodologias Ágeis para Desenvolvimento de Software
http://www.rs.sucesu.org.br/evento_sucesu/agileday
Av. Ipiranga, 6681 - Prédio 32 - Auditório Térreo
(Entrada mais próxima via Av. Bento Gonçalves)
Inscrições: www.rs.sucesu.org.br/inscricao/agileday
Valores:
Associado SUCESU RS e Estudantes: R$ 30,00
Não Associados: R$ 40,00
Programação:
08h30 Credenciamento
08h30min – 09h: Daniel Wildt (GUMA) e Alessandro Nunes de Souza (SPIN-POA) - Abertura e boas vindas
9h – 10h30min: Adail Muniz Retamal (Heptagon - SP) - Keynote – Agilidade com Responsabilidade
10h30min: Coffee-break
11h: Alexandre Magno (Caelum - SP) - Palestra (Título a definir)
12h às 13h30: Intervalo para almoço
13h30: Luiz Parzianello (Surya - RS) - Mudando a Cultura de uma Organização para o Pensamento Ágil: O Caso da ThyssenKrupp Elevadores
14h30: Isabella Araújo Fonseca (Powerlogic - BH) - Alcançando o nível F do MPS.BR através de métodos ágeis
15h30min: Coffee break
16h: Painel de discussão sobre métodos ágeis (Palestrantes + GUMA + SPIN-POA)
18h: Encerramento
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Concorrência no Vestibular da UFPR
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
UTFPR consegue dois primeiros lugares do Prêmio Técnico Empreendedor
A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) ganhou o primeiro lugar em dois temas da categoria Tecnólogo do Prêmio Técnico Empreendedor 2008. A premiação foi realizada na noite da última terça-feira, dia 30, em Brasília. No tema livre, o projeto "Aparelho doméstico para esterilização do ar", orientado pelo professor Rubens Alexandre de Faria, do Campus Curitiba, foi o vencedor da etapa. O projeto foi realizado pelos alunos André Paulista da Silva, Paulo Henrique Francisco e Adriano Borcz, do curso superior de tecnologia em Gestão da Manufatura. Em segundo lugar ficou o projeto "Protetor audiovisual", também da UTFPR (Campus Curitiba), orientado pela professora Josélia Maria de Oliveira Rabelo e desenvolvido pelos alunos Sezinando Ribeiro dos Santos e Pedro Alexandre Cavichiolo, também do curso superior de tecnologia em Gestão da Manufatura. O outro primeiro lugar da universidade foi conseguido pelo "Projeto de produção de sabão através da reciclagem de óleos comestíveis residuais de lanchonetes e residências, visando a geração de renda para comunidades carentes", do Campus Londrina. O projeto concorreu pelo tema inclusão social e é orientado pela professora Isabel Craveiro Moreira, com as alunas do curso superior de tecnologia em Alimentos, Ana Luíza Guimarães e Raíssa Curti Bonfante. No total, concorreram na etapa nacional 17 projetos, escolhidos entre 61 vencedores da etapa regional. Nesta edição do prêmio, a coordenação do Programa Técnico Empreendedor recebeu 300 projetos inscritos, o dobro do ano passado. Os finalistas realizaram um passeio turístico em Brasília e visitaram as instituições que promoveram o evento. Este é o quarto ano seguido em que a UTFPR é finalista do Prêmio Técnico Empreendedor. No ano passado, o projeto "Aplicação computacional na alfabetização da fala de portadores de deficiência auditiva", do Campus Ponta Grossa, foi o campeão da etapa nacional, na categoria tecnólogo e no tema inclusão social. Formavam a equipe o professor-orientador João Paulo Aires e os alunos Carlos Augusto Rohr, Ighor Alexandre Mudrey e Sabrina Gobel, do curso superior de tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Além da premiação, foram homenageados representantes de projetos contemplados em edições anteriores do prêmio, que escreveram suas histórias vitoriosas em livros da série "Casos de Sucesso" do Sebrae. Entre eles estão os servidores da UTFPR Claiton Voigt Warnk e Darci Gonçalves, responsáveis pelo projeto "Programa de Tecnologia Assistida", vencedor na categoria tecnólogo em 2005. O projeto trabalha com a manutenção, adaptação e desenvolvimento de equipamentos para inclusão de portadores de necessidades especiais. O Prêmio Técnico Empreendedor
Promovido desde 2002 pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, do Ministério da Educação (Setec/MEC), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o prêmio visa estimular o empreendedorismo entre alunos de cursos técnicos e tecnológicos de instituições públicas de educação profissional e tecnológica, que podem apresentar projetos sobre os temas: livre, inclusão social e cooperativismo. O programa premia os projetos que reúnem as melhores idéias de negócios e que possam contribuir para o desenvolvimento socioeconômico de suas comunidades. Este ano, é oferecido um total de R$ 125 mil em prêmios. A premiação é realizada em duas etapas: a regional e a nacional. Na regional, receberam certificados e R$ 2 mil os três melhores projetos de cada tema, por categoria (técnico e tecnólogo) e por região. Na nacional, os prêmios são distribuídos por categoria e por tema. O 1º lugar recebe R$ 5 mil, certificado e troféu; o 2º lugar, R$ 4 mil, certificado e troféu; e o 3º lugar, R$ 3 mil, certificado e troféu. Também são premiados os professores-orientadores dos três projetos vencedores de cada tema por categoria. Para o 1º lugar, são R$ 3 mil, certificado e troféu; para o 2º, R$ 2,5 mil, certificado e troféu; e para o 3º, R$ 2 mil, certificado e troféu. Atualizado em 01/10/08
Fonte: http://www.utfpr.edu.br/materia.php?id=664&tipo=noticias
Resultado da Etapa Nacional do Prêmio Técnico Empreendedor 2008
Cereal para criança tem sódio e açúcar demais, diz pesquisa
Um outro problema apontado é a falta de adequação da tabela nutricional à faixa etária a que o produto se destina
CLÁUDIA COLLUCCI
BRUNA SANIELE
DA REPORTAGEM LOCAL
Uma porção de 30 gramas de sucrilhos de chocolate da Kellogg's (uma tigelinha), por exemplo, tem 205 mg de sódio.
Uma criança de um a três anos deve consumir, por dia, no máximo 225 mg desse mineral -ou seja, uma única porção equivale a 90% das suas necessidades diárias. Para um adulto, essa quantidade de sódio representa 10% das necessidades.
Na avaliação da Pro Teste, todos os cereais matinais também têm açúcar em excesso -de 5,5 a 13 gramas por porção.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o ideal é que uma criança de até três anos consuma, no máximo, 14 gramas por dia de açúcar.
Uma porção do sucrilho sabor banana, por exemplo, tem quase toda a quantidade diária de açúcar recomendada para uma criança nessa faixa etária.
Presente no sal e base para conservantes, o sódio em excesso está ligado à hipertensão arterial e a problemas renais. Já muito açúcar tem relação com obesidade e diabetes tipo 2.
Fibras
Dos cereais analisados, dez marcas apresentaram menos de três gramas de fibras para cada 100 gramas do produto -três gramas é a quantidade mínima para um alimento ser considerado fonte de fibra. Os cereais Corn Flakes (todos os sabores) e Chokos tiveram o pior desempenho no teste: possuem menos de 0,01% de fibra, ou seja, praticamente nada.
Um outro problema apontado pela Pro Teste -que envolve os cereais analisados e a maior parte de alimentos consumidos pelo público infantil- é a falta de adequação da tabela nutricional à faixa etária a que o produto se destina.
A pesquisadora de alimentos da Pro Teste, Fernanda Ribeiro, explica que o percentual diário recomendado de cada nutriente é calculado para uma dieta de 2.000 quilocalorias, que corresponde à necessidade calórica de um adulto, não de uma criança.
A dieta de uma criança de um a três anos, por exemplo, deve ser de 1.050 calorias, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De quatro a seis anos, esse valor sobe para 1.450 e, de sete a dez anos, para 1.750. "O ideal seria que essas informações fossem apresentadas de acordo com a faixa etária. Seria muito mais útil aos pais", avalia a pesquisadora.
"Isopor food"
O nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni orienta que as pessoas escolham o cereal matinal pelo menor índice de sódio e açúcar e maior presença de fibras solúveis. "O ideal é misturar com um iogurte light, enriquecido com cálcio, e muita fruta", diz ele.
Para Magnoni, os pais não devem se impressionar pelas vitaminas e sais minerais contidos no rótulo dos produtos. "Isso a criança consegue por outras fontes. O que não pode é ficar comendo essa quantidade de sódio e açúcar e quase nenhuma fibra. Isso é o que chamamos de "isopor food", cuja única função é aumentar as taxas de obesidade infantil."
A nutricionista Madalena Vallinoti afirma que muitas vezes os pais utilizam o cereal como alternativa para que a criança consuma leite. "Os pais devem evitar o consumo exagerado desses cereais, mas também não podem proibi-lo caso a criança goste do produto. Deve haver moderação."
De acordo com o pediatra e professor da Faculdade de Medicina da USP, Mário Cícero Falcão, o brasileiro consome muito açúcar e os pais educam a criança a gostar do alimento muito doce. "O cereal que a criança mais gosta é aquele com mais açúcar. É a conjunção do paladar brasileiro com a indústria", afirma Falcão.
Na opinião do pediatra, os brindes distribuídos com os cereais impulsionam o consumo. "Os brindes são uma grande arma antiética. Tem sempre o alimento processado, com valor biológico inferior e pouco nutriente acompanhado do brinde. Por que não vender uma maçã com o personagem da moda?"
Frases
"Os pais devem evitar o consumo exagerado desses cereais [por seus filhos], mas também não podem proibi-lo caso a criança goste do produto"
MADALENA VALLINOTI
nutricionista
MÁRIO CÍCERO FALCÃO
pediatra e professor da USP
Brindes fazem menino pedir cereal para a mãe
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Os brindes são o principal motivo para os cereais matinais fazerem parte do dia-a-dia da professora Érica Damasceno Alves, 29, e de seu filho Pedro Henrique, 3.O menino consome os produtos durante a semana na creche e nos finais de semana em casa. "Ele vê [propagandas] na televisão ou [o cereal] no supermercado e sempre tenho que levar para casa", diz Alves.
Durante a entrevista, realizada em um supermercado da zona norte, a reportagem presenciou o menino pedindo o produto do tigre, personagem que estampa as caixas de um dos cereais mais vendidos.
Rosilei de Souza Castro, 30, mãe de Maria Fernanda, 6, utiliza o cereal como incentivo para que a filha consuma leite.
Júlia Aguirre de Souza, 32, mãe de Eduardo, também considera o cereal uma alternativa "saudável", já que o filho gosta de leite e não gosta de verduras.
Segundo a nutricionista Madalena Vallinoti, "o excesso de sódio pode ser minimizado com um grande consumo de líquidos, frutas e verduras".
Segundo ela, os pais também devem optar por cereais sem açúcar e não adoçá-los em excesso. "É necessário restringir o consumo de açúcar e sódio", afirma a nutricionista.
Fabricantes dizem que cereais seguem o que Anvisa estabelece
De acordo com as empresas, todas as informações sobre os nutrientes estão disponíveis nas embalagens dos produtos
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A Kellog's disse que seus cereais "contêm vitaminas e minerais essenciais, são isentos de gordura trans e colesterol, além de alguns ainda possuírem alto teor de fibra alimentar" -a pesquisa apontou teores baixos de fibras em cinco dos seis cereais analisados e "aceitável" em um.
A Kellog's fabrica sete das 18 marcas avaliadas (Sucrilhos, Sucrilhos Chocolate, Sucrilhos Banana, Choco Krispis, Froot Loops, Chokos e Honey Nutos).
A Nestlé diz que cada 30 g de seus cereais têm açúcares que representam, no máximo, 3% da energia necessária para um dia -a OMS recomenda 10%.
Quanto ao sódio, a Nestlé afirma que seus cereais são para crianças de seis a oito anos (consumo diário de até 1.219 mg por dia) e de nove a 13 anos (até 1.495 mg), e não para aquelas entre um e três anos. Os seus pacotes, entretanto, não citam a idade recomendada.
A Nestlé afirma ainda que a quantidade de sódio usada como padrão pela Pro Teste, mesmo para crianças de um a três anos, é desatualizada. A empresa diz que o nível recomendado vai até 966 mg por dia (a Anvisa recomenda 225 mg/dia), conforme o padrão DRI (Dietary Reference Intakes). O padrão, desenvolvido pelos EUA e pelo Canadá, é avalizado pela nutricionista Silvia Cozzolino, da USP. Embora feito em dois países, o DRI é uma base confiável por levar em conta pesquisas do mundo inteiro, disse ela.
A Nestlé afirma que não usa uma publicidade que crie "expectativas irreais de popularidade" nem que exiba "cenas de crianças na tentativa de persuadi-las". A empresa produz o Snow Flakes, o Snow Flakes Chocolate, o Nescau, o Estrelitas, o Estrelitas Chocolate, o Crunch e o Moça Flakes.
A Nutrifoods não respondeu à Folha, embora a coordenadora de qualidade, Neusa Guimarães, tenha dito conhecer a pesquisa. A empresa faz o Cornflakes nas versões açúcar, chocolate, mel e leite condensado.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0110200801.htm