quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O que penso em fazer em 2016? Corrida, Parkour, MovNat...

O ano de 2016 começou e continuo treinando. Não fiz nenhuma pausa de fim de ano (exceto para uma curta viagem à minha terra natal), como fiz em anos anteriores, pois não treinei pesado nos últimos meses.

Em 2016, com relação a corrida, não tenho objetivo de fazer nenhuma prova em especial. Vou fazer o que aparecer e o que der vontade de fazer. Acho difícil que faça uma maratona. Talvez corra uma meia maratona ou uma prova de 10 milhas. Mas a verdade é que no momento não estou com vontade de correr nem prova de 5 quilômetros. No momento, provas só de corrida me parecem tão chatas...

E também não estou com vontade de participar daquelas provas de obstáculos (já tem várias aqui na região). Não acho muito natural e geralmente são bem caras. Mas posso mudar de ideia.

Talvez eu organize alguns Treinos-no-Parque (parkruns não oficiais). Para isso vou depender de estímulo e apoio dos colegas corredores da região. Se bem que, para que uma parkrun seja bem-sucedida, basta um corredor e um voluntário.

Um outro objetivo é treinar mais Parkour na nova sede da única Academia de Parkour de Curitiba, a Ponto B. Tive sorte pois eles mudaram-se para um novo endereço (Av. Visconde de Guarapuava, 3577 – Centro – Curitiba, PR) e fica bem perto de onde trabalho. Conheci o Cassio, um dos fundadores da Academia, no fim do ano passado lá na UTFPR. É uma pessoa séria, que está sempre se atualizando, e apaixonada pelo Parkour.  Ele defendeu seu mestrado em 04/12/2015.

Um dos meus objetivos em relação ao Parkour é não exagerar. Quando a gente começa se estimula demais com as capacidades adormecidas do corpo, e pode se machucar. Quero fazer um Parkour de Baixo Impacto, pois já não tenho mais 19 anos (que parece ser a idade média dos traceurs, isto é, dos praticantes de Parkour).

Na verdade não me considero um traceur. Sou apenas uma pessoa que busca incorporar ideias do Parkour, do MovNat, da Calistenia, do Primal Fitness, e de qualquer coisa que achar interessante, na minha rotina de exercícios.

Tento fazer da minha rotina o mais aleatória possível, seguindo os princípios de Antifragilidade de Nassim Nicholas Taleb. Mas tento tomar cuidado com os acidentes (que acontecem, mas podem ser minimizados) e com o impacto.

PS:

Alimentação: pretendo continuar com uma dieta paleo rica em gordura, relativamente pobre em carboidratois (LCHF - low carb high fat), mas não cetogênica, não buscando estar em cetose. De vez em quando abro exceções. Nada de radicalismos. Até gostaria de ser mais radical, mas não sou.

Minimalismo e corrida descalça: Quero tentar correr mais descalço em 2016 do que corri em 2015. Pretendo continuar usando calçados minimalistas em várias ocasiões mas em 2014 e 2015 corri muito pouco descalço de fato.

Paripueira, Alagoas

Mureta baixa para treinar Parkour de Baixo Impacto

Corrimão de ferro no Parque Barigui para treinar cat walk.


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Fotos da Praça 29 de Março (e arredores)

A Praça 29 de Março é considerada um dos locais favoritos pelos traceurs (praticantes de Parkour) de Curitiba. E de fato ela tem várias qualidades:

  • Árvores
  • Barras (ver fotos abaixo)
  • Uma Academia Ao Ar Livre (sempre dá para fazer algo)
  • Uma parede com formas de Poty Lazzarotto onde dá para treinar subir, pendurar-se em e descer paredes de forma bem segura.
  • Um ferro circular onde dá para treinar engatinhar (movimento quadrúpede) em ferro entre outras coisas

Além disso, fica relativamente perto do Centro e com fácil acesso por ônibus. Para quem usa carro, tem estacionamento grátis em algumas ruas bem próximas.

E a Ponto B dá aulas de Parkour lá!

Esqueci algo?

Academia ao Ar Livre
Árvore em que dá para treinar subida vertical

Parede do Poty

Parede do Poty

Grade de ferro circular está quebrada

Grade de ferro circular

Barras

Mais barras

Pedestal

Não fiz nada aí.
Parede do Pot


As fotos abaixo já são fora da Praça.

Uma grade legal. Pena que é propriedade privada.

A Praça vista de longe.

A Praça vista de longe.

Árvore perto da Praça.

Uma parede perto da praça que parece ter um ponto de apoio.

Calçado Minimalista Indígena Infantil

Meu colega de trabalho, professor Luiz Ernesto Merkle, sabendo de meu interesse por calçados minimalistas, deu-me um pé de um calçado infantil indígena que ele tinha.

Como vocês podem ver nas fotos abaixo, é apenas um látex que cobre o pé. É fino, flexível, com espaço para os dedos e com drop zero. Enfim, com todas as características de um bom calçado minimalista.

Não tenho informações sobre a tribo que fez o calçado, a época ou qualquer outro dado adicional. Alguém saberia dizer algo mais?











segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Dr. Mark Cucuzzella

Escrevi o texto abaixo em 17/12/2013 (dois anos atrás). Ano passado conheci o Dr. Mark pessoalmente e ele me confirmou várias das coisas que estão no texto.


Este texto do Dr. Mark Cucuzzella, que o Andre Cruz redescobriu pra mim (devo ter lido ano passado), é ótimo.
O Dr. Mark é médico da Força Aérea Americana, professor de Medicina da Família numa pequena universidade, defensor da corrida descalça/minimalista, e um dos fundadores da primeira rede de lojas dedicada exclusivamente a calçados minimalistas nos EUA (e provavelmente no mundo).
Ele tem uns vídeos ótimos no Youtube sobre corrida minimalista.
Ele começou na corrida minimalista por uma lesão séria. Ele sempre foi um corredor rápido.
Neste texto ele fala treinar sempre moderado. Nada de treinos intervalados. Ele inclui piques de 50m às vezes (Maffetone disse em algum podcast que até piques de até 7 segundos podem não afetar o desenvolvimento aeróbico): I do really short neuromuscular work several times a week with 4 short 50 meter strides and light skipping drills.
E educativos (drills). Cucuzzella é fã dos educativos.
Ele diz que corre usando Correct Toes dentro do tênis.
Diz que não faz longão de mais de 2h quando treina pra maratona.
Diz que quanto mais estresse na vida diária, mais leve ele treina.
Na época deste post o Cucuzzella ainda não tinha descoberto o lowcarb. Eu acho que ele não faz lowcarb a ponto de cetose, mas ele disse que depois que descobriu lowcarb passou a comer bem mais gordura.
Alguém achou mais algo interessante neste post?




Este texto do Dr. Mark Cucuzzella, que o Andre Cruz redescobriu pra mim (devo ter lido ano passado), é ótimo.O Dr....
Posted by Adolfo Neto on Tuesday, December 17, 2013